Gestão de viagens corporativas

Índice de produtividade: como calcular, fórmulas e como otimizar esse indicador

O índice de produtividade mede a relação entre recursos utilizados e resultados obtidos, apoiando decisões operacionais e o controle de desempenho.



Índice de produtividade: como calcular, fórmulas e como otimizar esse indicador
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A produtividade é um dos principais indicadores utilizados para avaliar a eficiência de processos, equipes e operações dentro das empresas.

Em áreas como facilities, onde diferentes atividades operacionais coexistem, acompanhar produtividade deve ser entendido como uma forma de analisar como os recursos estão sendo utilizados ao longo da operação, considerando pessoas, processos, serviços e infraestrutura.

O índice de produtividade transforma dados operacionais em informações que apoiam decisões mais consistentes. Com ele, é possível avaliar a eficiência de processos, comparar desempenhos ao longo do tempo e ajustar a operação com base em critérios claros.

Ao longo deste conteúdo, você verá:

  • O que é índice de produtividade e como ele funciona;

  • Como calcular o indicador e quais fatores considerar;

  • Quais fórmulas podem ser aplicadas na prática;

  • Por que esse índice é importante para a gestão;

  • Como aplicar esse controle no dia a dia;

  • Como o índice de produtividade se relaciona com viagens corporativas.

O que é o índice de produtividade?

O índice de produtividade é um indicador utilizado para medir a relação entre os recursos utilizados e os resultados gerados em uma operação. Ele permite avaliar, de forma objetiva, quanto uma equipe, processo ou atividade consegue produzir a partir de insumos como tempo, mão de obra e custos.

Esse índice não se limita à quantidade produzida, mas busca entender a eficiência com que os recursos são convertidos em entregas. Por isso, pode ser aplicado em diferentes contextos, desde atividades operacionais até processos administrativos.

Na prática, esse índice pode ser aplicado em diferentes níveis, dependendo do objetivo da análise. É possível avaliar, por exemplo:

  • Produtividade de colaboradores: volume de atividades realizadas por pessoa;

  • Produtividade de equipes: capacidade coletiva de execução e entrega;

  • Produtividade de processos: eficiência de fluxos operacionais e tempo de execução;

  • Produtividade de serviços: relação entre demanda atendida e capacidade operacional;

  • Produtividade de recursos: uso de equipamentos, infraestrutura e custos envolvidos.

O índice de produtividade funciona como uma métrica comparável ao longo do tempo, permitindo identificar variações de desempenho, padrões de operação e oportunidades de melhoria.

Como calcular o índice de produtividade?

A fórmula básica do índice de produtividade é a divisão da produção total (produtos/serviços) pelo recurso utilizado (tempo, horas ou funcionários).

Para isso, o índice de produtividade é construído a partir da relação entre resultado gerado (output) e recursos utilizados (input). No entanto, para que esse cálculo seja representativo, é necessário definir corretamente quais variáveis serão consideradas na análise.

O cálculo depende da combinação de dois elementos principais e fatores que influenciam a análise:

  • Resultado (output): corresponde ao que está sendo entregue pela operação, como número de atividades concluídas, atendimentos realizados, serviços prestados ou unidades produzidas;

  • Recursos utilizados (input): incluem os insumos necessários para gerar esse resultado, como tempo, quantidade de colaboradores, custos envolvidos, equipamentos ou infraestrutura;

  • Contexto operacional: envolve fatores que influenciam diretamente o desempenho, como volume de demanda, complexidade das atividades, padrão de qualidade exigido e nível de serviço esperado.

O índice também deve ser analisado dentro de um período de tempo definido, que permite padronizar a leitura dos dados e garantir comparabilidade entre diferentes momentos da operação.

A definição dessas variáveis deve estar alinhada ao objetivo da análise. Em operações de facilities, por exemplo, o índice pode ser estruturado a partir de indicadores como tempo médio de execução de serviços, volume de demandas atendidas ou utilização de recursos disponíveis.

Outro ponto importante é garantir que os dados utilizados sejam padronizados e comparáveis ao longo do tempo, evitando distorções causadas por mudanças no escopo das atividades ou na estrutura da operação.

Além disso, o índice de produtividade não deve ser analisado de forma isolada. Fatores como qualidade da entrega, retrabalho e nível de serviço influenciam diretamente a interpretação do indicador e precisam ser considerados na análise.

Qual a função do índice de produtividade?

O índice de produtividade tem como principal função apoiar a leitura da eficiência operacional e orientar decisões com base em dados. Ele permite que a gestão entenda como os recursos estão sendo utilizados e qual retorno está sendo gerado em cada parte da operação.

Na prática, esse indicador funciona como um instrumento de leitura da eficiência operacional, ajudando a responder questões como:

  • Onde estão os gargalos da operação;

  • Quais atividades consomem mais recursos;

  • Como equipes e processos se comportam ao longo do tempo;

  • Se o nível de entrega está alinhado à capacidade operacional.

Esse tipo de análise é especialmente relevante em áreas como facilities, onde diferentes serviços coexistem e dependem de coordenação, padronização e uso eficiente de recursos.

Além disso, o índice de produtividade também exerce um papel importante na comparação de desempenho, permitindo avaliar:

  • Variações entre períodos;

  • Diferenças entre equipes ou unidades;

  • Impacto de mudanças operacionais.

Esse uso é comum em organizações que trabalham com indicadores de desempenho (KPIs). De acordo com o relatório The case for digital reinvention da McKinsey & Company, empresas que utilizam dados e analytics na gestão operacional conseguem ganhos relevantes de eficiência, especialmente na otimização de processos e uso de recursos.

Outro ponto relevante é que o índice de produtividade contribui para tornar a gestão mais previsível. Ao acompanhar esse indicador ao longo do tempo, a empresa consegue antecipar problemas, ajustar processos e planejar melhor a alocação de recursos.

Principais fórmulas e exemplos de índice de produtividade

O índice de produtividade pode ser calculado de diferentes formas, dependendo do tipo de atividade analisada e dos recursos envolvidos. Assim, as fórmulas variam conforme o que se deseja medir.

Confira abaixo alguns exemplos e fórmulas aplicadas ao cálculo do índice de produtividade.

Produtividade da mão de obra

Esse indicador mede quanto cada colaborador produz em determinado período, sendo um dos mais utilizados em operações de facilities.

Fórmula:
Produtividade = volume produzido / número de colaboradores

Exemplo:
Se uma equipe com 5 colaboradores realiza 100 atendimentos em um dia, a produtividade será de 20 atendimentos por colaborador.

Produtividade do tempo

Esse índice avalia quanto é produzido em relação ao tempo disponível, ajudando a entender a eficiência das atividades.

Fórmula:
Produtividade = volume produzido / tempo gasto

Exemplo:
Se 80 tarefas são concluídas em 8 horas, a produtividade é de 10 tarefas por hora.

Produtividade por custo

Esse indicador relaciona o resultado obtido com o custo necessário para gerar esse resultado, sendo útil para análise financeira.

Fórmula:
Produtividade = volume produzido / custo total

Exemplo:
Se uma operação gera 200 serviços com um custo de R$ 4.000, a produtividade é de 0,05 serviço por real investido.

Produtividade por demanda (serviços)

Esse indicador mede a quantidade de solicitações ou serviços atendidos em determinado período, sendo comum em operações de atendimento.

Fórmula:
Produtividade = número de demandas atendidas / período

Exemplo:
Se uma operação atende 300 chamados em uma semana, a produtividade é de 300 atendimentos por semana.

Tempo médio de resposta

Esse indicador mede quanto tempo a operação leva para responder a uma solicitação, sendo relevante para avaliar a eficiência de serviços.

Fórmula:
Tempo médio de resposta = tempo total de resposta / número de solicitações

Exemplo:
Se 50 chamados são atendidos em 100 horas, o tempo médio de resposta é de 2 horas por chamado.

Tempo de ciclo

Esse indicador mede o tempo necessário para concluir uma atividade ou processo completo.

Fórmula:
Tempo de ciclo = tempo total para conclusão da atividade

Exemplo:
Se uma ordem de serviço leva, em média, 2 horas para ser concluída, esse é o tempo de ciclo do processo.

Taxa de cumprimento de SLA

Esse indicador mede o percentual de serviços realizados dentro do prazo ou padrão acordado.

Fórmula:
SLA = (serviços dentro do prazo / total de serviços) × 100

Exemplo:
Se 90 de 100 chamados são atendidos dentro do prazo, o nível de SLA é de 90%.

Utilização de recursos

Esse indicador mede o quanto os recursos disponíveis estão sendo efetivamente utilizados na operação.

Fórmula:
Utilização = recursos utilizados / recursos disponíveis

Exemplo:
Se uma equipe tem capacidade para 100 atendimentos por dia, mas realiza 80, a utilização é de 80%.

Taxa de retrabalho

Esse indicador mede a quantidade de atividades que precisam ser refeitas, impactando diretamente a produtividade.

Fórmula:
Taxa de retrabalho = (quantidade de retrabalho / total produzido) × 100

Exemplo:
Se, de 100 serviços realizados, 10 precisam ser refeitos, a taxa de retrabalho é de 10%.

Eficiência de processo

Esse indicador compara o resultado obtido com o resultado esperado, permitindo avaliar o desempenho de fluxos operacionais.

Fórmula:
Eficiência = resultado obtido / resultado esperado

Exemplo:
Se a meta é atender 100 chamados por dia e a equipe atende 85, a eficiência do processo é de 85%.

Por que é importante medir a produtividade?

Medir a produtividade permite estruturar a análise da operação com base em dados, trazendo mais clareza sobre desempenho, uso de recursos e eficiência dos processos.

O acompanhamento é importante porque:

  • Permite monitorar o desempenho de colaboradores, equipes e serviços ao longo do tempo;

  • Apoia a tomada de decisão com base em dados sobre processos, equipes e operação;

  • Ajuda a identificar gargalos que geram atrasos, retrabalho ou desperdícios;

  • Melhora a alocação de recursos como mão de obra, equipamentos e infraestrutura;

  • Contribui para o controle de custos ao relacionar produtividade com eficiência operacional;

  • Favorece a padronização de processos e redução de variações na operação.

  • Permite acompanhar a evolução da operação e implementar melhorias contínuas;

  • Ajuda a equilibrar capacidade e demanda evitando sobrecarga ou ociosidade.

Como aplicar o índice de produtividade na prática

Para que o índice de produtividade seja útil na gestão, é necessário definir o que será medido, com qual objetivo e em que contexto operacional.

Em áreas como facilities, esse processo deve considerar a diversidade de atividades, equipes, serviços e recursos envolvidos na operação.

Por isso, o uso do indicador precisa seguir uma lógica estruturada. Confira abaixo os passos para aplicar o índice de produtividade na prática.

1. Definir o que será medido

O primeiro passo é estabelecer qual dimensão da produtividade será analisada. O índice pode ser aplicado a colaboradores, equipes, processos, serviços ou recursos, e essa definição muda totalmente o tipo de dado que será coletado.

Em uma operação de facilities, por exemplo, a empresa pode optar por medir:

  • Produtividade da equipe de manutenção;

  • Tempo médio de resposta a chamados;

  • Taxa de retrabalho em serviços recorrentes;

  • Utilização de recursos e infraestrutura.

Essa definição evita análises genéricas e ajuda a vincular o indicador a uma necessidade real da operação.

2. Escolher os indicadores mais adequados

Depois de definir o foco da análise, é necessário selecionar quais indicadores representam melhor esse contexto.

Essa escolha deve considerar o tipo de atividade, o objetivo da medição e o nível de controle já existente na operação. Em alguns casos, indicadores de volume e tempo são suficientes. Em outros, será necessário incluir métricas de qualidade, custo ou nível de serviço.

O mais importante é evitar excesso de indicadores, pois, quando tudo é medido ao mesmo tempo, a análise perde clareza e o acompanhamento se torna mais difícil.

3. Padronizar os dados de entrada

Para que o índice de produtividade seja confiável, os dados precisam ser coletados de forma padronizada e comparável ao longo do tempo.

Isso significa definir com clareza:

  • Quais informações serão registradas;
  • Quem será responsável pela coleta;
  • Com que frequência os dados serão atualizados;
  • Qual período será usado na análise.

Sem esse cuidado, o indicador pode até ser calculado, mas dificilmente servirá para orientar decisões com segurança.

4. Aplicar a fórmula de acordo com o objetivo da análise

Com as variáveis definidas e os dados organizados, a empresa pode aplicar a fórmula mais adequada ao tipo de produtividade que deseja medir.

Se o objetivo for analisar produtividade da mão de obra, a lógica será diferente daquela usada para medir tempo de ciclo, utilização de recursos ou taxa de cumprimento de SLA.

Por esse motivo, a escolha da fórmula deve sempre refletir o que a operação realmente precisa entender, e não apenas o indicador mais fácil de calcular.

5. Interpretar o resultado dentro do contexto da operação

O resultado do índice precisa ser analisado com contexto. Um número isolado não mostra, por si só, se a operação está melhorando ou piorando.

É importante considerar fatores como:

  • Volume de demanda no período;
  • Mudanças na equipe;
  • Complexidade das atividades;
  • Variações de custo ou de nível de serviço.

Essa leitura evita conclusões apressadas e permite entender se a produtividade observada é sustentável, coerente e compatível com a qualidade esperada.

6. Comparar resultados ao longo do tempo

O índice de produtividade gera mais valor quando é acompanhado de forma recorrente. A comparação entre períodos permite identificar tendências, desvios e padrões da operação.

Esse acompanhamento pode ser feito por:

  • Dia, semana ou mês;

  • Equipe ou unidade;

  • Tipo de serviço;

  • Recurso utilizado.

Com essa visão histórica, a gestão consegue perceber com mais clareza onde estão os avanços e onde ainda existem gargalos.

7. Transformar o indicador em ação de gestão

O último passo é usar o índice para orientar decisões. Sem esse desdobramento, o indicador vira apenas um número em relatório.

Na prática, os resultados podem apoiar ações como:

  • Redistribuição de demandas;

  • Revisão de processos;

  • Ajuste de equipes;

  • Reavaliação do uso de recursos;

  • Melhoria de contratos e serviços terceirizados.

Quando bem aplicado, o índice de produtividade atua como um instrumento de gestão, planejamento e melhoria contínua.

Como aplicar o índice de produtividade em viagens corporativas

As viagens corporativas fazem parte da operação de muitas empresas e envolvem a contratação de diferentes serviços, como passagens, hospedagens e mobilidade. Nesse contexto, o índice de produtividade pode ser utilizado para analisar como esses recursos estão sendo utilizados e qual retorno estão gerando para a empresa.

Na prática, esse acompanhamento permite avaliar não apenas custos, mas também a eficiência do processo de viagem e o impacto na operação.

Entre as principais aplicações estão:

  • Avaliar a relação entre custo e resultado das viagens: considerar, por exemplo, quanto a empresa investe em deslocamentos em relação aos objetivos atingidos;

  • Analisar o tempo envolvido em processos de viagem: tempo de aprovação, emissão de passagens e organização logística;

  • Acompanhar o volume de viagens por equipe ou área: identificar padrões de uso e possíveis excessos ou oportunidades de ajuste;

  • Medir a eficiência de fornecedores e serviços contratados: avaliar cumprimento de prazos, qualidade do atendimento e nível de serviço;

  • Relacionar viagens com produtividade operacional: entender como deslocamentos impactam entregas, reuniões e atividades realizadas.

Para aplicar esse tipo de análise na prática, é importante estruturar indicadores que conectem dados de viagens com indicadores operacionais. Alguns exemplos incluem:

  • Custo por viagem realizada: relacionar o investimento total com o volume de deslocamentos;

  • Tempo médio de organização da viagem: medir quanto tempo é gasto entre solicitação e execução;

  • Produtividade por viagem: avaliar entregas realizadas durante ou após o deslocamento;

  • Taxa de cumprimento de políticas de viagem: verificar aderência a regras e padrões definidos;

  • Desempenho de fornecedores: monitorar SLA, qualidade e consistência dos serviços contratados.

Com esses indicadores, a gestão consegue integrar viagens corporativas à lógica de produtividade da operação, trazendo mais visibilidade sobre custos, processos e eficiência para esses deslocamentos.

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Como a VOLL melhora a produtividade na gestão de viagens corporativas

Gerir viagens corporativas significa lidar com decisões que afetam diretamente a produtividade da operação. Quando os processos não estão organizados, é comum haver retrabalho, aumento no tempo de execução e dificuldade de controle sobre custos.

A VOLL é a maior agência de viagens corporativas digital da América Latina e centraliza a gestão de reservas, aprovações, despesas e fornecedores em uma única plataforma completa que facilita a rotina de gestores e viajantes.

Para reduzir a fragmentação dos processos e facilitar o acompanhamento das atividades relacionadas às viagens, a VOLL atua em três frentes principais:

  • Centralização e padronização dos processos: concentrar reservas, aprovações, despesas e fornecedores em um único ambiente, reduzindo etapas manuais e melhorando o fluxo operacional;

  • Uso de dados para tomada de decisão: a consolidação de informações permite acompanhar indicadores como custo por viagem, tempo de atendimento e desempenho de fornecedores;

  • Automação e inteligência aplicada: o uso de IA agiliza processos, reduz o tempo de resposta e direciona demandas de forma mais eficiente.

Esse modelo tem impacto direto na produtividade operacional. Isso porque, com a redução de tarefas manuais e maior controle sobre a jornada de viagem, as equipes conseguem dedicar menos tempo à gestão operacional e mais às atividades estratégicas.

A VOLL mantém um NPS de 75, um dos mais altos do setor. Conforme apontado pela PANROTAS, esse número é reflexo de uma experiência fluida e eficiente para os usuários e está relacionado à redução de atritos na jornada e à maior agilidade no atendimento.

Além disso, a inteligência artificial desenvolvida pela própria VOLL permite:

  • Reduzir o tempo de resposta em atendimentos;
  • Direcionar demandas para o especialista correto com mais rapidez;
  • Antecipar problemas e sugerir melhorias em tempo real.

Esse tipo de ganho influencia diretamente a produtividade da gestão e operação, especialmente em empresas com alto volume de viagens.

Outro ponto relevante é o impacto financeiro. Empresas que utilizam a VOLL registram, em média, redução de 30% nos custos com viagens corporativas, com casos que chegam a 47% de economia, resultado de uma gestão mais eficiente e orientada por dados.

Ao integrar tecnologia, dados e atendimento especializado, a VOLL contribui para melhorar a eficiência da operação de viagens como um todo, reduzindo custos, otimizando processos e elevando a produtividade.

Se você atua em facilities e busca mais controle sobre fornecedores, custos e processos relacionados a viagens corporativas, fale agora com a VOLL e saiba mais sobre como esse modelo pode ser aplicado na sua empresa.

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