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Bem-estar do viajante corporativo: estratégias para melhorar segurança, satisfação e produtividade

Escrito por Luiz Moura | 27/06/19 16:07

Ainda que seja um tema muito importante, o bem-estar do viajante corporativo raramente aparece entre os principais indicadores acompanhados em um programa de viagens.

Mas pense na última vez que alguém da sua empresa pegou um voo de madrugada, dormiu mal num hotel qualquer, perdeu a conexão e ainda assim precisou apresentar bem numa reunião decisiva às nove da manhã.

Esse viajante custou caro: passagem, diária, horas de trabalho. E provavelmente entregou abaixo do que poderia.

Isso porque, por muito tempo, viagem corporativa foi medida só por preço: quanto custou o bilhete, a diária ficou dentro da política.

O viajante, no meio disso, não era prioridade, mas isso está mudando. As empresas começaram a perceber que o jeito como a pessoa viaja afeta diretamente o resultado da viagem, e até a vontade dela de continuar na empresa.

Uma análise publicada pela Harvard Business Review mostrou que, quanto mais noites a pessoa passa fora a trabalho, maior o risco de ansiedade, depressão, sono ruim e sedentarismo: quem fica 14 ou mais noites fora por mês adoece mais do que quem viaja pouco. Viajar demais, sem cuidado, cobra um preço que reaparece em produtividade, faltas e rotatividade. 

Neste artigo, você vai entender o que realmente significa cuidar do bem-estar de quem viaja, por que isso virou indicador de programa de viagens (e não pauta de RH) e por onde uma empresa começa a tratar o tema antes que algo dê errado na estrada.

O que é bem-estar do viajante corporativo?

Bem-estar do viajante corporativo é o conjunto de práticas, políticas e recursos destinados a preservar a saúde, a segurança e a qualidade da experiência dos colaboradores durante deslocamentos a trabalho.

Embora o tema seja frequentemente associado a benefícios e conforto, o conceito é mais amplo e envolve desde a organização da viagem e a escolha dos fornecedores até o suporte oferecido ao colaborador durante o deslocamento, além de sua capacidade de realizar as atividades profissionais em condições adequadas.

Para empresas que dependem de viagens frequentes, esse cuidado faz parte do duty of care corporativo, e afeta diretamente a percepção dos colaboradores sobre a experiência de viagem, a adesão à política corporativa e até mesmo indicadores relacionados à satisfação e retenção de talentos.

Quais os pilares do bem-estar dos colaboradores durante uma viagem?

O bem-estar do colaborador em viagens corporativas baseia-se em alguns pilares principais:

  • Duty of care (segurança e gestão de riscos);

  • Saúde física e mental;

  • Suporte durante toda a jornada;

  • Experiência do viajante;

  • Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal;

  • Escuta ativa e melhoria contínua.

Entenda abaixo os principais pilares.

(Duty of care): segurança e gestão de riscos

A segurança é um dos pilares mais importantes de qualquer programa de viagens corporativas. O colaborador precisa saber que terá suporte caso enfrente problemas de saúde, cancelamentos, desastres naturais, instabilidade política ou outras situações que possam comprometer a viagem.

Por esse motivo, muitas empresas adotam práticas de duty of care, monitoramento de destinos e mecanismos de rastreamento de viajante, permitindo uma resposta mais rápida em situações de emergência.

Saúde física e mental

Viagens frequentes podem afetar o sono, a alimentação e os níveis de estresse do colaborador. Em alguns casos, o desgaste não está relacionado a um único deslocamento, mas ao acúmulo de viagens ao longo do tempo.

Por isso, é preciso considerar fatores como tempo de deslocamento, conexões excessivas, recuperação entre viagens e acesso a suporte médico ou psicológico quando necessário.

Suporte durante toda a jornada

Imprevistos fazem parte da rotina das viagens corporativas. Voos cancelados, alterações de agenda, problemas com hospedagem ou dificuldades de transporte podem gerar impacto significativo quando o colaborador não sabe a quem recorrer.

Por isso, o acesso a assistência 24 horas e canais rápidos de atendimento contribui para reduzir inseguranças e tornar a experiência mais tranquila.

Experiência do viajante

A forma como a viagem é planejada também influencia o bem-estar. Processos burocráticos, aprovações lentas e dificuldades para organizar deslocamentos podem aumentar o desgaste antes mesmo do embarque.

Quando a jornada é simples e previsível, o colaborador consegue dedicar mais atenção ao objetivo da viagem e menos energia à resolução de problemas operacionais.

Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal

Nem sempre os impactos de uma viagem corporativa terminam quando o colaborador retorna para casa. Ausências frequentes, mudanças de rotina e longos períodos longe da família podem afetar a qualidade de vida e a percepção sobre o trabalho.

Por esse motivo, muitas empresas passaram a analisar a frequência das viagens, os períodos de descanso e até políticas relacionadas ao bleisure, buscando tornar os deslocamentos mais sustentáveis para quem viaja com frequência.

Escuta ativa e melhoria contínua

Nenhum programa de bem-estar é eficaz sem ouvir quem realmente vivencia as viagens. Pesquisas de satisfação, indicadores como NPS de viagem e conversas frequentes com os colaboradores ajudam a identificar problemas que nem sempre aparecem nos relatórios operacionais.

A experiência do viajante muda ao longo do tempo, assim como as necessidades da empresa. Por isso, a escuta contínua costuma ser um dos pilares mais importantes para manter o programa relevante e efetivo.

Quais os deveres da empresa durante uma viagem a trabalho?

Quando um colaborador viaja a trabalho, a responsabilidade da empresa é adotar medidas razoáveis para proteger a saúde, a segurança e a integridade de seus profissionais durante todo o deslocamento.

Esse princípio é conhecido como duty of care, expressão amplamente utilizada na gestão de viagens corporativas para definir a responsabilidade da empresa em identificar riscos, oferecer suporte e tomar medidas preventivas para reduzir impactos sobre os viajantes.

Nos últimos anos, o tema ganhou ainda mais relevância com a publicação da ISO 31030, norma internacional que fornece diretrizes para a gestão de riscos em viagens. Embora não seja uma certificação obrigatória, a norma é considerada uma das principais referências globais para empresas que desejam estruturar programas de viagens mais seguros.

A ISO 31030 recomenda que as organizações adotem uma abordagem contínua de gestão de riscos, considerando todas as etapas da viagem. Isso inclui avaliar o destino, identificar possíveis ameaças, preparar os colaboradores antes do embarque e definir protocolos de resposta para situações de emergência.

Na prática, cumprir o dever de cuidado pode envolver ações como:

  • Mapear riscos associados ao destino, incluindo questões sanitárias, climáticas e de segurança;

  • Disponibilizar seguro viagem corporativo adequado ao perfil da viagem;

  • Oferecer canais de assistência 24 horas para suporte em emergências;

  • Manter mecanismos de rastreamento de viajante, especialmente em viagens internacionais ou para áreas de maior risco;

  • Orientar os colaboradores antes do embarque sobre procedimentos, contatos de emergência e boas práticas de segurança;

  • Garantir que a política de viagens considere aspectos relacionados à saúde e ao bem-estar do viajante.

Além da proteção ao colaborador, essas medidas ajudam a empresa a responder com mais agilidade diante de imprevistos, reduzir impactos operacionais e fortalecer a confiança dos profissionais que viajam com frequência.

Cada vez mais, o duty of care deixa de ser visto apenas como uma obrigação relacionada à gestão de riscos e passa a fazer parte da experiência do viajante corporativo. Afinal, colaboradores que percebem que a empresa se preocupa com sua segurança e bem-estar tendem a viajar com mais tranquilidade e confiança.

Quais os impactos da viagem frequente na saúde do colaborador?

Para quem viaja esporadicamente, uma viagem corporativa pode parecer uma experiência positiva. Conhecer novas cidades, participar de eventos e sair da rotina são aspectos que costumam ser vistos com bons olhos por muitos profissionais.

A realidade do viajante frequente, porém, tende a ser diferente. Quando os deslocamentos passam a fazer parte da rotina de trabalho, o acúmulo de horas em aeroportos, mudanças constantes de agenda e longos períodos longe de casa pode gerar impactos que nem sempre aparecem nos relatórios de despesas ou produtividade.

Um dos efeitos mais estudados está relacionado ao sono. Voos em horários pouco convencionais, mudanças de fuso horário e rotinas irregulares podem comprometer a qualidade do descanso, afetando concentração, tomada de decisão e desempenho profissional nos dias seguintes.

A alimentação também costuma sofrer alterações. Refeições feitas em horários diferentes, consumo frequente de alimentos ultraprocessados e dificuldade para manter hábitos saudáveis durante os deslocamentos podem aumentar o desgaste físico ao longo do tempo.

Os impactos não se limitam à saúde física. Um estudo da World Travel Protection apontou que a saúde mental se tornou uma das principais preocupações das empresas em relação às viagens corporativas. Entre os fatores mais citados estão fadiga, ansiedade relacionada a deslocamentos e sobrecarga decorrente de agendas intensas.

Outro aspecto relevante é o isolamento social. Viagens recorrentes podem reduzir o tempo disponível para convivência familiar, atividades de lazer e compromissos pessoais. Dependendo da frequência, o colaborador pode começar a perceber os deslocamentos como uma fonte de desgaste, e não mais como uma oportunidade profissional.

Esse impacto também aparece nos indicadores corporativos. Empresas que acompanham a experiência dos viajantes frequentemente observam relações entre a qualidade das viagens, o NPS de viagem, o engajamento dos colaboradores e até indicadores de retenção de talentos.

Por esse motivo, muitas empresas grandes deixaram de avaliar as viagens apenas sob a perspectiva de custos. A frequência dos deslocamentos, o tempo total gasto em trânsito, a qualidade do suporte oferecido e a percepção dos colaboradores passaram a ser elementos importantes para medir o sucesso de um programa de viagens corporativas.

Cuidar da saúde do viajante corporativo não significa eliminar as viagens, mas criar condições para que elas aconteçam de forma sustentável ao longo do tempo. Afinal, uma viagem produtiva depende não apenas da agenda planejada, mas também das condições físicas e emocionais de quem precisa executá-la.

Como criar um programa de bem-estar para viajantes corporativos?

Criar um programa de bem-estar do viajante corporativo exige mais do que incluir benefícios isolados na política de viagens. O primeiro passo é entender como os colaboradores vivenciam os deslocamentos e quais fatores realmente impactam sua experiência.

Empresas que obtêm melhores resultados costumam combinar dados operacionais com a percepção dos próprios viajantes. Dessa forma, as decisões deixam de ser baseadas em suposições e passam a refletir necessidades reais da operação.

Ouça os viajantes antes de definir as prioridades

Muitas organizações investem em iniciativas que consideram importantes, mas que nem sempre resolvem os principais desafios enfrentados pelos colaboradores.

Pesquisas de satisfação, entrevistas periódicas, análises de NPS de viagem e reuniões de feedback ajudam a identificar problemas relacionados a deslocamentos, fornecedores, políticas internas e suporte durante as viagens.

Além de mapear dificuldades, esse processo permite entender quais ações realmente geram valor para os viajantes frequentes.

Analise os dados da operação

A percepção dos colaboradores deve ser complementada por indicadores operacionais.

Frequência das viagens, duração média dos deslocamentos, quantidade de conexões, cancelamentos, solicitações de suporte e volume de exceções à política podem revelar fatores que contribuem para o desgaste dos viajantes.

Com essas informações, a empresa consegue priorizar melhorias com maior potencial de impacto.

Revise a política de viagens sob a perspectiva do colaborador

Muitas políticas de viagens corporativas são criadas com foco exclusivo em controle de custos. Embora esse aspecto seja importante, ele não deve ser o único critério considerado.

Vale avaliar, por exemplo, se conexões excessivas estão sendo priorizadas apenas por serem mais baratas, se os horários dos voos são adequados ou se os tempos de deslocamento estão compatíveis com a agenda de trabalho prevista.

Uma política eficiente busca equilibrar economia, produtividade e bem-estar.

Estruture mecanismos de duty of care

Todo programa de bem-estar deve estar conectado a uma estratégia de duty of care.

Isso envolve definir processos para identificação de riscos, comunicação com viajantes e resposta a situações de emergência. A adoção de referências como a ISO 31030 pode ajudar a estruturar essa governança de forma mais consistente.

Também é importante que os colaboradores saibam exatamente como acionar ajuda quando necessário.

Ofereça suporte durante toda a viagem

Alterações de voos, problemas com hospedagem, emergências médicas e dificuldades de transporte podem acontecer a qualquer momento.

Por isso, muitas empresas adotam serviços de assistência 24 horas, garantindo que o colaborador tenha apoio rápido independentemente do horário ou local onde esteja.

Inclua seguro viagem corporativo na estratégia

O seguro viagem corporativo não deve ser visto apenas como uma exigência para viagens internacionais.

Dependendo do perfil da operação, ele pode oferecer cobertura para despesas médicas, cancelamentos, extravio de bagagem e outras situações que afetam diretamente a experiência e a segurança do viajante.

Além da proteção financeira, o seguro contribui para reduzir a exposição da empresa a riscos relacionados ao deslocamento.

Considere diferentes perfis de viajantes

Nem todos os colaboradores possuem as mesmas necessidades.

Questões relacionadas à acessibilidade, condições de saúde, identidade de gênero, responsabilidades familiares ou limitações temporárias podem exigir adaptações específicas na jornada de viagem.

Por esse motivo, programas mais maduros incorporam princípios de diversidade e inclusão na gestão das viagens corporativas.

Avalie políticas de bleisure com critérios claros

A combinação entre viagem corporativa e lazer, conhecida como bleisure, tem ganhado espaço em diversas organizações.

Quando bem estruturada, essa prática pode contribuir para uma experiência mais positiva, especialmente em viagens longas ou internacionais. No entanto, é importante definir regras claras sobre custos, responsabilidade da empresa e cobertura de seguros durante os períodos não relacionados ao trabalho.

Monitore resultados e promova melhorias contínuas

Indicadores como NPS de viagem, volume de chamados, incidentes de segurança, utilização do suporte 24 horas e feedback dos colaboradores ajudam a acompanhar a evolução da experiência ao longo do tempo e a implementar a melhoria contínua.

A combinação entre dados operacionais e escuta ativa permite ajustar a estratégia continuamente e manter o programa alinhado às necessidades dos viajantes e da empresa.

VOLL: centralize a jornada do viajante em uma única plataforma

A VOLL é a maior agência de viagens corporativas digital da América Latina e ajuda empresas como Itaú, Nubank, XP, iFood, Localiza, Afya, Cogna e Riachuelo a transformar a gestão de viagens em uma experiência mais eficiente para gestores e colaboradores.

Muito mais do que emitir passagens mais baratas ou reservar hotéis, a VOLL centraliza viagens, despesas e mobilidade corporativa em uma única plataforma, permitindo que a empresa acompanhe toda a experiência do viajante antes, durante e após o deslocamento.

Além da facilidade de uma plataforma mobile-first, entre os recursos que contribuem para o bem-estar e a segurança dos viajantes corporativos, a VOLL oferece:

  • Atendimento especializado e suporte 24 horas por dia;

  • Rastreamento e acompanhamento dos viajantes durante a jornada;

  • Comunicação rápida entre gestores, viajantes e equipe de suporte;

  • Políticas de viagens configuradas para equilibrar compliance e experiência do colaborador;

  • Dashboards e indicadores para monitorar a experiência dos viajantes;

  • Gestão integrada de mobilidade corporativa, hospedagem e transporte;

  • Controle de despesas e reembolsos sem processos paralelos;

  • Visibilidade em tempo real das viagens em andamento;

  • Suporte para estratégias de duty of care e gestão de riscos.

Essa visibilidade contribui diretamente para estratégias de duty of care e gestão de riscos. Gestores conseguem identificar onde os colaboradores estão, acompanhar deslocamentos em andamento e oferecer suporte mais rápido quando surgem imprevistos durante a viagem.

Para o viajante, a experiência também se torna mais simples. Solicitações, aprovações, reservas, despesas e reembolsos ficam concentrados em um único ambiente, reduzindo burocracias e facilitando o acesso às informações da viagem.

A plataforma também ajuda as empresas a fortalecer indicadores relacionados à experiência do colaborador, como NPS de viagem, adesão à política corporativa e satisfação dos viajantes frequentes.

A Arcos Dorados (McDonald's) é um exemplo concreto disso: a empresa alcançou um NPS de 86, um recorde em sua operação de viagens corporativas após implementar, junto à VOLL, um modelo de atendimento mais próximo e especializado para os colaboradores em viagem.

"A parceria com a VOLL nos permitiu evoluir não apenas em tecnologia, mas também na forma como apoiamos nossos colaboradores em viagem, trazendo mais agilidade, controle e qualidade no atendimento", disse Silva.

Esse cuidado com as pessoas faz parte da cultura da própria VOLL. Reconhecida como Great Place to Work (GPTW), a empresa acredita que experiências melhores para os colaboradores geram resultados melhores para as organizações.

Se a sua empresa busca uma forma de integrar viagens corporativas, mobilidade, gestão de despesas, duty of care e experiência do viajante em uma única solução, entre em contato com a VOLL e solicite uma demonstração!

Preencha o formulário e um executivo da VOLL entrará em contato!

 

Perguntas frequentes sobre bem-estar do viajante corporativo

Saiba como cuidar ainda mais dos viajantes da sua empresa.

Como medir o bem-estar do viajante corporativo?

O acompanhamento pode ser feito por meio de pesquisas de satisfação, NPS de viagem, feedbacks dos colaboradores e indicadores relacionados a suporte, incidentes, frequência de deslocamentos e utilização dos serviços oferecidos durante a viagem.

O que é NPS de viagem?

O NPS (Net Promoter Score) é uma métrica utilizada para medir o nível de satisfação dos viajantes corporativos. Em geral, os colaboradores respondem o quanto recomendariam a experiência de viagem oferecida pela empresa, permitindo identificar oportunidades de melhoria.

A ISO 31030 é obrigatória?

Não. A ISO 31030 é uma norma de orientação e não uma certificação obrigatória. Ainda assim, ela é considerada uma das principais referências internacionais para empresas que desejam fortalecer a gestão de riscos em viagens corporativas.

O duty of care se aplica apenas a viagens internacionais?

Não. O conceito de duty of care se aplica a qualquer deslocamento realizado a trabalho, independentemente do destino. A empresa continua tendo responsabilidades relacionadas à segurança e ao bem-estar do colaborador durante toda a jornada.

O seguro viagem corporativo é obrigatório?

A obrigatoriedade depende do destino e da política da empresa. Mesmo quando não é exigido por lei, o seguro costuma ser recomendado para reduzir riscos financeiros e garantir assistência ao viajante em situações imprevistas.

O que caracteriza um viajante frequente?

Não existe uma definição única. Em geral, o termo é utilizado para profissionais que realizam deslocamentos corporativos de forma recorrente ao longo do ano, seja em viagens nacionais ou internacionais.

Como equilibrar controle de custos e bem-estar do viajante?

Para encontrar um equilíbrio entre economia, produtividade e experiência do colaborador, é ideal avaliar o impacto das decisões sobre toda a jornada da viagem. Não escolher o mais barato ou mais caro, e sim ponderar opções que equilibrem custo e bem-estar.

O bleisure pode contribuir para o bem-estar dos colaboradores?

Sim, desde que exista uma política clara para sua utilização. Em algumas situações, a possibilidade de estender a permanência no destino para atividades pessoais pode tornar a experiência menos desgastante e mais equilibrada.

Qual a relação entre bem-estar do viajante e retenção de talentos?

Colaboradores que se sentem apoiados durante viagens corporativas tendem a ter uma percepção mais positiva da empresa. Isso pode contribuir para maior satisfação, engajamento e retenção, especialmente entre profissionais que viajam com frequência.

Quais indicadores ajudam a acompanhar a experiência dos viajantes?

Além do NPS de viagem, muitas empresas monitoram indicadores como volume de chamados de suporte, tempo de resolução de problemas, adesão à política de viagens, incidentes registrados e avaliações dos fornecedores utilizados durante os deslocamentos.