Uma boa parte das decisões de viagens corporativas começa com uma pergunta simples: quanto estamos gastando e onde existe espaço para economizar?
O desafio costuma aparecer quando chega a hora de encontrar a resposta. O gestor abre o sistema, aplica filtros, consulta relatórios, exporta dados e cruza informações até chegar ao número que precisa. Para analisar uma rota, um fornecedor ou o comportamento de uma área, o trabalho pode envolver diferentes consultas e ferramentas.
O MCP da VOLL leva essa consulta para o ambiente de inteligência artificial que a empresa já utiliza. Com o Model Context Protocol, dados de viagens e despesas podem ser acessados pelo ChatGPT, Claude, Gemini ou Microsoft Copilot, de acordo com as permissões definidas pela empresa.
Isso permite fazer perguntas sobre a própria operação, como o gasto com uma companhia aérea, a evolução do ticket médio de uma rota ou os desvios em relação à política de viagens, sem precisar começar pela busca do relatório.
Neste artigo, você vai entender o que é MCP, como ele funciona na gestão de viagens corporativas, quais informações podem ser consultadas, como a segurança e as permissões são tratadas e qual é a diferença entre MCP, API e IA agêntica.
MCP, ou Model Context Protocol, é um padrão aberto que conecta aplicações de inteligência artificial aos sistemas onde estão dados e ferramentas externos. O protocolo permite que aplicações de IA utilizem recursos disponibilizados por sistemas conectados.
Na gestão de viagens corporativas, o MCP conecta os dados da operação a um assistente de IA.
Na VOLL, essa integração permite consultar dados de viagens diretamente em ferramentas como ChatGPT, Claude, Gemini e Microsoft Copilot, com acesso baseado nas permissões do usuário. A VOLL apresenta essa capacidade como parte de sua plataforma de gestão de viagens e despesas com IA.
Model Context Protocol é o nome do padrão que organiza a comunicação entre aplicações de IA e sistemas externos.
Um servidor MCP pode disponibilizar recursos, ferramentas e prompts para uma aplicação de IA. Recursos fornecem dados, enquanto ferramentas permitem que o modelo solicite determinadas ações, de acordo com a implementação.
Para a gestão de viagens, isso significa conectar o ambiente de IA aos dados e recursos autorizados da operação.
O fluxo é simples:
O gestor faz uma pergunta.
A consulta é feita em linguagem natural.
O assistente interpreta a solicitação.
A aplicação identifica quais informações são necessárias.
O MCP conecta a IA à fonte autorizada.
Os dados e recursos disponíveis são consultados conforme as permissões configuradas.
A resposta retorna ao assistente.
O gestor recebe a informação no ambiente de IA que já utiliza.
A decisão continua com o gestor.
A resposta pode apoiar uma negociação, revisão de política, planejamento orçamentário ou outra decisão.
O MCP não é o modelo de linguagem e não substitui o sistema de gestão de viagens. Ele estabelece a conexão entre a aplicação de IA e os dados e recursos disponibilizados pelo sistema.
O principal uso é consultar dados reais da operação em linguagem natural.
O gestor pode perguntar:
“Quanto gastamos com a companhia aérea X nos últimos seis meses?”
Ou:
“Como evoluiu o ticket médio da rota São Paulo–Miami desde janeiro?”
Também pode comparar destinos, fornecedores, centros de custo e períodos.
Em vez de montar filtros específicos, o gestor pode perguntar:
“Quais centros de custo tiveram maior desvio em relação à política de viagens?”
O MCP também pode apoiar análises antes de uma mudança de regra:
“Quanto a empresa poderia economizar se aumentasse em dois dias a antecedência mínima de compra?”
Como explica Luciano Brandão, CEO e cofundador da VOLL:
“Quanto a empresa economizaria se aumentasse em dois dias a antecedência de compra? Hoje essa resposta pede levantamento de dados e análise posterior. Na nova plataforma, o gestor faz a simulação sobre os dados da própria operação, em linguagem natural.”
O gestor pode consultar o histórico de um fornecedor antes de uma negociação ou analisar a evolução dos gastos para apoiar o orçamento do próximo período.
O ponto comum entre esses casos é a forma de acesso: o gestor pergunta o que precisa saber, em vez de procurar previamente qual relatório contém a resposta.
Uma IA generativa isolada não conhece automaticamente os gastos, fornecedores, reservas ou políticas de uma empresa. Para responder sobre uma operação específica, precisa receber essas informações ou estar conectada a uma fonte autorizada.
É essa conexão que dá contexto à resposta.
Na gestão de viagens, o contexto inclui regras de política, fornecedores, destinos, centros de custo, perfis de viajantes e histórico de consumo. Sem essas informações, uma resposta pode ser correta em termos gerais e ainda assim não servir para aquela empresa.
“O modelo de linguagem é apenas uma parte da equação. Para uma IA responder algo relevante para uma empresa, ela precisa entender o contexto daquele negócio. Nosso trabalho está justamente em estruturar esse contexto e disponibilizá-lo de forma segura.” - Lucas Machado, CTO da VOLL
A VOLL utiliza o MCP para conectar os dados da plataforma a assistentes como ChatGPT, Claude, Gemini e Copilot. O acesso permanece condicionado às permissões definidas pela empresa.
O MCP é um protocolo de conexão. A segurança depende de como a integração é implementada, incluindo autenticação, autorização, permissões, infraestrutura, regras de negócio e auditoria.
Na arquitetura apresentada pela VOLL, o acesso aos dados segue as permissões estabelecidas na plataforma. A empresa também informa que não utiliza dados de clientes para treinar seus modelos.
Como reforça o CTO da VOLL:
“Conectar um sistema corporativo a uma IA não pode significar abrir mão do controle sobre o dado. Segurança e governança fazem parte da arquitetura desde o início. O dado pertence ao cliente e permanece sob seu controle.”
Para avaliar uma implementação de MCP, a empresa deve verificar:
Quais dados estarão disponíveis;
Quem poderá acessá-los;
Quais permissões serão aplicadas;
Quais ações poderão ser executadas;
Como consultas e ações serão registradas;
Quais regras de negócio serão mantidas;
Quando será necessária aprovação humana.
A VOLL também informa possuir certificação ISO 27001.
Não. O MCP conecta uma aplicação de IA aos dados e recursos disponibilizados por um sistema. Ele não substitui a plataforma de gestão de viagens nem o modelo de linguagem.
Confira as diferenças:
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Componente |
Função |
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Plataforma de viagens |
Gerencia a operação e seus dados |
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Dados corporativos |
Reúnem informações de viagens, despesas, fornecedores e indicadores |
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Modelo de linguagem |
Interpreta perguntas e produz respostas |
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MCP |
Conecta a aplicação de IA aos dados e recursos disponibilizados |
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IA agêntica |
Pode analisar, recomendar e executar tarefas conforme as regras definidas |
Uma API permite a comunicação entre sistemas por meio de interfaces e regras definidas. O MCP estabelece um padrão para conectar aplicações de IA aos dados, recursos e ferramentas de sistemas externos.
As duas tecnologias podem coexistir.
Uma empresa pode continuar utilizando APIs para suas integrações tradicionais e disponibilizar determinados recursos para aplicações de IA por meio do MCP.
MCP e IA agêntica cumprem funções diferentes.
O MCP conecta a aplicação de IA aos dados e às ferramentas. A IA agêntica utiliza esse contexto para analisar situações, recomendar ações e, quando autorizada, executar tarefas.
Por exemplo, pelo MCP o gestor pode perguntar:
“Quanto gastamos com passagens para São Paulo no último trimestre?”
Em uma arquitetura de IA agêntica, a plataforma pode analisar os dados, identificar uma oportunidade e executar uma tarefa quando houver autonomia configurada para isso.
Com a nosso sistema de IA agêntica, chamado VOLL Intelligence, agentes especializados atuam em diferentes etapas da jornada de viagens e despesas, com níveis de autonomia definidos pela empresa. Esses agentes geraram mais de R$ 3 milhões em savings no primeiro trimestre de 2026 para os clientes da VOLL, considerando aplicações em passagens, hotéis e despesas.
O MCP muda a forma de acessar a informação usada na tomada de decisão.
Em vez de alternar entre dashboards, planilhas e relatórios para cada análise, o gestor pode consultar os dados da operação no ambiente de IA que já utiliza.
Isso reduz o trabalho operacional envolvido na preparação de análises e libera tempo para atividades como negociação com fornecedores, revisão de políticas, planejamento orçamentário e acompanhamento do desempenho do programa.
O ganho está no acesso: a pergunta passa a ser o ponto de partida da análise, e não a busca pelo relatório.
Entre os principais casos de uso estão:
Gastos por companhia aérea, rota, destino ou centro de custo;
Evolução do ticket médio;
Antecedência média de compra;
Desvios de política;
Desempenho de fornecedores;
Preparação de negociações;
Acompanhamento do orçamento;
Simulação de mudanças na política;
Análise de despesas;
Indicadores operacionais;
Variações de custo;
Oportunidades de economia.
Com a plataforma de IA agêntica da VOLL, essas consultas fazem parte de uma arquitetura que reúne mais de 154 indicadores em tempo real.
O MCP da VOLL conecta os dados de viagens aos principais assistentes de IA utilizados pelas empresas.
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Assistente |
Aplicação na gestão de viagens |
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ChatGPT |
Consulta de dados e indicadores da operação |
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Claude |
Análise de informações autorizadas |
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Gemini |
Consulta de dados disponibilizados pela integração |
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Microsoft Copilot |
Acesso às informações pelo ambiente de IA da empresa |
A VOLL informa que o acesso aos dados é baseado nas permissões do usuário.
A implementação deve começar pelos casos de uso.
Primeiro, a empresa define quais perguntas precisa responder e quais decisões pretende apoiar. Depois, estabelece os dados que podem ser disponibilizados, os perfis de acesso e as regras de negócio.
Também é preciso definir o nível de autonomia da IA. Consultar uma informação, recomendar uma ação e executar uma tarefa são situações diferentes.
Uma implementação corporativa deve considerar:
Dados: quais informações estarão disponíveis?
Permissões: quem poderá acessá-las?
Governança: quais políticas e regras serão aplicadas?
Autonomia: o que a IA pode consultar, recomendar ou executar?
Auditoria: como o uso da integração será acompanhado?
Escalonamento: quando uma pessoa precisa assumir o caso?
Essa estrutura permite incorporar o MCP ao modelo de governança de IA da empresa sem separar a tecnologia das regras da operação.
A nova plataforma da VOLL adota o Model Context Protocol (MCP) para conectar os dados de viagens aos assistentes de inteligência artificial que as empresas já utilizam, como ChatGPT, Claude, Gemini e Copilot.
Portanto, se a sua empresa já usa um chat de IA conectado à operação interna, a integração permite que um gestor pergunte diretamente ao assistente quanto a empresa gastou em determinada rota ou como o ticket médio evoluiu em um período, sem precisar abrir outro sistema ou esperar a elaboração de um relatório.
A plataforma da VOLL inclui a inteligência artificial em toda a jornada da viagem corporativa:
Economia identificada antes da pergunta, com retarifação de passagens antes da aprovação e recuperação de créditos de bilhetes não voados;
Auditoria de 100% das despesas com agentes de IA, sinalizando nota duplicada e gasto fora do padrão;
Política aplicada a partir do PDF da empresa e ajustada em linguagem natural, sem depender de TI;
BI conversacional que responde sobre gasto, desvio e oportunidade de economia na hora, sem fila de relatório;
Monitoramento de disrupções, localizando viajantes em rota quando há alerta no destino;
Atendimento humano sempre disponível quando a viagem exige uma decisão que só uma pessoa toma.
E tudo isso ganha um novo alcance MCP (Model Context Protocol) da VOLL.
Em vez de colar planilhas em um chat, você conecta as ferramentas de IA que a sua empresa já usa, como ChatGPT, Claude, Copilot e Gemini, diretamente à base de dados de viagens e despesas da VOLL. A IA passa a responder sobre a sua operação real: quanto foi gasto no mês, onde estão os desvios, como o câmbio impactou os custos ou quais viajantes podem ser afetados por uma disrupção.
A gestão de viagens entra no fluxo de IA que a sua empresa já utiliza. A autonomia continua com quem gerencia: os agentes analisam e recomendam, e a decisão é sempre sua.
Quer ver como a plataforma de IA agêntica e o MCP funcionam na gestão de viagens da sua empresa? Preencha o formulário e um executivo da VOLL entrará em contato.