Gestão de viagens corporativas

Seguro viagem corporativo: quando é obrigatório e o que analisar para contratar?

4 em cada 5 viajantes corporativos já enfrentaram interrupções em viagens. Entenda como reduzir riscos e proteger sua operação.



Seguro viagem corporativo: quando é obrigatório e o que analisar para contratar?
10:58



O seguro viagem corporativo ganhou outra dimensão nos últimos anos. Com viagens mais frequentes, operações distribuídas globalmente e um ambiente geopolítico mais instável, empresas passaram a tratar gestão de risco como parte da estratégia de viagens.

Os números mostram por quê. Segundo o estudo Business Travel Paradox, da Zurich Insurance Group, 4 em cada 5 viajantes corporativos já enfrentaram interrupções em suas viagens, enquanto mais da metade passou por emergências fora do país. Ao mesmo tempo, dados da Abracorp apontam que o mercado brasileiro de viagens corporativas movimentou mais de R$ 12,7 bilhões entre janeiro e novembro de 2025.

Nesse volume, basta uma crise sanitária, um cancelamento em massa ou uma emergência médica em outro país para transformar um problema individual em risco financeiro, jurídico e reputacional para a empresa. É por isso que temas como duty of care, gerenciamento de crises e assistência ao viajante agora ocupam espaço definitivo na gestão corporativa.

O que é o seguro viagem corporativo?

O seguro viagem corporativo é um serviço contratado pela empresa para oferecer suporte e cobertura ao colaborador durante viagens a trabalho. A proteção pode incluir despesas médicas, extravio de bagagem, cancelamentos, atrasos, repatriação médica e outros imprevistos que afetem a segurança do viajante ou a continuidade da operação.

Diferente de um seguro contratado para lazer, o modelo corporativo costuma considerar riscos específicos da rotina empresarial, como deslocamentos frequentes, viagens internacionais, múltiplos viajantes e necessidade de atendimento rápido em situações críticas.

Em muitas empresas, o seguro também faz parte da estratégia de duty of care, ajudando a organização a monitorar, apoiar e responder com mais agilidade quando algo acontece durante a viagem.

O seguro viagem corporativo é obrigatório?

No Brasil, o seguro viagem corporativo não é uma exigência legal para viagens nacionais. Ainda assim, muitas empresas já tratam esse cuidado como parte da política de viagens e da estratégia de duty of care, principalmente em operações com deslocamentos frequentes ou equipes expostas a viagens corporativas internacionais.

Essa preocupação aumentou porque o risco deixou de estar restrito a emergências médicas. Cancelamentos em massa, eventos climáticos extremos, instabilidade política, falhas operacionais e mudanças repentinas em regras migratórias passaram a fazer parte da rotina das viagens corporativas. Em muitos casos, o impacto financeiro e operacional de um incidente supera com facilidade o custo da apólice.

Além da assistência ao colaborador, o seguro ajuda a empresa a reduzir exposição jurídica, organizar respostas em situações críticas e garantir suporte mais rápido durante a viagem.

Dependendo da cobertura, isso inclui atendimento médico, telemedicina, cobertura para atrasos, extravio de bagagem, repatriação médica e apoio em emergências.

Em alguns destinos, no entanto, o seguro é obrigatório para entrada no país. É o caso dos países signatários do Tratado de Schengen, na Europa, que exigem cobertura mínima de € 30 mil para despesas médicas dos viajantes.

São eles:

  • Alemanha;

  • Áustria;

  • Bélgica;

  • Dinamarca;

  • Eslováquia;

  • Eslovênia;

  • Espanha;

  • Estônia;

  • Finlândia;

  • França;

  • Grécia;

  • Holanda.

  • Hungria;

  • Islândia;

  • Itália;

  • Letônia;

  • Liechtenstein;

  • Lituânia;

  • Luxemburgo;

  • Malta;

  • Noruega;

  • Polônia;

  • Portugal;

  • República Tcheca;

  • Suécia;

  • Suíça.

Para viagens aos Estados Unidos, a contratação não é obrigatória, mas ainda assim é mais do que recomendada. Como o país não conta com um sistema público de saúde, qualquer consulta médica já tem um alto custo.

Outro exemplo é Cuba, que também exige seguro viagem válido para visitantes internacionais.

Outros países podem solicitar coberturas específicas conforme regras migratórias e sanitárias vigentes. Por isso, antes de qualquer deslocamento internacional, vale verificar não apenas a necessidade de visto, mas também as exigências de seguro e assistência do destino.

Entenda também o que mudou no seguro viagem corporativo pós-pandemia.

Qual a diferença entre um seguro viagem corporativo e pessoal?

A principal diferença está no objetivo da cobertura, no tipo de risco envolvido e na forma como a gestão da A principal diferença está no objetivo da cobertura, no tipo de risco envolvido e na forma como a gestão da viagem acontece.

O seguro viagem corporativo é contratado para proteger a empresa e o colaborador durante viagens a trabalho, considerando riscos ligados à operação, à continuidade das atividades e ao suporte ao viajante em deslocamentos profissionais.

Por isso, além das coberturas tradicionais, ele pode incluir situações mais específicas do ambiente corporativo, como proteção para equipamentos de trabalho, responsabilidade civil, apoio em gerenciamento de crises, repatriação médica e até substituição do colaborador em alguns tipos de operação.

Também é comum que as empresas adotem apólices coletivas ou anuais para atender múltiplos viajantes ao longo do tempo.

Já o seguro viagem pessoal é voltado para lazer ou uso individual. Nesse caso, a contratação costuma ser feita diretamente pelo viajante, com foco em necessidades pessoais ou familiares, como assistência médica, bagagem e cancelamento de viagem.

Outra diferença importante está nas prioridades da cobertura. Em viagens corporativas, existe uma preocupação maior com responsabilidade civil, gerenciamento de crises, atrasos operacionais e suporte em situações que possam comprometer a continuidade do trabalho ou a segurança do colaborador fora do país.

A gestão também muda. No seguro corporativo, o atendimento normalmente tem suporte integrado à política de viagens, acompanhamento do viajante e processos mais estruturados para emergências.

CTA VOLL CENTRALIZE DESPESAS

Como funciona o seguro viagem corporativo?

O seguro viagem corporativo protege os colaboradores contra imprevistos durante viagens a trabalho, como emergências médicas, extravio de bagagem e cancelamento de voos.

Assim, ele garante assistência financeira e amparo legal e logístico, e cobre desde despesas hospitalares até o transporte e hospedagem de acompanhantes.

Entenda mais a seguir.

Quem contrata o seguro viagem corporativo?

O seguro viagem corporativo deve ser contratado pela própria empresa, normalmente pelas áreas de viagens, compras, financeiro, RH ou segurança corporativa.

Em empresas maiores, a decisão também pode envolver jurídico e compliance, principalmente em operações internacionais ou viagens para destinos com maior nível de risco.

Como funciona a contratação?

A contratação pode ser feita diretamente com seguradoras, corretoras especializadas ou por meio da própria TMC responsável pela gestão das viagens corporativas.

Muitas empresas optam pela contratação integrada à operação de viagens para centralizar reservas, atendimento, suporte ao viajante e acionamento emergencial em um único fluxo.

A definição da apólice depende de fatores como destino, duração da viagem, perfil do viajante e atividade exercida durante o deslocamento. Uma viagem internacional para um país com alto custo médico, por exemplo, exige uma cobertura diferente de um deslocamento nacional de curta duração.

Também é comum que as empresas definam regras mínimas de cobertura dentro da própria política de viagens, principalmente em operações com maior exposição a riscos.

Como funciona o atendimento durante a viagem?

O atendimento costuma funcionar de forma centralizada e 24 horas por dia. Dependendo da seguradora e da estrutura da TMC, o colaborador pode acionar suporte por telefone, aplicativo, WhatsApp ou plataformas integradas.

Como reforça Luiz Moura, CBO da VOLL, “quem define o canal de comunicação é o viajante, não é a TMC. Eu tenho que estar na jornada do viajante, seja por telefone, WhatsApp ou e-mail. Em emergências, você não pode restringir canais, mas sim ampliá-los”.

Em situações médicas ou emergenciais, o ideal é que o viajante entre em contato primeiro com a central de atendimento do seguro. Assim, a seguradora consegue direcionar o colaborador para hospitais e prestadores credenciados, além de orientar os próximos passos do atendimento.

Quando o atendimento acontece fora da rede credenciada, normalmente o viajante realiza o pagamento das despesas e solicita o reembolso posteriormente, mediante apresentação da documentação exigida pela seguradora.

Quais são os modelos de contratação?

As empresas podem contratar o seguro por viagem, de forma avulsa, ou em modelos corporativos anuais e coletivos. Empresas com grande volume de deslocamentos geralmente optam por contratos recorrentes, que facilitam a gestão e tendem a oferecer melhor previsibilidade de custos.

Algumas seguradoras também trabalham com o modelo de “banco de dias”, bastante utilizado em empresas com viagens recorrentes.

Nesse formato, a organização contrata um volume anual de diárias de cobertura e utiliza conforme as viagens acontecem, sem necessidade de negociar uma nova apólice a cada deslocamento.

Também existem modelos mais específicos para expatriados, executivos, equipes técnicas e viagens internacionais frequentes.

Quanto custa um seguro viagem corporativo?

De uma forma geral, o seguro viagem corporativo custa, para cada viajante, entre R$ 10 e R$ 20 por dia para viagens nacionais e de R$ 30 a R$ 70 por dia para internacionais. Planos anuais ou para grupos podem ser mais econômicos. A média do mercado atualmente é de aproximadamente R$ 600 por viajante para planos anuais.

No entanto, é importante lembrar que o custo varia conforme destino, duração da viagem, idade do viajante, coberturas contratadas e nível de risco envolvido. Coberturas mais amplas, com repatriação médica, gerenciamento de crises e responsabilidade civil, naturalmente aumentam o valor da apólice.

Ainda assim, reduzir a decisão apenas ao preço da cobertura costuma ser um erro. Em viagens corporativas, a velocidade de resposta e a qualidade das informações podem fazer diferença em situações críticas.

Como afirmou Luiz Moura, CBO da VOLL, no Anuário PANROTAS de Viagens Corporativas e Eventos 2026:

“Dados rasos são perigosos, pois estamos falando de vidas e não temos margem para erro”.

Por que integrar o seguro à gestão de viagens?

Quando seguro, reservas, comunicação e atendimento ficam centralizados, a empresa ganha mais visibilidade sobre os viajantes e consegue responder com mais rapidez em situações críticas.

Isso se conecta diretamente ao duty of care. Sem informações centralizadas sobre deslocamentos e reservas, a empresa pode ter dificuldade para localizar colaboradores e oferecer suporte rápido em emergências, cancelamentos em massa ou crises no destino.

O que o seguro viagem corporativo cobre?

As coberturas variam conforme a apólice contratada, o destino e o perfil da viagem. Em operações corporativas, o mais comum é que o seguro combine assistência médica com serviços de suporte ao viajante e proteção financeira para situações que possam comprometer a continuidade da viagem ou gerar custos inesperados para a empresa.

Entre as principais coberturas, estão:

  • Despesas médicas e hospitalares: atendimento emergencial durante a viagem, incluindo consultas, exames, internações e procedimentos médicos;

  • Assistência odontológica: suporte para emergências odontológicas ocorridas durante o deslocamento;

  • Cobertura farmacêutica: reembolso ou apoio para compra de medicamentos prescritos em atendimento emergencial;

  • Telemedicina para viajantes: orientação médica remota em diferentes idiomas, inclusive para casos que não exigem atendimento presencial;

  • Repatriação médica e sanitária: transporte do viajante para seu país ou cidade de origem em situações médicas graves;

  • Cobertura para extravio de bagagem: indenização ou suporte em casos de perda, dano ou atraso de bagagem;

  • Proteção para equipamentos de trabalho: cobertura para notebooks, celulares corporativos e outros equipamentos utilizados na viagem, conforme condições da apólice;

  • Cobertura para atrasos e cancelamentos: assistência financeira para despesas geradas por atrasos de voos, cancelamentos ou perda de conexões;

  • Seguro de responsabilidade civil: proteção em situações em que o viajante cause danos involuntários a terceiros durante a viagem;

  • Assistência jurídica: suporte em situações emergenciais que possam exigir orientação legal fora do país;

  • Traslado e remoção médica: transporte para hospitais ou unidades de atendimento adequadas;

  • Indenização por acidentes pessoais: cobertura em casos de invalidez ou morte acidental durante a viagem;

  • Gerenciamento de crises: apoio em situações de instabilidade política, eventos climáticos extremos, crises sanitárias ou outras emergências que afetem o viajante.

Nem toda apólice inclui todas essas coberturas. Por isso, analisar o perfil das viagens da empresa antes da contratação costuma fazer mais diferença do que simplesmente escolher o plano mais barato.

Quais são os tipos de seguro viagem corporativo?

O seguro viagem corporativo pode ser estruturado de diferentes formas, dependendo da frequência das viagens, do perfil dos colaboradores e do nível de risco envolvido na operação.

Algumas empresas precisam de cobertura apenas para deslocamentos pontuais. Outras trabalham com programas contínuos, envolvendo equipes inteiras em viagens nacionais e internacionais ao longo do ano.

Por isso, antes da contratação, vale entender quais modelos existem e em quais situações cada um costuma fazer mais sentido.

1 - Seguro viagem corporativo avulso

É contratado para uma viagem específica, com início e fim definidos. Costuma ser utilizado por empresas com baixo volume de deslocamentos ou viagens pontuais.

Tem como vantagem a contratação mais simples e direcionada para uma necessidade imediata. Em compensação, pode gerar mais trabalho operacional quando as viagens acontecem com frequência.

2 - Seguro viagem corporativo anual

Nesse modelo, a empresa mantém uma cobertura contínua ao longo do ano para colaboradores que viajam com recorrência.

Costuma trazer mais praticidade operacional e previsibilidade financeira, além de evitar contratações individuais a cada deslocamento. É bastante utilizado em empresas com equipes comerciais, executivos ou operações internacionais frequentes.

3 - Seguro por banco de dias

A empresa contrata previamente um volume de dias de cobertura que pode ser distribuído entre diferentes viagens e viajantes ao longo do período contratado.

É bastante utilizado por empresas com viagens recorrentes, porque oferece mais flexibilidade operacional e evita a necessidade de contratar uma nova apólice para cada deslocamento.

4 - Seguro “pay-per-use”

O modelo pay-per-use é ativado apenas quando o colaborador está efetivamente em viagem. A cobrança acontece conforme utilização, sem necessidade de manter uma cobertura contínua para toda a equipe.

Costuma ser uma alternativa interessante para empresas com volume variável de deslocamentos ou que desejam evitar custos fixos elevados.

5 - Seguro viagem corporativo coletivo ou em grupo

A cobertura é contratada para um grupo de colaboradores dentro de uma mesma apólice corporativa.

Esse formato facilita a gestão centralizada, ajuda na padronização das coberturas e normalmente reduz custos por viajante em comparação a seguros individuais.

6 - Seguro viagem corporativo customizado

Permite personalizar coberturas, limites e serviços conforme as necessidades da operação.

É comum em empresas que enviam colaboradores para destinos com maior risco, países com custo médico elevado ou viagens que envolvam equipamentos de trabalho, operações técnicas e atividades específicas.

7 - Seguro viagem internacional corporativo

Voltado para deslocamentos fora do país, especialmente em destinos com exigência obrigatória de seguro ou maior exposição a riscos sanitários, médicos ou geopolíticos.

Além da assistência médica, costuma priorizar coberturas como repatriação médica e sanitária, gerenciamento de crises, suporte multilíngue e assistência jurídica internacional.

8 - Seguro para executivos e viagens estratégicas

Algumas empresas contratam coberturas diferenciadas para alta liderança, expatriados ou profissionais envolvidos em operações críticas.

Nesses casos, o seguro pode incluir limites mais altos de cobertura, atendimento prioritário, proteção ampliada para equipamentos e suporte mais robusto em situações emergenciais.

9 - Seguro com cobertura para atividades de risco

Utilizado em operações técnicas, industriais, obras, visitas a áreas remotas ou viagens para destinos com maior exposição a riscos sanitários, climáticos ou políticos.

Esse tipo de apólice costuma exigir uma análise mais detalhada do destino e das atividades exercidas pelo colaborador durante a viagem.

Leia também: Como gerenciar voos cancelados por condições climáticas?

Como analisar a apólice de um seguro viagem corporativo?

O primeiro ponto ao analisar uma apólice de seguro viagem corporativo é entender se a cobertura faz sentido para o perfil real das viagens da empresa. Destino, frequência dos deslocamentos, duração média das viagens e tipo de atividade exercida pelo colaborador mudam completamente o nível de risco envolvido.

Em viagens internacionais, por exemplo, vale avaliar com atenção o limite de cobertura médica. Países com sistema de saúde privado, como Estados Unidos, podem gerar custos muito superiores aos de outros destinos. Uma apólice mais barata, com cobertura reduzida, pode não ser suficiente em situações de emergência.

Outro ponto importante é analisar exclusões, restrições e condições de acionamento. Algumas apólices não cobrem determinados tipos de atividade profissional, equipamentos de trabalho, condições médicas preexistentes ou situações relacionadas a instabilidade política e eventos climáticos.

Também vale observar como funciona o atendimento. Empresas que trabalham com viagens frequentes costumam priorizar seguradoras com suporte multilíngue, canais 24 horas e rede de atendimento internacional. Em situações críticas, velocidade de resposta faz diferença.

Na parte operacional, entender regras de acionamento e reembolso evita problemas durante a viagem. Algumas seguradoras exigem contato prévio antes do atendimento médico, enquanto outras trabalham com reembolso posterior fora da rede credenciada.

Outro cuidado importante é avaliar como a apólice se integra à política de viagens e à estratégia de duty of care da empresa. Sem visibilidade sobre os viajantes e sem processos claros de comunicação, o seguro sozinho não resolve uma crise.

Leia mais no artigo completo sobre como escolher a apólice para seguro viagem corporativo.

Como acionar o seguro numa viagem corporativa?

Quando acontece um imprevisto durante uma viagem corporativa, o primeiro passo para ativar o seguro viagem corporativo costuma ser entrar em contato com a central de atendimento da seguradora ou com o canal de suporte definido pela empresa ou TMC.

Esse acionamento normalmente pode ser feito por telefone, aplicativo, WhatsApp ou plataforma integrada.

Na maioria dos casos, a seguradora orienta o viajante sobre qual hospital, clínica ou prestador deve ser utilizado. Esse fluxo é importante porque muitas apólices trabalham com rede credenciada e autorização prévia para determinados atendimentos.

Se o colaborador precisar realizar um atendimento fora da rede indicada, geralmente será necessário guardar documentos como laudos médicos, notas fiscais, comprovantes de pagamento e relatórios do atendimento para solicitar reembolso posteriormente.

Dependendo da cobertura, o mesmo processo pode valer para despesas com medicamentos, hospedagem emergencial, bagagem ou remarcações.

Também é importante comunicar a empresa ou a TMC responsável pela viagem, se a sua empresa trabalha com uma agência de viagens corporativas, principalmente em situações que envolvam internação, alterações de rota, crises no destino ou necessidade de repatriação médica.

De forma resumida, o processo costuma seguir este fluxo:

  • Acionar a central de atendimento: entrar em contato com seguradora, TMC ou canal indicado pela empresa;

  • Seguir as orientações da assistência: utilizar hospitais, clínicas ou prestadores credenciados sempre que possível;

  • Guardar toda a documentação: manter notas fiscais, laudos, comprovantes e registros do atendimento;

  • Comunicar a empresa: informar gestores ou responsáveis pela viagem em situações críticas;

  • Solicitar reembolso, quando necessário: enviar a documentação exigida pela seguradora dentro do prazo previsto na apólice.

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VOLL: atendimento e segurança para a sua viagem corporativa

Nas viagens corporativas, atendimento e segurança não podem depender de processos fragmentados. Quando reservas, comunicação, despesas, seguro e suporte ficam distribuídos entre diferentes fornecedores, a empresa perde visibilidade justamente nos momentos em que mais precisa agir rápido.

A VOLL, maior agência de viagens corporativas digital da América Latina, atua em mais de 80 países e através de uma plataforma completa e fácil de usar, conecta reservas, mobilidade, despesas corporativas e atendimento ao viajante em um fluxo integrado, permitindo mais controle sobre toda a jornada.

Com as informações centralizadas, a empresa consegue localizar viajantes, acompanhar deslocamentos, responder a incidentes com mais agilidade e manter comunicação ativa durante toda a viagem. E isso faz toda a diferença em estratégias de duty of care.

Luiz Moura, CBO da VOLL, afirma que:

“Mais do que uma questão de governança financeira, temos o dever de cuidar, mas para eu conseguir prestar assistência proativa, preciso saber onde as pessoas estão. Sem isso estar centralizado em um OBT, posso não conseguir chegar em tempo ou de forma definitiva a quem precisa de ajuda”.

A tecnologia também amplia essa capacidade de resposta. A VOLL combina atendimento omnichannel, comunicação em tempo real e dados integrados para apoiar empresas em situações críticas, desde alterações operacionais até emergências médicas ou crises no destino.

Além da gestão das viagens, a plataforma também apoia empresas na administração de seguros corporativos, ajudando a manter coberturas adequadas, controle de apólices e conformidade com políticas internas e exigências internacionais.

Entre os principais diferenciais da plataforma, estão:

  • Centralização da operação de viagens: reservas, despesas, mobilidade, seguros e atendimento em um único ambiente;

  • Gestão integrada de políticas e apólices: controle mais estruturado sobre coberturas, validade e viajantes elegíveis;

  • Visibilidade sobre os viajantes: acompanhamento mais eficiente dos deslocamentos corporativos;

  • Atendimento omnichannel: suporte por telefone, WhatsApp, e-mail e outros canais integrados;

  • Alertas inteligentes de conformidade: apoio para acompanhar exigências de seguro e regras internacionais por destino;

  • Automação de registros e auditorias: integração com ERPs e sistemas de despesas para rastrear informações e reduzir retrabalho operacional;

  • Gestão de riscos e duty of care: mais rapidez na identificação e resposta a incidentes;

  • Relatórios e Business Intelligence: dados consolidados para tomada de decisão e gestão de custos;

  • Mais controle e compliance: integração das políticas corporativas à operação de viagens.

Ao unificar dados de viagens, despesas e seguros em um mesmo ecossistema digital, a VOLL ajuda gestores a antecipar riscos, evitar sobreposição de apólices e aumentar a segurança das viagens corporativas.

Como resume Luiz Moura:

“A TMC não pode ser reativa, ela tem que estar de mãos dadas com os clientes e sempre um passo à frente, antevendo, antecipando e catalisando essa visão de contexto.”

Faça como o Itaú, o Ifood, a Claro e outras diversas empresas que já contam com a VOLL para mais controle, segurança e visibilidade na gestão de viagens corporativas. Entre em contato com a VOLL e conheça as soluções da nossa plataforma. 

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