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title: "Gestor de viagens: habilidades, formação e plano de carreira do travel manager"
description: Saiba mais sobre as responsabilidades de um gestor de viagens e quais são as características que este profissional deve ter para gerir viagens corporativas.
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[Blogs sobre gestão de viagens corporativas e despesas corporativas](https://www.govoll.com/blog)

# [Gestor de viagens: habilidades, formação e plano de carreira do travel manager](https://www.govoll.com/blog/gestor-de-viagens-habilidades-e-competencias)

 Escrito por [Luiz Moura](https://www.govoll.com/blog/author/luiz-moura) | 04/03/2021 16:51

À medida que as organizações ampliam seus investimentos em mobilidade corporativa, cresce também a necessidade de uma gestão profissionalizada, orientada por dados e apoiada em tecnologia.

Nesse cenário, o **travel manager**, ou gestor de viagens, tem ganhado destaque estratégico nas estruturas organizacionais.

O gestor de viagens deixou de ser um suporte administrativo para se tornar um elo entre **eficiência operacional, controle financeiro e experiência do colaborador**.

Mais do que aprovar passagens e hotéis, o travel manager moderno é responsável por construir políticas, negociar com fornecedores, monitorar indicadores, garantir compliance e transformar dados em decisões capazes de gerar economia e eficiência operacional.

Neste conteúdo, você vai entender:

- O que é um travel manager;
- Quais as responsabilidades de um travel manager e o que esse profissional NÃO faz;
- Como o travel manager pode estruturar um programa de viagens do zero;
- Quais ferramentas o travel manager usa no dia a dia;
- Quais KPIs um travel manager deve acompanhar;
- Quais organizações o travel manager precisa acompanhar;
- Eventos para travel managers em 2026: onde se atualizar;
- Quais tendências estão transformando o trabalho dos gestores de viagem;
- Como a VOLL apoia o trabalho do gestor.

## O que é um travel manager?

O travel manager é o **profissional responsável por planejar, estruturar e controlar o programa de viagens corporativas** de uma organização.

Seu principal objetivo é garantir que os colaboradores possam viajar de forma segura, eficiente e alinhada às diretrizes da empresa, mantendo o **equilíbrio entre controle de custos, experiência do viajante e governança.**

Embora muitas pessoas associem o cargo apenas à compra de passagens ou reservas de hospedagem, a realidade é muito mais abrangente.

O **gestor de viagens** atua como um elo entre diferentes áreas da empresa, fornecedores e viajantes, sendo responsável por desenvolver estratégias capazes de gerar economia, aumentar a produtividade e reduzir riscos operacionais.

Para isso, o travel manager precisa compreender as necessidades de cada área da empresa e traduzir essas demandas em um programa de viagens funcional, econômico e seguro para todos os envolvidos.

É ele quem transforma as [viagens corporativas](https://www.govoll.com/blog/tudo-sobre-viagens-corporativas?hsLang=pt-br) em um processo estruturado e mensurável, desde a definição da política de viagens até o acompanhamento de indicadores como custo por viagem, antecedência de compra, adesão às regras corporativas e desempenho dos fornecedores contratados.

Sua atuação vai muito além da aprovação de passagens. Entre suas responsabilidades estão a negociação com fornecedores, a definição da política de viagens, a análise de dados e a garantia de compliance.

Dessa forma, o profissional assegura que o[**programa de viagens**](https://www.govoll.com/blog/programa-viagens-corporativas-estrategico?hsLang=pt-br)gere valor para a organização e contribua para seus objetivos estratégicos.

A relevância desse papel tem crescido à medida que o volume de viagens corporativas aumenta em todo o mundo. Segundo dados da World Travel & Tourism Council, o **<https://passport.news/article/2527>setor global de viagens e turismo deve crescer 3,2% em 2026, superando a expansão econômica mundial projetada em 2,4%.**

Nos próximos dez anos, a indústria deve avançar, em média, 3,6% ao ano, ritmo cerca de 1,5 vez superior ao da economia global. Esse cenário reforça a importância de uma gestão cada vez mais estratégica e eficiente das viagens corporativas.

Nesse contexto, um dos relacionamentos mais importantes para o gestor de viagens é com a[**TMC (Travel Management Company)**](https://www.govoll.com/blog/travel-management-company?hsLang=pt-br).

A TMC fornece tecnologia, acesso a fornecedores, suporte ao viajante e dados de performance que seriam inviáveis de desenvolver internamente, tornando-se uma parceira estratégica para a gestão do programa de viagens.

> **“Cada vez mais os gestores têm sido procurados e estimulados a desenvolver habilidades e competências para entregar mais resultados com menos esforços.” Luiz Moura - Cofundador e CBO da VOLL, para a** **Panrotas sobre as [principais dores das gestão de viagens](https://www.panrotas.com.br/viagens-corporativas/pesquisas-e-estatisticas/2025/09/controle-e-visibilidade-de-dados-sao-dores-na-gestao-de-viagens-aponta-voll_221787.html)**

 

## Quais as responsabilidades de um travel manager?

O travel manager (ou gestor de viagens corporativas) é o profissional responsável por planejar, executar e otimizar toda a operação de [viagens a trabalho](https://www.govoll.com/blog/quais-sao-as-etapas-de-uma-viagem-aerea-a-trabalho?hsLang=pt-br) de uma empresa.

Sua rotina exige uma visão analítica sobre o programa de viagens corporativas, para identificar oportunidades de melhorias, redução de custos, garantir o cumprimento do duty of care e assegurar que a política de viagens corporativa esteja sendo aplicada.

### 1. Desenvolver, implementar e garantir o cumprimento da política de viagens

A [política de viagens corporativas](https://www.govoll.com/blog/como-criar-uma-politica-de-viagens-corporativas-o-guia-definitivo?hsLang=pt-br) é a base de qualquer programa corporativo estruturado. Trata-se do documento que estabelece as regras que orientam todo o processo de deslocamento, definindo critérios para reservas, aprovações, hospedagens, transporte terrestre, prestação de contas, reembolsos e limites orçamentários por cargo ou área.

Portanto, cabe ao travel manager desenvolver essa política, comunicá-la aos colaboradores e mantê-la atualizada conforme mudanças no mercado, nas necessidades do negócio ou no perfil dos viajantes.

Além da elaboração da política, o gestor também é responsável por assegurar sua aplicação. Isso envolve monitorar reservas, despesas e exceções para garantir o compliance de viagens, reduzindo riscos financeiros, prevenindo fraudes, fortalecendo a governança corporativa e assegurando que todos os colaboradores sigam os mesmos padrões de conduta.

Em programas mais maduros, esse controle é potencializado pela tecnologia, que identifica automaticamente reservas fora da política e sinaliza desvios antes mesmo da aprovação.

### 2. Realizar sourcing de viagens e gerir fornecedores estratégicos

Uma das atribuições mais relevantes do travel manager é conduzir o [sourcing de viagens](https://www.govoll.com/blog/sourcing-fornecedores?hsLang=pt-br), processo que envolve a **seleção, negociação e** [**homologação de fornecedores**](https://www.govoll.com/blog/homologa%C3%A7ao-de-fornecedores-como-funciona-criterios) **estratégicos**, como companhias aéreas, redes hoteleiras, locadoras de veículos, empresas de mobilidade e TMCs.

Mais do que buscar menores preços, o sourcing tem como objetivo compreender o comportamento de consumo da empresa para identificar oportunidades de economia, consolidação de demanda e otimização contratual.

A **análise de dados históricos** permite entender quais rotas são mais utilizadas, quais fornecedores oferecem melhor desempenho e onde existem oportunidades de negociação.

O gestor conduz processos de concorrência, negocia contratos de longo prazo, busca tarifas corporativas exclusivas e estabelece condições que favoreçam tanto a redução de custos quanto a qualidade do serviço prestado.

Após a contratação, seu trabalho continua por meio da gestão do relacionamento com fornecedores, monitorando indicadores de desempenho e garantindo o cumprimento dos acordos estabelecidos.

Nesse contexto, a definição e acompanhamento de SLAs (Service Level Agreements) são fundamentais.

O travel manager avalia métricas como tempo de resposta, qualidade do atendimento, disponibilidade de serviços, resolução de problemas e satisfação dos viajantes, assegurando que o nível de serviço contratado seja efetivamente entregue.

### 3. Controlar custos, orçamento e despesas corporativas

A [**gestão financeira**](https://www.govoll.com/blog/impacto-da-tecnologia-na-gest%C3%A3o-financeira-corporativa) está entre as responsabilidades centrais da função do gestor de viagens. O travel manager monitora continuamente os gastos do programa de viagens, acompanha a execução orçamentária e identifica desvios que possam comprometer os objetivos financeiros da organização.

Uma das métricas mais importantes nesse processo é o **custo por viagem**, analisado sob diferentes perspectivas, como colaborador, departamento, destino, centro de custo ou tipo de despesa.

Esse acompanhamento permite identificar tendências de consumo, desperdícios e oportunidades de otimização.

Além disso, o gestor é responsável pela gestão de despesas e processos de [expense management](https://www.govoll.com/blog/expense-management-um-guia-completo-para-empresas?hsLang=pt-br), incluindo adiantamentos, reembolsos e prestação de contas.

O objetivo é simplificar fluxos financeiros, reduzir atividades manuais, acelerar ciclos de aprovação e aumentar a precisão das informações.

Quando as [plataformas de viagens e despesas](https://conheca.govoll.com/gestao-de-viagens-corporativas?hsLang=pt-br) estão integradas, os dados de reservas e gastos são conciliados automaticamente, reduzindo erros operacionais, inconsistências e riscos de fraude.

Esse controle financeiro gera maior previsibilidade orçamentária, melhora a transparência para áreas financeiras e oferece subsídios para decisões estratégicas relacionadas ao programa de viagens.

### 4. Monitorar indicadores e gerar inteligência para o negócio

O **acompanhamento de indicadores** é uma atividade permanente do [travel management](https://www.govoll.com/blog/travel-management?hsLang=pt-br). Métricas relacionadas a custos, compliance, produtividade, economia gerada, adesão à política, antecedência de compra, desempenho de fornecedores e satisfação dos viajantes permitem avaliar continuamente a eficiência do programa.

Além de produzir relatórios periódicos, o gestor interpreta tendências, identifica riscos, propõe melhorias e recomenda ações corretivas sempre que necessário.

Essa capacidade analítica é o que diferencia uma gestão operacional de uma gestão estratégica de viagens corporativas, permitindo que a área demonstre resultados concretos para a liderança e justifique investimentos em tecnologia, processos ou renegociações contratuais.

### 5. Garantir a experiência, segurança e bem-estar dos viajantes

Embora o controle de custos seja uma prioridade, a gestão de viagens corporativas também precisa considerar a **experiência do colaborador**.

O travel manager é responsável por garantir que os viajantes tenham acesso a processos simples, suporte adequado e condições que permitam deslocamentos seguros e produtivos.

Isso inclui desde a escolha de fornecedores confiáveis até a construção de políticas equilibradas que conciliem eficiência financeira e conforto.

Uma experiência positiva reduz atritos operacionais, aumenta a produtividade durante as viagens e fortalece o engajamento dos colaboradores com o programa corporativo.

Empresas que conseguem equilibrar governança e [experiência do viajante](https://www.govoll.com/blog/viagens-corporativas-employee-experience?hsLang=pt-br) costumam apresentar níveis mais elevados de adesão à política e menor necessidade de exceções ou aprovações extraordinárias.

### 6. Gerir a relação com a TMC e o ecossistema de tecnologia

A parceria com uma TMC desempenha papel fundamental na execução do programa de viagens.

O travel manager é responsável por definir o escopo de atuação da agência, acompanhar indicadores de desempenho e garantir que os serviços contratados estejam alinhados às necessidades da empresa.

Além da TMC, o gestor frequentemente administra o relacionamento com fornecedores de tecnologia, incluindo plataformas de reservas, sistemas de expense management, [cartões corporativos](https://www.govoll.com/blog/cart%C3%A3o-corporativo-como-us%C3%A1-lo-para-garantir-conformidade), ferramentas de analytics e soluções de compliance.

Seu papel é assegurar que essas tecnologias funcionem de forma integrada, permitindo maior visibilidade sobre os dados, automação de processos e tomada de decisão baseada em informações confiáveis.

Quando bem estruturado, esse ecossistema tecnológico reduz tarefas operacionais, melhora a experiência dos usuários e amplia a capacidade estratégica da gestão de viagens.

*“As viagens a trabalho estão mais do que se recuperando, estão se transformando, impulsionadas pela necessidade de gerenciar custos e riscos, garantir forte produtividade e experiência do viajante e impulsionar o crescimento responsável. Os líderes da indústria estão equilibrando expansão com responsabilidade, buscando aproveitar novas tecnologias, tendências de viagem e práticas sustentáveis para permitir que as viagens a negócios continuem a oferecer um valor incrível em um mundo em rápida mudança.” - Suzanne Neufang, CEO da* *GBTA*

## O que um travel manager não faz?

Embora seja o responsável pela estratégia e gestão do programa de viagens corporativas, existem atividades que não fazem parte de suas atribuições diretas.

Um travel manager:

- **Não faz reservas manualmente para cada colaborador:** essa atividade normalmente é executada por plataformas de autosserviço, TMCs ou equipes operacionais de apoio.
- **Não atua como agente de viagens:** enquanto o agente é responsável pela operação e [emissão de reservas](https://www.govoll.com/blog/reserva-de-passagens-aereas?hsLang=pt-br), o travel manager atua em nível estratégico, definindo políticas, negociando contratos, analisando indicadores e tomando decisões sobre o programa de viagens.
- **Não centraliza tarefas exclusivamente operacionais:** a tecnologia existe justamente para automatizar atividades repetitivas e permitir que o gestor concentre seus esforços em planejamento, controle, análise de dados e geração de resultados.
- **Não substitui áreas como RH ou Financeiro:** a definição de benefícios, políticas de recursos humanos e aprovações orçamentárias continuam sendo responsabilidades das respectivas áreas. O travel manager atua de forma integrada para garantir que o programa de viagens esteja alinhado às diretrizes da empresa.
- **Não é responsável por todas as iniciativas relacionadas a eventos corporativos:** dependendo da estrutura organizacional, a gestão de eventos pode estar sob responsabilidade de equipes específicas de marketing, eventos ou compras, e não necessariamente da área de viagens.
- **Não trabalha de forma isolada:** a gestão de viagens corporativas exige interação constante com áreas como Recursos Humanos, Financeiro, Compras, Compliance, Facilities, Tecnologia da Informação e liderança executiva para garantir que o programa atenda às necessidades do negócio.

Em resumo, o travel manager não é um executor operacional de reservas, mas sim o profissional responsável por transformar as viagens corporativas em um processo estratégico, controlado e alinhado aos objetivos da organização.

## Como o travel manager pode estruturar um programa de viagens do zero?

Estruturar um programa de viagens do zero exige etapas como o diagnóstico e os objetivos do programa, a criação de uma política de viagens, o sourcing de fornecedores, a adoção de tecnologia e a comunicação para a empresa do novo processo de viagens corporativas.

O gestor deve buscar a melhor relação entre a redução de custos, o bem-estar do colaborador e a segurança.

A seguir, estão os passos fundamentais para criar um programa de viagens corporativas sólido e escalável:

### 1. Faça um diagnóstico e defina os objetivos do programa

Comece extraindo os dados das viagens dos últimos 12 meses.

Se a empresa já usa uma TMC ou cartão corporativo, peça o relatório de gastos consolidado; se a gestão ainda é informal, junte os reembolsos aprovados no financeiro e os e-mails de solicitação de viagem do período.

Com essa base, responda a quatro perguntas:

- Quem mais viaja (por pessoa e por área)?
- Para onde?
- Com que antecedência as reservas são feitas?
- Quanto cada categoria pesa no total (aéreo, hospedagem, transporte terrestre e alimentação)?

Agora defina o objetivo do programa a partir do que o diagnóstico mostrou, não a partir de uma meta genérica. Se a maior parte do gasto vem de reservas de última hora, seu objetivo inicial é antecedência, não preço de tarifa.

> A antecedência costuma ser o dado mais revelador. Segundo Luiz Moura, diretor de negócios da VOLL, o preço de uma mesma passagem pode variar até 200% dependendo de ela ser comprada com três semanas ou com três dias de antecedência. É por isso que as maiores empresas do país já exigem antecedência mínima de cerca de 15 dias em política, e é quase sempre o primeiro ponto de economia que aparece num diagnóstico.

Se o problema é gente viajando fora da política, o objetivo é compliance. Escolha um objetivo primário para os primeiros 90 dias.

Transforme esse objetivo em um número rastreável com a técnica de definição de metas SMART.

Por exemplo, "melhorar a experiência do viajante" não se mede; "reduzir o tempo médio de aprovação de 48h para 8h" se mede. É esse número que você vai deve acompanhar.

Esses objetivos servirão como direcionadores para todas as decisões futuras.

### 2. Desenvolva a política de viagens corporativas

Uma **política eficiente** precisa encontrar equilíbrio entre controle e praticidade. Regras excessivamente rígidas tendem a gerar resistência e aumentar o número de exceções.

Por outro lado, diretrizes muito flexíveis dificultam o controle financeiro e comprometem o compliance.

Além de ser clara e acessível, a política deve ser revisada periodicamente para acompanhar mudanças no mercado, na empresa e no comportamento dos viajantes.

### 3. Realize o sourcing de viagens e selecione fornecedores estratégicos

Com as regras definidas, chega o momento de estruturar a **rede de parceiros** que dará suporte ao programa.

O **sourcing de viagens** envolve a análise do comportamento de compra da empresa para identificar oportunidades de negociação, consolidação de demanda e otimização de contratos.

A partir desse processo, o travel manager seleciona e negocia com companhias aéreas, hotéis, locadoras de veículos, empresas de [gestão mobilidade corporativa](https://conheca.govoll.com/mobilidade-corporativa?hsLang=pt-br) e demais fornecedores relevantes.

Nesse estágio, a escolha da TMC merece atenção especial. A empresa parceira será responsável por apoiar a operação das viagens, fornecer tecnologia, dados de gestão e suporte aos viajantes.

A avaliação deve considerar critérios como cobertura geográfica, qualidade de atendimento, estabilidade operacional, capacidade tecnológica, integração com outros sistemas e cumprimento de SLAs.

Contratos bem estruturados e fornecedores adequados criam a base necessária para um programa sustentável e eficiente no longo prazo.

### 4. Implemente tecnologia para automatizar processos

A **tecnologia** é o principal elemento de escala da gestão moderna de viagens corporativas.

Processos manuais costumam gerar retrabalho, falta de visibilidade, maior risco de erros e dificuldades de controle. Por isso, a implementação de uma plataforma integrada é um passo fundamental para consolidar o programa.

As melhores soluções permitem **centralizar reservas, aprovações, prestação de contas, gestão de despesas, auditorias e relatórios em um único ambiente**. Além disso, automatizam controles de compliance, sinalizando desvios da política no momento da reserva.

Quando viagens e despesas são gerenciadas de forma integrada, a empresa reduz tarefas operacionais, melhora a qualidade dos dados e obtém uma visão consolidada de todo o programa em tempo real.

### 5. Comunique as regras e engaje os colaboradores

Nenhum programa de viagens funciona sem adesão dos usuários.

Por isso, após a implementação, é essencial investir na **comunicação das regras**, no treinamento dos colaboradores e na criação de canais de suporte para dúvidas e situações emergenciais.

Os viajantes precisam compreender não apenas como utilizar as ferramentas disponíveis, mas também por que determinadas diretrizes foram estabelecidas.

Empresas que dedicam atenção à comunicação e ao onboarding do programa costumam alcançar níveis mais altos de adesão à política desde os primeiros meses, reduzindo exceções e facilitando a consolidação dos processos.

### 6. Monitore indicadores e promova melhoria contínua

Para garantir resultados sustentáveis, o travel manager deve acompanhar continuamente indicadores de desempenho relacionados a custos, compliance, antecedência de compra, produtividade, satisfação dos viajantes e economias geradas.

Os **KPIs** permitem identificar tendências, medir a efetividade das ações implementadas e demonstrar o valor estratégico da gestão de viagens para a liderança.

Além de produzir relatórios periódicos, o gestor deve utilizar os dados para revisar políticas, renegociar contratos, ajustar processos e incorporar novas tecnologias sempre que necessário.

Os programas de viagens operam em um ciclo contínuo de análise, aprendizado e otimização, adaptando-se constantemente às mudanças do mercado e às necessidades da organização.

## Quais ferramentas o travel manager usa no dia a dia?

As ferramentas certas automatizam processos, aumentam o compliance, reduzem custos operacionais e fornecem dados para decisões estratégicas.

Abaixo estão as principais ferramentas utilizadas na gestão de viagens corporativas:

### 1. Plataforma de gestão de viagens (OBT - Online Booking Tool)

É na [OBT](https://www.govoll.com/blog/obt-online-booking-tool?hsLang=pt-br) que os colaboradores realizam buscas e reservas de passagens, hotéis e transporte dentro das regras da política de viagens.

Essas plataformas já aplicam automaticamente limites de gastos, fornecedores preferenciais e fluxos de aprovação, reduzindo desvios e eliminando etapas manuais.

Além disso, centralizam todo o histórico de viagens e oferecem visibilidade completa para o gestor.

### 2. Sistema de expense management (gestão de despesas)

O [sistema de expense management](https://conheca.govoll.com/voll-wallet?hsLang=pt-br) automatiza reembolsos, adiantamentos e prestação de contas após a viagem.

Com recursos como OCR (reconhecimento automático de recibos), os colaboradores conseguem registrar despesas de forma rápida e digital.

Quando integrado à OBT, elimina duplicidade de lançamentos e conecta reservas com gastos reais, aumentando a precisão financeira e reduzindo o tempo de fechamento contábil.

### 3. Ferramentas de compliance e auditoria de viagens

Essas ferramentas garantem que a política de viagens seja seguida em tempo real.

Elas identificam **reservas fora da política**, validam despesas automaticamente e emitem alertas antes da aprovação.

Isso reduz riscos financeiros, aumenta a governança e diminui drasticamente a necessidade de auditoria manual.

### 4. Dashboards de BI e relatórios de viagens

Ferramentas de **Business Intelligence (BI)** transformam dados de viagens em indicadores estratégicos.

Elas consolidam informações de reservas, despesas e fornecedores para gerar dashboards com métricas como custo por viagem, taxa de compliance, savings gerados e antecedência de compra.

Esses relatórios são essenciais para acompanhar performance e apoiar decisões da liderança.

### 5. Ferramentas de gestão de fornecedores e contratos

Essas soluções ajudam o travel manager a monitorar contratos, SLAs e desempenho de fornecedores como companhias aéreas, hotéis e locadoras.

Permitem acompanhar indicadores de qualidade, nível de serviço e cumprimento de [acordos corporativos](https://www.govoll.com/blog/blog/estrategias-de-negociacao-com-companhias-aereas-e-hoteis-para-a-sua-empresa?hsLang=pt-br).

Também fortalecem o processo de sourcing de viagens e negociações com base em dados reais de consumo.

### 6. Plataformas de mobilidade corporativa

Essas ferramentas gerenciam deslocamentos urbanos, como [transporte por aplicativo, táxis](https://www.govoll.com/blog/transporte-pela-empresa-taxi-ou-app?hsLang=pt-br) e locação de veículos.

Elas ampliam o controle sobre gastos fora do ambiente tradicional de passagens e [hospedagem corporativa](https://www.govoll.com/blog/hospedagem-corporativa?hsLang=pt-br), oferecendo uma visão mais completa da jornada do viajante.

### 7. Sistemas integrados de viagens e despesas

A principal tendência do setor é a consolidação de todas essas funcionalidades em plataformas únicas e integradas, como a VOLL.

Isso elimina sistemas paralelos, reduz retrabalho e melhora a consistência dos dados.

Com isso, o travel manager passa a ter uma **visão ponta a ponta do ciclo de viagens corporativas**, da solicitação ao fechamento financeiro, o que reduz complexidade operacional, melhora a experiência do usuário e aumenta a capacidade analítica.

## Quais KPIs um gestor de viagens deve acompanhar?

Alguns indicadores são considerados essenciais para praticamente qualquer programa corporativo. São eles:

- Custo por viagem;
- Taxa de compliace;
- Antecedência média de compra;
- Saving rate;
- Taxa de adoção da política de viagens;
- Tempo médio de aprovação;
- Satisfação dos viajantes (NPS).

Confira o que é cada um e como calcular.

### Custo por viagem

O custo por viagem mede quanto a empresa gasta, em média, para realizar cada deslocamento corporativo.

A análise deve incluir todos os custos, como **passagens aéreas, hospedagem, transporte terrestre, alimentação e demais despesas relacionadas à viagem**.

Mais do que observar valores absolutos, o ideal é acompanhar a evolução histórica desse indicador e compará-lo entre diferentes áreas, regiões ou perfis de viajantes.

Esse acompanhamento ajuda a identificar oportunidades de otimização e possíveis desvios de comportamento.

### Taxa de compliance

A **taxa de compliance** mede o nível de aderência dos colaboradores à política de viagens.

Quanto maior esse percentual, maior tende a ser a previsibilidade financeira e o controle sobre o programa.

Baixos índices podem indicar problemas relacionados à **comunicação da política, processos excessivamente burocráticos ou ferramentas inadequadas**.

Por isso, esse KPI costuma ser considerado um dos principais termômetros da maturidade da gestão de viagens.

### Antecedência média de compra

A **antecedência de compra** possui relação direta com os custos das viagens corporativas.

De forma geral, reservas realizadas com maior antecedência tendem a apresentar preços mais competitivos, especialmente no transporte aéreo.

Monitorar esse indicador permite identificar oportunidades de economia e criar iniciativas internas para incentivar comportamentos mais eficientes.

Além disso, ajuda a compreender se os processos de solicitação e aprovação estão funcionando adequadamente.

### Saving rate

O saving rate representa a **economia obtida por meio de negociações**, acordos corporativos e ações de gestão.

Esse indicador é particularmente importante porque demonstra o valor gerado pela área de viagens.

Ao acompanhar o saving rate, a empresa consegue quantificar o impacto financeiro de iniciativas como **renegociação de contratos, revisão de políticas e implementação de novas tecnologias**.

Essa métrica também costuma ser utilizada para justificar investimentos em ferramentas e fornecedores especializados.

### Taxa de adoção da política de viagens

Aqui, o objetivo é **medir quantas reservas foram realizadas dentro dos canais e processos oficiais definidos pela empresa**.

Quando colaboradores realizam compras fora das ferramentas homologadas, a organização perde visibilidade, capacidade de negociação e controle financeiro.

Por isso, aumentar a adoção da política costuma ser uma prioridade para travel managers que buscam maior governança.

### Tempo médio de aprovação

A **velocidade das aprovações i**mpacta diretamente a experiência dos viajantes e os custos das reservas.

Fluxos excessivamente lentos podem levar à perda de tarifas mais vantajosas e gerar insatisfação entre os colaboradores.

Ao acompanhar esse indicador, o gestor consegue identificar gargalos e promover ajustes nos processos internos.

Empresas que automatizam aprovações normalmente apresentam resultados significativamente melhores nesse aspecto.

### Satisfação dos viajantes (NPS)

O NPS (Net Promoter Score) é a principal métrica global utilizada para medir a lealdade e satisfação de clientes. Aplicado aos viajantes, ele avalia a probabilidade de um passageiro indicar uma empresa (companhia aérea, hotel ou agência) a um amigo ou colega, indicando sua fidelidad

Pesquisas periódicas de[NPS](https://www.govoll.com/blog/nps-net-promoter-score?hsLang=pt-br) permitem identificar dificuldades enfrentadas pelos viajantes e oportunidades de melhoria no programa.

Além disso, ajudam a equilibrar objetivos financeiros com as necessidades das pessoas que efetivamente utilizam os serviços.

Uma experiência positiva contribui para maior adesão à política e melhor percepção sobre a área de viagens.

## Relatório de viagens: como transformar dados em decisões?

Os melhores programas de viagens não se limitam à coleta de informações. Eles transformam dados em inteligência de negócio.

Um relatório de viagens eficiente deve consolidar **indicadores financeiros, métricas operacionais, desempenho de fornecedores e comportamento dos viajantes** em uma única visão estratégica.

Esse tipo de análise permite identificar tendências, antecipar riscos e direcionar investimentos com maior precisão.

Mais importante do que gerar relatórios extensos é garantir que as informações sejam acionáveis e contribuam efetivamente para a tomada de decisão.

Quando utilizado corretamente, o relatório de viagens deixa de ser apenas um documento de acompanhamento e passa a ser uma ferramenta estratégica para a evolução contínua do programa corporativo.

A VOLL, por exemplo, entrega **mais de 150 indicadores e dashboards dinâmicos** construídos com inteligência artificial e análise avançada de dados.

Os [dashboards](https://www.govoll.com/blog/dados-viagens-corporativas-em-tempo-real?hsLang=pt-br) permitem análises por período, centro de custo, destino e colaborador, oferecendo uma visão completa da operação de viagens corporativas.

“Eu, sinceramente, não consigo imaginar um gestor de viagens chegando a uma reunião de diretoria sem essas informações. Como ele vai explicar o comportamento de compra de viagens da empresa? É complexo e consome muito tempo e energia montar um gráfico simples sem ferramentas adequadas, sendo que tudo isso já está pronto dentro da VOLL. Minha experiência de mercado mostra o quanto esse dashboard faz diferença. ” Ana Betim - Key Account Manager da VOLL

## Quais organizações o travel manager precisa acompanhar?

O travel manager que quer evoluir profissionalmente precisa estar conectado ao ecossistema do setor, e isso começa por conhecer as principais associações e organismos de referência. São elas:

### ALAGEV - Associação Latino-Americana de Gestores de Viagens Corporativas e Eventos

A principal associação voltada especificamente para o profissional de travel management na América Latina. A [ALAGEV](https://alagev.org/) publica pesquisas, guias práticos e realiza o **LACTE (Latin American Corporate Travel Event)**, considerado o maior evento da região para gestores de viagens.

Acompanhar suas publicações é uma das formas mais eficazes de se atualizar sobre **benchmarks, boas práticas e tendências do mercado brasileiro e latino-americano**.

### GBTA - Global Business Travel Association

A maior organização global de business travel, com sede nos Estados Unidos e presença em mais de 100 países. A [GBTA](https://gbta.org/pt/) publica relatórios de mercado, dados sobre o volume global de viagens corporativas e oferece certificações internacionais para gestores, como o **GBTA Foundation**.

Para travel managers que atuam em programas globais ou buscam reconhecimento profissional internacional, a GBTA é uma referência praticamente obrigatória.

### ABRACORP - Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas

Referência no mercado brasileiro de viagens corporativas, a [ABRACORP](https://www.abracorp.org.br/) reúne as principais agências do setor e publica dados relevantes sobre o mercado nacional.

Acompanhar suas publicações ajuda o gestor a entender melhor o comportamento das TMCs e identificar tendências de **precificação, operação e tecnologia**.

### IATA - International Air Transport Association

A associação internacional das companhias aéreas é especialmente relevante para gestores que lidam com alto volume de passagens aéreas e precisam entender normas, regulamentações tarifárias e políticas do transporte aéreo.

O [portal da IATA](https://www.iata.org/) também é uma fonte importante para consulta de documentação e regras de viagens internacionais.

### Panrotas e veículos especializados

Além das associações formais, é essencial acompanhar veículos especializados que cobrem diariamente o mercado de viagens e turismo, como a [**Panrotas**](https://www.panrotas.com.br/tudo-sobre/voll).

Essas publicações ajudam o gestor a monitorar lançamentos, fusões, novas regulamentações, movimentações de fornecedores e tendências emergentes do setor.

## Eventos para travel managers em 2026: onde se atualizar?

Participar de eventos é uma das formas mais eficazes de **atualização profissional e benchmarking** para o gestor de viagens.

O contato com outros profissionais, fornecedores e especialistas do setor acelera o aprendizado e abre portas para parcerias estratégicas.

Conheça os principais:

### Travel Connect - VOLL

O [Travel Connect](https://conheca.govoll.com/travel-connect?hsLang=pt-br) é o maior evento de inovação em viagens, mobilidade e despesas corporativas do Brasil

Com um formato que combina palestras, painéis temáticos e espaços de networking com especialistas do setor, o evento se tornou um encontro de referência para quem busca uma visão estratégica sobre gestão de viagens corporativas.

As edições anteriores reuniram gestores de grandes empresas brasileiras para discussões sobre **tecnologia, compliance de viagens, expense management e tendências do mercado**.

Acompanhe as novidades sobre a edição de 2026 nas redes da VOLL.

### LACTE - Latin American Corporate Travel Event (ALAGEV)

Maior evento da América Latina voltado exclusivamente para gestores de viagens e eventos corporativos, o [LACTE](https://alagev.org/lacte/) reúne compradores, fornecedores e especialistas em três dias de conteúdo, cases e networking.

A edição de 2026 está prevista para o segundo semestre. O calendário oficial pode ser acompanhado no site da ALAGEV.

### GBTA Convention

O maior evento global de business travel, realizado anualmente nos Estados Unidos.

A **GBTA Convention** é referência para travel managers que buscam **perspectiva internacional, acesso a pesquisas recentes e contato com fornecedores e tecnologias ainda não disponíveis no Brasil**.

É especialmente indicado para gestores de programas globais ou com forte componente de viagens internacionais.

### Fórum ABRACORP

Evento brasileiro que reúne agências corporativas, fornecedores e compradores para discussões sobre o mercado nacional de viagens corporativas.

É uma boa oportunidade de networking com TMCs e fornecedores, além de atualização sobre tendências de **precificação, operação e regulamentação do setor**.

## Quais tendências estão transformando o trabalho dos gestores de viagem?

A gestão de viagens corporativas passou por uma transformação significativa nos últimos anos. O que antes era uma atividade predominantemente operacional tornou-se uma disciplina **estratégica, conectada diretamente aos objetivos financeiros, operacionais e de governança** das organizações.

Esse movimento deve continuar se intensificando nos próximos anos. Novas tecnologias, mudanças no comportamento dos colaboradores e a crescente busca por eficiência estão redefinindo o papel do travel manager.

Para os profissionais da área, compreender essas tendências é fundamental para manter programas competitivos, sustentáveis e preparados para o futuro.

### Inteligência artificial aplicada à gestão de viagens

Hoje, soluções baseadas em IA conseguem analisar padrões de compra, identificar oportunidades de economia, detectar desvios de comportamento e recomendar alternativas mais vantajosas durante a reserva.

Além disso, algoritmos avançados ajudam empresas a prever gastos futuros, antecipar riscos e automatizar atividades que antes dependiam de intervenção humana.

*“IA e novas tecnologias são fundamentais para melhorar a experiência do viajante e aumentar a eficiência operacional. O Brasil está avançando nessa adoção e isso pode se tornar um diferencial importante.” - Luiz Moura, cofundador e diretor de negócios da VOLL, para a* [*Brasilturis*](https://brasilturis.com.br/2026/05/29/turismo-corporativo-brasil-voll-crescimento/)

### Gestão baseada em dados em tempo real

Com dashboards em tempo real, é possível acompanhar gastos, reservas, aprovações e indicadores no momento em que acontecem.

Esse acesso imediato à informação permite **respostas mais rápidas, decisões mais precisas e maior capacidade de controle operacional**.

Também facilita a identificação de tendências e reduz o tempo de reação para correções e melhorias.

### Integração entre viagens e despesas

Historicamente, viagens corporativas e gestão de despesas operavam como processos separados, o que gerava **fragmentação, retrabalho e baixa visibilidade dos custos totais**.

Hoje, cresce a adoção de plataformas que integram toda a jornada do colaborador, da reserva à prestação de contas.

### Automação de processos e aprovações

Processos que antes exigiam e-mails, formulários e validações manuais agora podem ser executados automaticamente por sistemas inteligentes.

Atividades como **solicitações, aprovações, auditorias e reembolsos** estão entre as mais impactadas.

Além de reduzir o esforço operacional, a automação aumenta a velocidade dos processos e melhora a experiência dos usuários.

### Experiência do viajante como prioridade estratégica

As empresas estão reconhecendo que a [experiência do colaborador](https://www.govoll.com/blog/o-que-e-employee-experience?hsLang=pt-br) impacta diretamente a adesão às políticas e a produtividade durante as viagens.

Por isso, a gestão moderna busca equilibrar **controle financeiro, conveniência e satisfação do usuário**.

Programas excessivamente restritivos tendem a gerar resistência e aumentar compras fora dos canais oficiais.

Já políticas bem estruturadas fortalecem o compliance e melhoram a percepção dos colaboradores.

Essa mudança de mentalidade faz com que indicadores como **usabilidade, velocidade dos processos e qualidade do atendimento** ganhem o mesmo peso dos indicadores financeiros.

### Duty of care e gestão de riscos

A responsabilidade das empresas com a segurança dos colaboradores em viagens ganhou ainda mais relevância nos últimos anos.

Eventos climáticos extremos, crises sanitárias e instabilidades políticas reforçaram a importância de **monitoramento e proteção dos viajantes em tempo real**.

Nesse contexto, o conceito de [**duty of care**](https://www.govoll.com/blog/duty-of-care-o-que-e?hsLang=pt-br) se tornou um dos pilares da gestão moderna de viagens.

Mais do que uma obrigação legal, trata-se de garantir mecanismos eficazes para **localizar viajantes, oferecer suporte emergencial e responder rapidamente a situações de risco**.

Essa tendência continuará influenciando decisões de tecnologia, fornecedores e processos internos.

## VOLL: a parceira certa para a sua estratégia de gestão de viagens corporativas

Gerenciar viagens corporativas de forma eficiente exige mais do que controlar reservas e aprovações. É necessário integrar pessoas, processos, despesas, fornecedores e dados em uma única estratégia.

É nesse cenário que a [VOLL](https://www.govoll.com/?hsLang=pt-br) se posiciona como parceira estratégica para travel managers que buscam mais controle, eficiência e inteligência na gestão de viagens corporativas.

Como a [maior agência de viagens corporativas digital da América Latina](https://conheca.govoll.com/gestao-de-viagens-corporativas?hsLang=pt-br), a VOLL oferece uma plataforma completa de **gestão de viagens, mobilidade e despesas corporativas**, permitindo visibilidade total e decisões orientadas por dados.

### Gestão integrada de viagens, mobilidade e despesas

Muitas organizações utilizam sistemas diferentes para reservas, mobilidade, reembolsos e prestação de contas, o que gera complexidade e falta de visibilidade.

A VOLL resolve esse problema ao **integrar toda a jornada do viajante em uma única plataforma.**

Solicitações, aprovações, reservas, despesas e reembolsos passam a ser gerenciados em um ambiente centralizado.

Isso simplifica a operação e oferece uma visão mais completa dos gastos corporativos e indicadores estratégicos.

### Mais compliance e governança para o programa de viagens

Garantir o **cumprimento da política de viagens** é uma das principais responsabilidades do travel manager.

A VOLL permite configurar regras por área, cargo ou perfil de colaborador, aplicando essas diretrizes diretamente no processo de reserva.

Além disso, o [**Farol de Compliance**](https://www.govoll.com/blog/farol-de-compliance-viagens-corporativas?hsLang=pt-br) sinaliza solicitações fora da política, aumentando a visibilidade e fortalecendo a governança.

Esse modelo reduz desvios, aumenta a adesão à política e melhora a segurança na tomada de decisão.

### Inteligência artificial para decisões mais estratégicas

A plataforma da VOLL utiliza **inteligência artificial e análise avançada de dados** para gerar dashboards em tempo real e relatórios personalizados.

Isso permite acompanhar tendências, identificar economias e monitorar KPIs de forma muito mais eficiente.

Além disso, a tecnologia auxilia na identificação de melhores tarifas, apoiando decisões de compra mais inteligentes.

### Atendimento especializado para apoiar o travel manager

Mesmo com a evolução tecnológica, a gestão de viagens ainda depende de suporte humano especializado.

Por isso, a VOLL combina tecnologia com **atendimento 24/7, disponível em múltiplos canais e idiomas.**

Além do suporte ao viajante, os gestores contam com acompanhamento consultivo para aprimorar continuamente seus programas, reduzir custos e aumentar eficiência.

Essa combinação entre tecnologia e consultoria permite que o travel manager foque na estratégia enquanto a execução é suportada por especialistas.

### Transforme a gestão de viagens em uma vantagem competitiva

Com tecnologia integrada, inteligência de dados e suporte especializado, a VOLL ajuda organizações e gestores de viagens corporativas a transformar seus programas de viagens em uma fonte contínua de **eficiência, economia e governança**.

Se você quer estruturar ou evoluir o programa de viagens da sua empresa, entre em [contato com a VOLL.](https://www.govoll.com/contato?hsLang=pt-br)

## Perguntas frequentes sobre o cargo de travel manager

Entenda mais sobre a carreira do gestor de viagens corporativas.

### O que é um travel manager?

O travel manager, ou gestor de viagens, é o profissional responsável por **planejar, controlar e otimizar o programa de viagens corporativas** de uma empresa.

Suas atribuições incluem a criação da política de viagens, negociação com fornecedores, gestão de despesas, acompanhamento de indicadores, garantia de compliance e implementação de tecnologias que aumentem a eficiência do programa.

Seu papel é equilibrar **custos, governança e experiência dos viajantes** para que as viagens contribuam para os objetivos estratégicos da organização.

### Qual é a formação necessária para ser travel manager?

Não existe uma graduação obrigatória para atuar na área. As formações mais comuns incluem **Administração, Turismo, Relações Internacionais, Logística e Economia**.

Na prática, o que mais pesa é a experiência com **gestão de fornecedores, procurement, análise de dados e compliance**, além da familiaridade com plataformas de gestão de viagens.

Cursos e certificações oferecidos por associações como **ALAGEV e GBTA** também são diferenciais importantes para a evolução profissional.

### Quanto ganha um travel manager no Brasil?

A remuneração varia conforme porte da empresa, senioridade e região.

De forma geral, os salários ficam entre:

- **R$ 4.000 a R$ 7.000** para posições mais júnior ou coordenação
- **R$ 8.000 a R$ 20.000** para posições de gestão
- Em grandes empresas e multinacionais, valores podem ser ainda mais altos, com bônus e benefícios adicionais

O crescimento da área tem ampliado a valorização do profissional de forma consistente no mercado.

Recomenda-se consultar pesquisas atualizadas da ALAGEV e plataformas como LinkedIn Salary e Glassdoor para referências mais precisas.

### Qual a diferença entre travel manager e procurement?

O **<https://www.govoll.com/blog/procurement-o-que-e-e-como-utilizar-a-ia-para-otimizar-a-longo-prazo?hsLang=pt-br>procurement manager** atua de forma ampla na aquisição de bens e serviços da empresa como um todo.

Já o **travel manager** é um especialista focado exclusivamente na gestão de viagens corporativas.

As funções se conectam em atividades como negociação com fornecedores e contratos de serviços de viagem. Em empresas menores, é comum que os dois papéis sejam acumulados pela mesma pessoa.

### O travel manager precisa saber inglês?

Sim, especialmente em empresas com operação internacional.

O inglês é importante para negociar com fornecedores globais e acompanhar conteúdos da **GBTA e IATA**, além de lidar com viagens corporativas internacionais

É uma habilidade cada vez mais valorizada em processos seletivos da área.

### O que é uma TMC e por que o travel manager precisa dela?

A **TMC (Travel Management Company)** é uma empresa especializada em gestão de viagens corporativas.

Na maioria dos casos, contar com uma TMC aumenta a eficiência do programa e permite que o travel manager foque em atividades mais estratégicas.

 

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