Nova plataforma da VOLL: IA agêntica na jornada inteira, do planejamento à prestação de contas
Como a arquitetura multiagente da nova plataforma da VOLL cobre a jornada da viagem corporativa, do planejamento à prestação de contas, e o que isso muda para gestores e viajantes.
Imagine uma caixa de texto. Por escrito ou por voz, o gestor pergunta e, do outro lado, responde o equivalente a um time inteiro de especialistas em dados, orçamento e mercado. O número, o gráfico e o recorte chegam na hora.
É assim que funciona a nova plataforma da VOLL, apresentada no palco do Travel Connect 2026, construída a partir de uma arquitetura de agentes de IA que atuam em toda a jornada da viagem corporativa, do planejamento à prestação de contas.
Este artigo explica o que é IA agêntica, como funciona uma arquitetura multiagente, como ela compõe esse novo momento da plataforma da VOLL, o que muda na rotina de quem gerencia um programa de viagens e de quem viaja, e como fica a relação entre tecnologia e atendimento humano.
No final, um bloco de perguntas frequentes trata das dúvidas que aparecem com mais frequência na avaliação desse tipo de solução.
O próximo passo da VOLL: o modelo que ficou pequeno para a função
Ao longo da execução dessa solução da nossa agência de viagens corporativas, a VOLL percebeu um padrão:
Quem gerencia um programa de viagens corporativas foi contratado para gerir, analisar, decidir. Boa parte da rotina, no entanto, ainda é consumida pelo operacional: conferir notas, localizar um relatório pendente, responder por um gasto que só aparece no fechamento do mês.
A causa é conhecida. As passagens aéreas ficam em um sistema, a despesa em outro, o suporte no e-mail. Boa parte das empresas têm programa de viagens que funciona como sistema fechado, sem conexão com o mundo em que as viagens de fato acontecem.
Do outro lado da mesma operação está o viajante, que repete perfil, centro de custo e aprovador a cada solicitação, como se o sistema não guardasse histórico.
Vale dizer que o problema não é de escala nem de maturidade do mercado brasileiro. O setor movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano no país, e o Brasil aparece em 10º lugar no ranking global de gastos com viagens corporativas, com US$ 35,8 bilhões estimados para 2026, segundo o Business Travel Index da GBTA.
O que faltava no mercado de viagens corporativas era a ferramenta acompanhar o tamanho da função. A novidade não está no fim desse modelo. Está no fato de que, pela primeira vez, ela acompanhou.
O que é a IA agêntica?
IA agêntica é a inteligência artificial capaz de identificar o que precisa ser feito e tomar a iniciativa de resolver, sem depender de um comando manual em cada etapa. Os modelos tradicionais funcionam por estímulo e resposta: você pergunta, eles respondem.
Na gestão de viagens e despesas, a diferença é fácil de enxergar. Um modelo tradicional informa quanto foi gasto no mês quando alguém pergunta. Um agente percebe que o gasto de um centro de custo saiu do padrão, verifica o que explica o desvio e apresenta a informação antes da pergunta.
Essa mudança acompanha o que se discutiu na GBTA Convention 2026, em Chicago: a IA deixou de ser um projeto paralelo e passou a ser uma camada da operação, presente na busca, no atendimento, na gestão, na recomendação e na tomada de decisão.
Arquitetura multiagente: especialistas que trocam informação
A plataforma da VOLL não opera com um agente generalista único. Ela é multiagente, e essa decisão de arquitetura sustenta todo o resto.
"A plataforma é multiagente. É como se, dentro de um mesmo sistema, existissem diversos especialistas, cada um dominando uma área de conhecimento: passagem aérea, hotel, despesas, aprovação. Esses agentes de IA conversam entre si para chegar à melhor solução e dar as melhores recomendações aos gestores de viagens e viajantes." — Felipe Borges, sócio-diretor de Engenharia e Produto da VOLL.
Isso importa nos casos que uma interface convencional não resolve bem.
Por exemplo, em um roteiro de São Paulo para Lisboa e depois para Singapura, cada decisão depende de variáveis que se cruzam: política da empresa, fusos, tempo de deslocamento, tarifas, compromissos já marcados na agenda. Por isso, a VOLL criou agentes especializados que trocam informação entre si tratam essa complexidade de forma coordenada.
O copiloto de que se fala é, na verdade, uma tripulação de especialidades.

O que muda para quem gerencia viagens corporativas com a VOLL?
A palavra que resume a mudança é uma que todo gestor conhece: delegar. Delegar nunca foi sinal de dispensabilidade. É o que distingue quem opera de quem lidera.
Com a plataforma, quem gerencia passa a contar com uma estrutura que executa a rotina e presta contas, enquanto a decisão permanece onde sempre deveria estar: com o humanos por trás desse serviço, o cliente VOLL.
Dois modos de trabalho
A interface respeita dois jeitos de trabalhar. Quem prefere tela tem menus pré-definidos e painéis determinísticos, com mais de 154 indicadores em tempo real e análise preditiva para controle financeiro. Quem prefere conversa pede e vê acontecer, por texto, voz ou anexos.
Na mesma interação, o gestor dispõe de estatística aplicada aos próprios gastos, projeção de orçamento, leitura de mercado e câmbio, estratégia de fornecedores e inteligência de tarifas aéreas e hoteleiras. As perguntas que a própria interface sugere dão a medida do que mudou:
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Com quais fornecedores tenho volume para negociar uma tarifa melhor?
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Qual a projeção de gasto do próximo mês, no ritmo atual, contra o orçamento?
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Quais centros de custo estão acima do padrão e o que explica o desvio?
Cada resposta chega com o número, o gráfico e o recorte, na hora. São análises que costumavam aguardar semanas na fila do BI. Agora ficam prontas durante a própria reunião em que a decisão acontece.

A política de viagens sai da planilha
Na gestão de viagens tradicional, costuma existir uma distância comum entre a política de viagens escrita e a política aplicada. A VOLL entendeu isso, e resolveu também aplicar à nova era da nossa solução;
Na nova plataforma da VOLL, o gestor consegue ajustar e explicar as regras em linguagem natural, em uma conversa simples, e elas são aplicadas à plataforma da empresa pela própria IA, sem depender de TI.
O ciclo de governança do cliente VOLL muda com isso: revisar uma regra passa a ser uma decisão que entra em vigor quando o gestor decide, sem depender da estrutura da empresa ou do fornecedor.
Assim, quando a política deixa de ser um documento estático, ela começa a funcionar como fonte de informação.
A análise olha também para fora
Os agentes buscam dados de mercado e fluxos de viajantes fora da plataforma. Um grande evento no destino vira sugestão de ajuste na política. O fechamento de um aeroporto ou um evento climático vira ponto de partida para reprogramar viagens, rever o budget, renegociar acordos.
O programa de viagens, que sempre operou como sistema fechado, ganha uma janela permanente e segura para analisar o que está acontecendo no mundo antes de sugerir mudanças na gestão de viagens.
A economia não precisa mais ser caçada
A plataforma sugere onde economizar antes de o gestor perguntar.
Nesta nova era da plataforma, ampliamos uma das principais funcionalidades da VOLL ao longo dos anos: o monitoramento contínuo de preços, feito pelos agentes de IA da VOLL, revela as alavancas reais de saving para o gestor de viagens. A gestão de bilhetes não voados reaproveita créditos que costumavam expirar sem uso.
Isso funciona porque os agentes cruzam, continuamente, os gastos da empresa com o que acontece no mercado: preço, câmbio, inflação.
Assim, o gestor acompanha a projeção de gasto do mês antes que ele termine.
"O tempo que o time recupera vira análise. Quem gerencia o programa deixa de operar exceção e passa a ser analítico, estratégico, propositivo, capaz de sentar em qualquer mesa da empresa e falar de resultado. A cada ciclo, apresentamos um business case com a evolução do programa, comparando com o mercado, o câmbio e a inflação. Ao vivo, não em uma reunião trimestral." — Felipe Borges

O que muda para quem viaja com a VOLL?
Para o viajante, a proposta da nova plataforma da VOLL é personalização sem esforço extra.
Preferências aplicadas dentro da política
Quem prefere assento na janela, voo direto e chegar cedo ao destino não repete essa preferência a cada compra. A nova inteligência da plataforma da VOLL já aplica esse padrão. O mesmo vale para hospedagem: hotel com estrutura de academia, a poucos minutos a pé do compromisso do dia, com café da manhã incluso.
Tudo filtrado dentro da política de viagens da empresa, com programas de fidelidade reconhecidos direto na reserva.
Agenda integrada: a viagem como parte do dia
Integrar a agenda do viajante à ferramenta é um dos principais diferenciais da plataforma. Compromissos, horários e deslocamentos passam a ser considerados juntos, e não um a um.
"Por que costumamos encaixar o nosso dia na viagem a trabalho em vez de colocar a viagem a trabalho como parte do nosso dia? Este foi o questionamento que fizemos. Na nova plataforma, a viagem deixa de ser analisada de forma isolada e passa a considerar compromissos, horários e deslocamentos para construir um itinerário coerente com a rotina do viajante, privilegiando sempre o que sua empresa definiu como política." — Luiz Moura, cofundador e diretor de negócios da VOLL
Em vez de aplicar apenas a regra de menor custo, a plataforma pode sugerir a hospedagem mais próxima de um compromisso à noite.
Solicitação em poucos cliques
A jornada do viajante está mais fluída do que nunca na VOLL, graças ao nosso ambiente de IA multiagêntico.
Por exemplo, o colaborador entra no aplicativo da VOLL e aciona um chat, informando que fará uma viagem para Brasília.
O sistema já conhece a política da empresa e as preferências, restrições e histórico completo desse viajante. Com base nesses dados, apresenta opções de reserva, e em poucos cliques a solicitação está concluída.
Fluxo conversacional e telas determinísticas convivem na mesma solução. O viajante escolhe o caminho a cada passo.
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O desafio da confiança: como a VOLL deixa o humano no centro da operação?
Entre as tendências mapeadas na GBTA Convention 2026, uma trata do ponto que mais aparece quando uma empresa avalia IA em viagens: a confiança.
O viajante corporativo pode até querer usar agentes de IA, mas precisa confiar que a resposta está correta, que a reserva será feita, que as políticas serão respeitadas e que haverá alguém para resolver quando algo sair errado.
A resposta da VOLL a essa questão está na forma como o serviço é desenhado, e não apenas na tecnologia.
A decisão continua com pessoas
A intenção da nova plataforma da VOLL com IA agêntica é reduzir os pontos de atrito ao longo da jornada. As demandas operacionais se resolvem sem fricção, e o time de atendimento se dedica aos casos que pedem julgamento humano.
Quando um passageiro perde o voo e precisa de auxílio, por exemplo, o agente de IA identifica a ocorrência, reúne as alternativas disponíveis e entrega tudo ao consultor com o contexto completo: preferências, compromissos do dia, política da empresa. É o consultor quem avalia a situação, negocia alternativas e decide junto com o passageiro.
"A IA garante escala, agilidade e contexto em todos os atendimentos, ao mesmo tempo em que o consultor conduz os casos que pedem uma interação mais profunda e especializada." — Deborah Calazans, diretora de sucesso do cliente da VOLL
Compliance validação antes de o agente operar
A VOLL mantém profissionais de compliance que validam todo conteúdo ou comportamento incorporado ao treinamento dos agentes, com acompanhamento contínuo e validação antes de a ferramenta ser considerada apta a operar.
O cliente recebe transparência sobre quais etapas são conduzidas pela tecnologia e sobre a disponibilidade do time para dar suporte.
A qualidade do atendimento também é monitorada por IA
Um agente interno chamado eVOLLuir acompanha cada jornada de atendimento e devolve feedback contínuo ao time da VOLL, reforçando o que o consultor está acertando e apontando onde precisa evoluir.
O caminho inverso também vale: a equipe vê em tempo real como a IA interage com cada cliente, com autonomia para intervir quando for preciso.
A escala explica a necessidade. A VOLL realiza mais de 100 mil atendimentos por mês, volume que nenhuma estrutura humana de monitoria conseguiria cobrir integralmente.
Atendimento VIP e alta liderança
Programas de viagens costumam ter um subconjunto de viajantes que não pode ser tratado como operação convencional e, na VOLL, eles também têm uma operação própria.
A VOLL mantém um núcleo de Operações VIP com mais de 2 mil viajantes cadastrados, entre presidentes, diretores e membros de conselho, atendidos por mais de 60 consultores em nível sênior ou especialista, com suporte 24 horas.
Nesse núcleo, a IA atua no acompanhamento e na verificação. O sistema monitora alterações e atrasos de voos, informa a equipe sobre mudanças de portão e cruza o pedido com a reserva efetivada.
Se uma hospedagem foi solicitada de 20 a 21 de agosto e o sistema identifica uma reserva de 21 a 22, a divergência é sinalizada antes da chegada do viajante.
A tecnologia sinaliza. A validação final permanece com a equipe.
Quem já fez essa travessia com a VOLL
Clientes da VOLL relataram à Revista PANROTAS como a mudança aconteceu em suas operações. São empresas de portes, setores e pontos de partida distintos, e os números ajudam a dimensionar o efeito.
Na Vitru Educação, que envolveu cerca de 1,2 mil viajantes frequentes na mudança, uma análise de antecedência identificou que ampliar o prazo de 16 para 21 dias representaria uma redução estimada de 15% no preço das passagens. A empresa registra NPS relacionado a viagens corporativas em zona de excelência desde 2023.
"É nesse ponto que o gestor começa a mudar de função. A pergunta deixa de ser 'quanto gastamos?' e passa a ser 'por que estamos gastando dessa maneira?' ou 'o que podemos mudar para melhorar esse resultado?'" — Tiago Póvoa, diretor de CSC da Vitru
No Grupo Ânima, um dos maiores ecossistemas de ensino superior privado do país, o acesso aos dados passou a ter peso nas negociações com fornecedores. O uso frequente da ponte aérea Confins–Congonhas levou a companhia a desenhar uma política de descontos com as companhias aéreas que operam o trajeto, e a análise de dados levou à renegociação de tarifas em viagens recorrentes.
Na Riachuelo, com cerca de 900 viajantes frequentes e mais de 400 lojas espalhadas pelo país, o principal ganho relatado foi autonomia. Muitos municípios têm poucas opções para viagens de negócios, e o processo mais fluido interferiu diretamente nos gastos, já que a antecedência é decisiva na formação do preço.
No Grupo Águia Branca, um dos clientes mais longevos da VOLL, a transformação se deu ao longo de mais de uma década, com a automação de etapas que antes exigiam intervenção humana.
"Hoje o tempo do meu gestor não é mais ocupado para ficar conciliando planilhas. Isso permitiu que ele adotasse uma posição mais estratégica, que pensasse nas viagens como estratégia para o crescimento dos negócios do grupo." — Felipe Assis, Grupo Águia Branca
O padrão que atravessa os cinco relatos é o mesmo. A função não mudou de dono; mudou de tamanho.
Se você quer entender como a nova plataforma da VOLL pode transformar a sua gestão de viagens e despesas corporativas, preencha o formulário e um consultor entrará em contato.
Perguntas frequentes sobre a nova plataforma da VOLL
O que é IA agêntica?
É a inteligência artificial capaz de identificar o que precisa ser feito e tomar a iniciativa de resolver, sem depender de comando manual em cada etapa. Os modelos tradicionais aguardam um estímulo para gerar resposta.
Qual a diferença entre IA agêntica e automação de processos?
A automação executa uma sequência de regras pré-definidas. A IA agêntica avalia o contexto, decide qual ação é necessária e coordena outros agentes para chegar a uma solução, inclusive em situações que nenhuma regra previu.
O que é uma plataforma multiagente?
É uma arquitetura em que diversos agentes especializados, por exemplo em passagem aérea, hotel, despesas e aprovação, atuam no mesmo sistema e trocam informação entre si para chegar à melhor recomendação.
A IA vai comprar passagem sozinha, sem aprovação?
Não. Os agentes executam a rotina do programa sob o comando de quem gerencia. Eles pesquisam, comparam, recomendam e preparam a solicitação, mas a decisão e a aprovação seguem o fluxo definido pela empresa.
O princípio que orienta a plataforma é que tudo o que é operacional passa a ser avaliado pela tecnologia, enquanto a decisão permanece ancorada no humano.
A IA substitui o time de gestão de viagens?
Não. A tecnologia assume as tarefas operacionais e de monitoramento, e as decisões e os casos que exigem julgamento permanecem com as pessoas.
Como os próprios relatos dos nossos clientes apontam: funções operacionais dão lugar a papéis analíticos.
Vou perder o atendimento humano e falar só com robô?
Não. O atendimento da VOLL é híbrido: nem exclusivamente com consultor, nem exclusivamente com IA.
A tecnologia garante escala, agilidade e contexto em todos os atendimentos, enquanto o consultor conduz os casos que pedem interação mais profunda. Para alta liderança, existe um núcleo de Operações VIP com consultores em nível sênior e suporte 24 horas.
Como a política de viagens é aplicada pela plataforma?
As regras são ajustadas em linguagem natural, em forma de chat, e aplicadas pela própria IA, sem depender da área de TI.
A plataforma cruza automaticamente política, de viagens centro de custo e agenda com o histórico de cada viajante, o que reduz o trabalho de conferência e o risco de exceções passarem despercebidas.
Preciso envolver o TI da minha empresa para mudar uma regra na plataforma da VOLL?
Não para ajustar política. Com a evolução da plataforma da VOLL para a IA agêntica, as regras deixam de morar em planilha e passam a ser configuradas em linguagem natural, aplicadas diretamente pela IA.
Questões de integração com sistemas internos da empresa devem ser tratadas caso a caso com o time técnico.
A plataforma funciona para roteiros internacionais complexos?
Sim, e é justamente nesses casos que a arquitetura multiagente se diferencia. Em uma reserva com múltiplos destinos, fusos e integrações logísticas, uma interface convencional tem limitações.
Agentes especializados que trocam informação entre si conseguem coordenar as variáveis e apoiar decisões mais assertivas.
Como fica a personalização diante da política de viagens da empresa?
As preferências do viajante são aplicadas dentro dos limites da política de viagens corporativa. Assento, tipo de voo, perfil de hospedagem e programas de fidelidade entram na recomendação já filtrados pelas regras da empresa.
Como a economia que a tecnologia da VOLL gera é comprovada?
Por comparação contínua.
Os agentes cruzam os gastos da empresa com dados de mercado, câmbio e inflação, e a VOLL apresenta a cada ciclo um business case com a evolução do programa nesse comparativo.
O monitoramento contínuo de preços identifica as alavancas de saving, e a gestão de bilhetes não voados recupera créditos que expirariam sem uso.
O que é retarifação de passagens aéreas?
É a verificação, depois da solicitação e antes da aprovação, de se existe tarifa melhor disponível para o mesmo trecho. Permite capturar a economia enquanto a reserva ainda pode ser alterada. Na VOLL, essa função é executada pelo agente AirSave.
Quem tem acesso aos dados dos viajantes?
A VOLL cumpre todas as normas definidas pela LGPD para o tratamento de dados pessoais, e tem certificação ISO 27001. Isso não muda com a IA.
No núcleo de atendimento VIP, o acesso é restrito aos profissionais responsáveis por cada conta, e cada consultor visualiza apenas as informações dos executivos que atende. A estrutura de segurança mantém registros de acesso às ferramentas, e o mesmo princípio se aplica às etapas que envolvem hotéis e transporte.

