Em fevereiro de 2026, o conflito no Oriente Médio derrubou parte da produção de petróleo da região e o barril ultrapassou US$ 100. A querosene de aviação subiu na sequência. As tarifas aéreas no Brasil acompanharam — e toda diretoria financeira que havia fechado o orçamento de viagens no fim do ano anterior se viu refazendo a conta.
Foi nesse cenário que os dados do VOLL Flights chamaram a atenção do mercado. Entre janeiro e maio de 2026, os clientes da VOLL economizaram R$ 38,1 milhões em passagens aéreas nacionais. No mesmo período de 2025, o valor havia sido de R$ 4,8 milhões. O volume de bilhetes cresceu apenas 5,5%, o que indica que a economia veio da forma de comprar, não da redução das viagens.
O conflito no Oriente Médio, iniciado em fevereiro de 2026, foi o gatilho imediato. Com parte da produção regional de petróleo comprometida, o barril ultrapassou US$ 100 e a querosene de aviação (QAV) subiu na sequência. As companhias repassaram o aumento às tarifas, e o Brasil sentiu o efeito de forma direta.
Para os gestores de viagens, o impacto foi imediato: os orçamentos fechados no final de 2025 já não refletiam a realidade. Empresas com programas de viagens maduros precisaram rever limites de tarifa, tetos de hospedagem e políticas de antecedência mínima de compra.
O que os dados da VOLL revelam, no entanto, é que parte da pressão não veio apenas da alta das tarifas. Uma estrutura de distribuição aérea que evoluiu rapidamente nos últimos anos tornou cada vez mais difícil encontrar as melhores combinações de voo por meio de buscadores convencionais — e essa dificuldade tem um custo mensurável para as empresas.
O VOLL Flights é bem mais que um buscador de passagens no sentido convencional. Lançado em julho de 2025, a ferramenta opera em segundo plano enquanto o viajante realiza sua busca: ela cruza múltiplos canais de distribuição, identifica oportunidades de combinar trechos de companhias diferentes e transforma rotas emitidas separadamente em bilhetes de ida e volta mais baratos, de forma automática e dentro da política de viagens da empresa.
A distinção em relação a outros OBTs está no processo de decisão. Em muitos sistemas tradicionais, encontrar a tarifa mais econômica exige que o viajante compare dezenas de combinações possíveis. Com o VOLL Flights, a alternativa mais econômica já aparece no topo da busca, sem que o colaborador precise analisar formatos de emissão ou estruturas de trecho.
Como afirmam dados da VOLL, mais de 70% dos viajantes corporativos acabam deixando de escolher a menor tarifa disponível por limitações dos buscadores convencionais. Esse gap explica boa parte da diferença entre os R$ 4,8 milhões economizados entre janeiro e maio de 2025 e os R$ 38,1 milhões registrados no mesmo período de 2026.
"O mercado aéreo evoluiu muito rapidamente do ponto de vista da distribuição e da precificação. Hoje, a tarifa mais econômica nem sempre está visível para quem faz uma busca convencional. O VOLL Flights foi desenvolvido justamente para encontrar essas oportunidades de forma automática", afirma Luciano Brandão, CEO da VOLL.
Não necessariamente — e os dados contradizem uma das máximas mais arraigadas do setor. Entre janeiro e maio de 2026, as maiores economias foram registradas em reservas feitas entre quatro e sete dias antes do embarque, com desconto médio de 16,3%.
Nas compras realizadas com mais de 60 dias de antecedência, a economia média ficou em 11,9% — expressiva, mas abaixo da janela de curto prazo. A explicação está na dinâmica de precificação do setor: quanto mais próximo do voo, maior tende a ser a volatilidade das tarifas entre canais de distribuição. E quanto maior a dispersão de preços, maior a oportunidade para tecnologias de busca avançada identificarem alternativas mais vantajosas.
"Em 2025, economizar 3% em uma passagem tinha um impacto relativamente pequeno para a maioria das empresas. Em 2026, com tarifas mais altas, uma economia superior a 15% passou a representar uma diferença relevante para os orçamentos de viagens", diz Brandão.
A ponte aérea Rio-São Paulo liderou a geração de savings em termos absolutos. Somadas, as operações entre Congonhas e Santos Dumont produziram R$ 5,2 milhões em economia entre janeiro e maio de 2026, com desconto médio de 26% sobre os preços praticados no mercado.
Os percentuais mais elevados surgiram nas rotas regionais. Nos trechos Brasília-São Paulo e Goiânia-São Paulo, a economia média alcançou 29,5%. Mercados com menor concorrência entre companhias aéreas tendem a apresentar maior dispersão tarifária entre canais de venda — o que amplia as oportunidades de captura para quem usa tecnologia de busca avançada.
No geral, o VOLL Flights pode reduzir o custo por trecho em até 36% nas principais rotas corporativas do país. A diferença entre esse potencial e o que as empresas efetivamente capturam é o que define a eficiência real do programa de viagens.
"São economias que normalmente permanecem invisíveis para quem compra diretamente em um único canal. Elas surgem quando conseguimos cruzar diferentes fontes de conteúdo e identificar combinações que não aparecem nas buscas tradicionais", explica o CEO.
O mesmo fenômeno observado nas rotas domésticas começa a se intensificar no mercado internacional. Entre janeiro e maio de 2025, a economia gerada pelo VOLL Flights em voos para o exterior foi de R$ 34 mil. No mesmo período de 2026, o valor saltou para R$ 893 mil — aumento de mais de 26 vezes em doze meses.
A diferença está no perfil das viagens internacionais: os bilhetes têm valor médio mais elevado e apresentam maior dispersão tarifária entre canais de distribuição, o que amplifica o potencial de saving por operação. A economia média por passagem internacional chegou a R$ 1.293 no período — cerca de cinco vezes acima do observado nos voos domésticos.
Para gestores de viagens de empresas com operações globais ou com frequência relevante de viagens ao exterior, esse dado muda o cálculo de ROI sobre a tecnologia de busca de passagens.
Os R$ 38,1 milhões economizados nos primeiros cinco meses de 2026 indicam que uma parte crescente da eficiência nos programas de viagens acontece antes do embarque — no momento da busca e da emissão. O crescimento de apenas 5,5% no volume de bilhetes confirma que o ganho não veio de voar menos, mas de comprar melhor.
Não é a negociação do acordo corporativo que define o saving final. É a camada de busca que determina se a melhor tarifa chega ao viajante antes que ele clique em confirmar.
Para o gestor de viagens, a implicação prática é direta: a análise de desempenho do programa de viagens não pode se limitar a controle de política e acordos com fornecedores. A eficiência na busca de passagens aéreas passou a fazer parte da equação de savings — e sua ausência representa um custo oculto a cada reserva feita.
A VOLL é a maior agência de viagens corporativas digital da América Latina. Nossa plataforma integra gestão de viagens, mobilidade corporativa e despesas em um único aplicativo, do pedido de passagem aérea à prestação de contas, passando por hotéis, aluguel de veículos, transporte urbano e rodoviário.
Mais de 850 mil usuários em empresas como Itaú, Nubank, iFood, XP e Cogna usam a VOLL para reduzir custos, automatizar a política de viagens e dar mais visibilidade aos gestores sobre tudo o que acontece antes, durante e depois de cada viagem corporativa.
O VOLL Flights é uma das tecnologias exclusivas da plataforma — e os R$ 38,1 milhões em savings entre janeiro e maio de 2026 são resultado direto dessa camada de busca inteligente funcionando em segundo plano.
Além dele, a VOLL possui outros agentes de IA especializados em gerar economia em gestão de despesas, reserva de hospedagem, e muito mais.
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O VOLL Flights é um buscador de passagens aéreas corporativas exclusivo e inteligente, desenvolvido pela VOLL, criado para transformar a forma como as empresas buscam, combinam e emitem voo Ela opera em segundo plano durante a busca do viajante, cruzando múltiplos canais de distribuição e identificando combinações de trechos mais econômicas automaticamente, dentro das regras da política de viagens da empresa.
Quanto economizaram os clientes da VOLL em passagens aéreas entre janeiro e maio de 2026?
R$ 38,1 milhões em passagens aéreas nacionais, contra R$ 4,8 milhões no mesmo período de 2025. O volume de bilhetes emitidos cresceu apenas 5,5% no período, o que indica que a economia veio da forma de comprar, não da redução de viagens.
Quanto mais próximo do voo, maior tende a ser a dispersão de preços entre diferentes canais de distribuição e formatos de emissão. A tecnologia do VOLL Flights identifica essas variações em tempo real, capturando economias que não estariam disponíveis numa busca convencional. Entre janeiro e maio de 2026, a janela de 4-7 dias gerou desconto médio de 16,3%, contra 11,9% nas compras com mais de 60 dias de antecedência.
A ponte aérea Rio-São Paulo (Congonhas-Santos Dumont) liderou em termos absolutos, com R$ 5,2 milhões em savings e desconto médio de 26% entre janeiro e maio de 2026. Em percentual, os maiores descontos foram registrados nas rotas Brasília-São Paulo e Goiânia-São Paulo, com média de 29,5%.
Sim. A economia média por passagem internacional chegou a R$ 1.293 no período de janeiro a maio de 2026 — cerca de cinco vezes acima do observado nos voos domésticos. O maior potencial está relacionado ao valor médio mais alto dos bilhetes internacionais e à maior dispersão tarifária entre canais.
*Fonte dos dados: VOLL, período de janeiro a maio de 2026, comparado ao mesmo período de 2025.