Gestor de viagens: habilidades, formação e plano de carreira do travel manager
Saiba mais sobre as responsabilidades de um gestor de viagens e quais são as características que este profissional deve ter para gerir viagens corporativas.
À medida que as organizações ampliam seus investimentos em mobilidade corporativa, cresce também a necessidade de uma gestão profissionalizada, orientada por dados e apoiada em tecnologia.
Nesse cenário, o travel manager, ou gestor de viagens, tem ganhado destaque estratégico nas estruturas organizacionais.
O gestor de viagens deixou de ser um suporte administrativo para se tornar um elo entre eficiência operacional, controle financeiro e experiência do colaborador.
Mais do que aprovar passagens e hotéis, o travel manager moderno é responsável por construir políticas, negociar com fornecedores, monitorar indicadores, garantir compliance e transformar dados em decisões capazes de gerar economia e eficiência operacional.
Neste conteúdo, você vai entender:
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O que é um travel manager;
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Quais as responsabilidades de um travel manager e o que esse profissional NÃO faz;
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Como o travel manager pode estruturar um programa de viagens do zero;
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Quais ferramentas o travel manager usa no dia a dia;
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Quais KPIs um travel manager deve acompanhar;
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Quais organizações o travel manager precisa acompanhar;
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Eventos para travel managers em 2026: onde se atualizar;
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Quais tendências estão transformando o trabalho dos gestores de viagem;
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Como a VOLL apoia o trabalho do gestor.
O que é um travel manager?
O travel manager é o profissional responsável por planejar, estruturar e controlar o programa de viagens corporativas de uma organização.
Seu principal objetivo é garantir que os colaboradores possam viajar de forma segura, eficiente e alinhada às diretrizes da empresa, mantendo o equilíbrio entre controle de custos, experiência do viajante e governança.
Embora muitas pessoas associem o cargo apenas à compra de passagens ou reservas de hospedagem, a realidade é muito mais abrangente.
O gestor de viagens atua como um elo entre diferentes áreas da empresa, fornecedores e viajantes, sendo responsável por desenvolver estratégias capazes de gerar economia, aumentar a produtividade e reduzir riscos operacionais.
Para isso, o travel manager precisa compreender as necessidades de cada área da empresa e traduzir essas demandas em um programa de viagens funcional, econômico e seguro para todos os envolvidos.
É ele quem transforma as viagens corporativas em um processo estruturado e mensurável, desde a definição da política de viagens até o acompanhamento de indicadores como custo por viagem, antecedência de compra, adesão às regras corporativas e desempenho dos fornecedores contratados.
Sua atuação vai muito além da aprovação de passagens. Entre suas responsabilidades estão a negociação com fornecedores, a definição da política de viagens, a análise de dados e a garantia de compliance.
Dessa forma, o profissional assegura que o programa de viagens gere valor para a organização e contribua para seus objetivos estratégicos.
A relevância desse papel tem crescido à medida que o volume de viagens corporativas aumenta em todo o mundo. Segundo dados da World Travel & Tourism Council, o setor global de viagens e turismo deve crescer 3,2% em 2026, superando a expansão econômica mundial projetada em 2,4%.
Nos próximos dez anos, a indústria deve avançar, em média, 3,6% ao ano, ritmo cerca de 1,5 vez superior ao da economia global. Esse cenário reforça a importância de uma gestão cada vez mais estratégica e eficiente das viagens corporativas.
Nesse contexto, um dos relacionamentos mais importantes para o gestor de viagens é com a TMC (Travel Management Company).
A TMC fornece tecnologia, acesso a fornecedores, suporte ao viajante e dados de performance que seriam inviáveis de desenvolver internamente, tornando-se uma parceira estratégica para a gestão do programa de viagens.
“Cada vez mais os gestores têm sido procurados e estimulados a desenvolver habilidades e competências para entregar mais resultados com menos esforços.” Luiz Moura - Cofundador e CBO da VOLL, para a Panrotas sobre as principais dores das gestão de viagens
Quais as responsabilidades de um travel manager?
O travel manager (ou gestor de viagens corporativas) é o profissional responsável por planejar, executar e otimizar toda a operação de viagens a trabalho de uma empresa.
Sua rotina exige uma visão analítica sobre o programa de viagens corporativas, para identificar oportunidades de melhorias, redução de custos, garantir o cumprimento do duty of care e assegurar que a política de viagens corporativa esteja sendo aplicada.
1. Desenvolver, implementar e garantir o cumprimento da política de viagens
A política de viagens corporativas é a base de qualquer programa corporativo estruturado. Trata-se do documento que estabelece as regras que orientam todo o processo de deslocamento, definindo critérios para reservas, aprovações, hospedagens, transporte terrestre, prestação de contas, reembolsos e limites orçamentários por cargo ou área.
Portanto, cabe ao travel manager desenvolver essa política, comunicá-la aos colaboradores e mantê-la atualizada conforme mudanças no mercado, nas necessidades do negócio ou no perfil dos viajantes.
Além da elaboração da política, o gestor também é responsável por assegurar sua aplicação. Isso envolve monitorar reservas, despesas e exceções para garantir o compliance de viagens, reduzindo riscos financeiros, prevenindo fraudes, fortalecendo a governança corporativa e assegurando que todos os colaboradores sigam os mesmos padrões de conduta.
Em programas mais maduros, esse controle é potencializado pela tecnologia, que identifica automaticamente reservas fora da política e sinaliza desvios antes mesmo da aprovação.
2. Realizar sourcing de viagens e gerir fornecedores estratégicos
Uma das atribuições mais relevantes do travel manager é conduzir o sourcing de viagens, processo que envolve a seleção, negociação e homologação de fornecedores estratégicos, como companhias aéreas, redes hoteleiras, locadoras de veículos, empresas de mobilidade e TMCs.
Mais do que buscar menores preços, o sourcing tem como objetivo compreender o comportamento de consumo da empresa para identificar oportunidades de economia, consolidação de demanda e otimização contratual.
A análise de dados históricos permite entender quais rotas são mais utilizadas, quais fornecedores oferecem melhor desempenho e onde existem oportunidades de negociação.
O gestor conduz processos de concorrência, negocia contratos de longo prazo, busca tarifas corporativas exclusivas e estabelece condições que favoreçam tanto a redução de custos quanto a qualidade do serviço prestado.
Após a contratação, seu trabalho continua por meio da gestão do relacionamento com fornecedores, monitorando indicadores de desempenho e garantindo o cumprimento dos acordos estabelecidos.
Nesse contexto, a definição e acompanhamento de SLAs (Service Level Agreements) são fundamentais.
O travel manager avalia métricas como tempo de resposta, qualidade do atendimento, disponibilidade de serviços, resolução de problemas e satisfação dos viajantes, assegurando que o nível de serviço contratado seja efetivamente entregue.
3. Controlar custos, orçamento e despesas corporativas
A gestão financeira está entre as responsabilidades centrais da função do gestor de viagens. O travel manager monitora continuamente os gastos do programa de viagens, acompanha a execução orçamentária e identifica desvios que possam comprometer os objetivos financeiros da organização.
Uma das métricas mais importantes nesse processo é o custo por viagem, analisado sob diferentes perspectivas, como colaborador, departamento, destino, centro de custo ou tipo de despesa.
Esse acompanhamento permite identificar tendências de consumo, desperdícios e oportunidades de otimização.
Além disso, o gestor é responsável pela gestão de despesas e processos de expense management, incluindo adiantamentos, reembolsos e prestação de contas.
O objetivo é simplificar fluxos financeiros, reduzir atividades manuais, acelerar ciclos de aprovação e aumentar a precisão das informações.
Quando as plataformas de viagens e despesas estão integradas, os dados de reservas e gastos são conciliados automaticamente, reduzindo erros operacionais, inconsistências e riscos de fraude.
Esse controle financeiro gera maior previsibilidade orçamentária, melhora a transparência para áreas financeiras e oferece subsídios para decisões estratégicas relacionadas ao programa de viagens.
4. Monitorar indicadores e gerar inteligência para o negócio
O acompanhamento de indicadores é uma atividade permanente do travel management. Métricas relacionadas a custos, compliance, produtividade, economia gerada, adesão à política, antecedência de compra, desempenho de fornecedores e satisfação dos viajantes permitem avaliar continuamente a eficiência do programa.
Além de produzir relatórios periódicos, o gestor interpreta tendências, identifica riscos, propõe melhorias e recomenda ações corretivas sempre que necessário.
Essa capacidade analítica é o que diferencia uma gestão operacional de uma gestão estratégica de viagens corporativas, permitindo que a área demonstre resultados concretos para a liderança e justifique investimentos em tecnologia, processos ou renegociações contratuais.
5. Garantir a experiência, segurança e bem-estar dos viajantes
Embora o controle de custos seja uma prioridade, a gestão de viagens corporativas também precisa considerar a experiência do colaborador.
O travel manager é responsável por garantir que os viajantes tenham acesso a processos simples, suporte adequado e condições que permitam deslocamentos seguros e produtivos.
Isso inclui desde a escolha de fornecedores confiáveis até a construção de políticas equilibradas que conciliem eficiência financeira e conforto.
Uma experiência positiva reduz atritos operacionais, aumenta a produtividade durante as viagens e fortalece o engajamento dos colaboradores com o programa corporativo.
Empresas que conseguem equilibrar governança e experiência do viajante costumam apresentar níveis mais elevados de adesão à política e menor necessidade de exceções ou aprovações extraordinárias.
6. Gerir a relação com a TMC e o ecossistema de tecnologia
A parceria com uma TMC desempenha papel fundamental na execução do programa de viagens.
O travel manager é responsável por definir o escopo de atuação da agência, acompanhar indicadores de desempenho e garantir que os serviços contratados estejam alinhados às necessidades da empresa.
Além da TMC, o gestor frequentemente administra o relacionamento com fornecedores de tecnologia, incluindo plataformas de reservas, sistemas de expense management, cartões corporativos, ferramentas de analytics e soluções de compliance.
Seu papel é assegurar que essas tecnologias funcionem de forma integrada, permitindo maior visibilidade sobre os dados, automação de processos e tomada de decisão baseada em informações confiáveis.
Quando bem estruturado, esse ecossistema tecnológico reduz tarefas operacionais, melhora a experiência dos usuários e amplia a capacidade estratégica da gestão de viagens.
“As viagens a trabalho estão mais do que se recuperando, estão se transformando, impulsionadas pela necessidade de gerenciar custos e riscos, garantir forte produtividade e experiência do viajante e impulsionar o crescimento responsável. Os líderes da indústria estão equilibrando expansão com responsabilidade, buscando aproveitar novas tecnologias, tendências de viagem e práticas sustentáveis para permitir que as viagens a negócios continuem a oferecer um valor incrível em um mundo em rápida mudança.” - Suzanne Neufang, CEO da GBTA
O que um travel manager não faz?
Embora seja o responsável pela estratégia e gestão do programa de viagens corporativas, existem atividades que não fazem parte de suas atribuições diretas.
Um travel manager:
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Não faz reservas manualmente para cada colaborador: essa atividade normalmente é executada por plataformas de autosserviço, TMCs ou equipes operacionais de apoio.
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Não atua como agente de viagens: enquanto o agente é responsável pela operação e emissão de reservas, o travel manager atua em nível estratégico, definindo políticas, negociando contratos, analisando indicadores e tomando decisões sobre o programa de viagens.
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Não centraliza tarefas exclusivamente operacionais: a tecnologia existe justamente para automatizar atividades repetitivas e permitir que o gestor concentre seus esforços em planejamento, controle, análise de dados e geração de resultados.
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Não substitui áreas como RH ou Financeiro: a definição de benefícios, políticas de recursos humanos e aprovações orçamentárias continuam sendo responsabilidades das respectivas áreas. O travel manager atua de forma integrada para garantir que o programa de viagens esteja alinhado às diretrizes da empresa.
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Não é responsável por todas as iniciativas relacionadas a eventos corporativos: dependendo da estrutura organizacional, a gestão de eventos pode estar sob responsabilidade de equipes específicas de marketing, eventos ou compras, e não necessariamente da área de viagens.
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Não trabalha de forma isolada: a gestão de viagens corporativas exige interação constante com áreas como Recursos Humanos, Financeiro, Compras, Compliance, Facilities, Tecnologia da Informação e liderança executiva para garantir que o programa atenda às necessidades do negócio.
Em resumo, o travel manager não é um executor operacional de reservas, mas sim o profissional responsável por transformar as viagens corporativas em um processo estratégico, controlado e alinhado aos objetivos da organização.
Como o travel manager pode estruturar um programa de viagens do zero?
Estruturar um programa de viagens do zero exige etapas como o diagnóstico e os objetivos do programa, a criação de uma política de viagens, o sourcing de fornecedores, a adoção de tecnologia e a comunicação para a empresa do novo processo de viagens corporativas.
O gestor deve buscar a melhor relação entre a redução de custos, o bem-estar do colaborador e a segurança.
A seguir, estão os passos fundamentais para criar um programa de viagens corporativas sólido e escalável:
1. Faça um diagnóstico e defina os objetivos do programa
Comece extraindo os dados das viagens dos últimos 12 meses.
Se a empresa já usa uma TMC ou cartão corporativo, peça o relatório de gastos consolidado; se a gestão ainda é informal, junte os reembolsos aprovados no financeiro e os e-mails de solicitação de viagem do período.
Com essa base, responda a quatro perguntas:
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Quem mais viaja (por pessoa e por área)?
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Para onde?
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Com que antecedência as reservas são feitas?
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Quanto cada categoria pesa no total (aéreo, hospedagem, transporte terrestre e alimentação)?
Agora defina o objetivo do programa a partir do que o diagnóstico mostrou, não a partir de uma meta genérica. Se a maior parte do gasto vem de reservas de última hora, seu objetivo inicial é antecedência, não preço de tarifa.
A antecedência costuma ser o dado mais revelador. Segundo Luiz Moura, diretor de negócios da VOLL, o preço de uma mesma passagem pode variar até 200% dependendo de ela ser comprada com três semanas ou com três dias de antecedência. É por isso que as maiores empresas do país já exigem antecedência mínima de cerca de 15 dias em política, e é quase sempre o primeiro ponto de economia que aparece num diagnóstico.
Se o problema é gente viajando fora da política, o objetivo é compliance. Escolha um objetivo primário para os primeiros 90 dias.
Transforme esse objetivo em um número rastreável com a técnica de definição de metas SMART.
Por exemplo, "melhorar a experiência do viajante" não se mede; "reduzir o tempo médio de aprovação de 48h para 8h" se mede. É esse número que você vai deve acompanhar.
Esses objetivos servirão como direcionadores para todas as decisões futuras.
2. Desenvolva a política de viagens corporativas
Uma política eficiente precisa encontrar equilíbrio entre controle e praticidade. Regras excessivamente rígidas tendem a gerar resistência e aumentar o número de exceções.
Por outro lado, diretrizes muito flexíveis dificultam o controle financeiro e comprometem o compliance.
Além de ser clara e acessível, a política deve ser revisada periodicamente para acompanhar mudanças no mercado, na empresa e no comportamento dos viajantes.
3. Realize o sourcing de viagens e selecione fornecedores estratégicos
Com as regras definidas, chega o momento de estruturar a rede de parceiros que dará suporte ao programa.
O sourcing de viagens envolve a análise do comportamento de compra da empresa para identificar oportunidades de negociação, consolidação de demanda e otimização de contratos.
A partir desse processo, o travel manager seleciona e negocia com companhias aéreas, hotéis, locadoras de veículos, empresas de gestão mobilidade corporativa e demais fornecedores relevantes.
Nesse estágio, a escolha da TMC merece atenção especial. A empresa parceira será responsável por apoiar a operação das viagens, fornecer tecnologia, dados de gestão e suporte aos viajantes.
A avaliação deve considerar critérios como cobertura geográfica, qualidade de atendimento, estabilidade operacional, capacidade tecnológica, integração com outros sistemas e cumprimento de SLAs.
Contratos bem estruturados e fornecedores adequados criam a base necessária para um programa sustentável e eficiente no longo prazo.
4. Implemente tecnologia para automatizar processos
A tecnologia é o principal elemento de escala da gestão moderna de viagens corporativas.
Processos manuais costumam gerar retrabalho, falta de visibilidade, maior risco de erros e dificuldades de controle. Por isso, a implementação de uma plataforma integrada é um passo fundamental para consolidar o programa.
As melhores soluções permitem centralizar reservas, aprovações, prestação de contas, gestão de despesas, auditorias e relatórios em um único ambiente. Além disso, automatizam controles de compliance, sinalizando desvios da política no momento da reserva.
Quando viagens e despesas são gerenciadas de forma integrada, a empresa reduz tarefas operacionais, melhora a qualidade dos dados e obtém uma visão consolidada de todo o programa em tempo real.
5. Comunique as regras e engaje os colaboradores
Nenhum programa de viagens funciona sem adesão dos usuários.
Por isso, após a implementação, é essencial investir na comunicação das regras, no treinamento dos colaboradores e na criação de canais de suporte para dúvidas e situações emergenciais.
Os viajantes precisam compreender não apenas como utilizar as ferramentas disponíveis, mas também por que determinadas diretrizes foram estabelecidas.
Empresas que dedicam atenção à comunicação e ao onboarding do programa costumam alcançar níveis mais altos de adesão à política desde os primeiros meses, reduzindo exceções e facilitando a consolidação dos processos.
6. Monitore indicadores e promova melhoria contínua
Para garantir resultados sustentáveis, o travel manager deve acompanhar continuamente indicadores de desempenho relacionados a custos, compliance, antecedência de compra, produtividade, satisfação dos viajantes e economias geradas.
Os KPIs permitem identificar tendências, medir a efetividade das ações implementadas e demonstrar o valor estratégico da gestão de viagens para a liderança.
Além de produzir relatórios periódicos, o gestor deve utilizar os dados para revisar políticas, renegociar contratos, ajustar processos e incorporar novas tecnologias sempre que necessário.
Os programas de viagens operam em um ciclo contínuo de análise, aprendizado e otimização, adaptando-se constantemente às mudanças do mercado e às necessidades da organização.
Quais ferramentas o travel manager usa no dia a dia?
As ferramentas certas automatizam processos, aumentam o compliance, reduzem custos operacionais e fornecem dados para decisões estratégicas.
Abaixo estão as principais ferramentas utilizadas na gestão de viagens corporativas:
1. Plataforma de gestão de viagens (OBT - Online Booking Tool)
É na OBT que os colaboradores realizam buscas e reservas de passagens, hotéis e transporte dentro das regras da política de viagens.
Essas plataformas já aplicam automaticamente limites de gastos, fornecedores preferenciais e fluxos de aprovação, reduzindo desvios e eliminando etapas manuais.
Além disso, centralizam todo o histórico de viagens e oferecem visibilidade completa para o gestor.
2. Sistema de expense management (gestão de despesas)
O sistema de expense management automatiza reembolsos, adiantamentos e prestação de contas após a viagem.
Com recursos como OCR (reconhecimento automático de recibos), os colaboradores conseguem registrar despesas de forma rápida e digital.
Quando integrado à OBT, elimina duplicidade de lançamentos e conecta reservas com gastos reais, aumentando a precisão financeira e reduzindo o tempo de fechamento contábil.
3. Ferramentas de compliance e auditoria de viagens
Essas ferramentas garantem que a política de viagens seja seguida em tempo real.
Elas identificam reservas fora da política, validam despesas automaticamente e emitem alertas antes da aprovação.
Isso reduz riscos financeiros, aumenta a governança e diminui drasticamente a necessidade de auditoria manual.
4. Dashboards de BI e relatórios de viagens
Ferramentas de Business Intelligence (BI) transformam dados de viagens em indicadores estratégicos.
Elas consolidam informações de reservas, despesas e fornecedores para gerar dashboards com métricas como custo por viagem, taxa de compliance, savings gerados e antecedência de compra.
Esses relatórios são essenciais para acompanhar performance e apoiar decisões da liderança.
5. Ferramentas de gestão de fornecedores e contratos
Essas soluções ajudam o travel manager a monitorar contratos, SLAs e desempenho de fornecedores como companhias aéreas, hotéis e locadoras.
Permitem acompanhar indicadores de qualidade, nível de serviço e cumprimento de acordos corporativos.
Também fortalecem o processo de sourcing de viagens e negociações com base em dados reais de consumo.
6. Plataformas de mobilidade corporativa
Essas ferramentas gerenciam deslocamentos urbanos, como transporte por aplicativo, táxis e locação de veículos.
Elas ampliam o controle sobre gastos fora do ambiente tradicional de passagens e hospedagem corporativa, oferecendo uma visão mais completa da jornada do viajante.
7. Sistemas integrados de viagens e despesas
A principal tendência do setor é a consolidação de todas essas funcionalidades em plataformas únicas e integradas, como a VOLL.
Isso elimina sistemas paralelos, reduz retrabalho e melhora a consistência dos dados.
Com isso, o travel manager passa a ter uma visão ponta a ponta do ciclo de viagens corporativas, da solicitação ao fechamento financeiro, o que reduz complexidade operacional, melhora a experiência do usuário e aumenta a capacidade analítica.
Quais KPIs um gestor de viagens deve acompanhar?
Alguns indicadores são considerados essenciais para praticamente qualquer programa corporativo. São eles:
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Custo por viagem;
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Taxa de compliace;
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Antecedência média de compra;
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Saving rate;
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Taxa de adoção da política de viagens;
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Tempo médio de aprovação;
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Satisfação dos viajantes (NPS).
Confira o que é cada um e como calcular.
Custo por viagem
O custo por viagem mede quanto a empresa gasta, em média, para realizar cada deslocamento corporativo.
A análise deve incluir todos os custos, como passagens aéreas, hospedagem, transporte terrestre, alimentação e demais despesas relacionadas à viagem.
Mais do que observar valores absolutos, o ideal é acompanhar a evolução histórica desse indicador e compará-lo entre diferentes áreas, regiões ou perfis de viajantes.
Esse acompanhamento ajuda a identificar oportunidades de otimização e possíveis desvios de comportamento.
Taxa de compliance
A taxa de compliance mede o nível de aderência dos colaboradores à política de viagens.
Quanto maior esse percentual, maior tende a ser a previsibilidade financeira e o controle sobre o programa.
Baixos índices podem indicar problemas relacionados à comunicação da política, processos excessivamente burocráticos ou ferramentas inadequadas.
Por isso, esse KPI costuma ser considerado um dos principais termômetros da maturidade da gestão de viagens.
Antecedência média de compra
A antecedência de compra possui relação direta com os custos das viagens corporativas.
De forma geral, reservas realizadas com maior antecedência tendem a apresentar preços mais competitivos, especialmente no transporte aéreo.
Monitorar esse indicador permite identificar oportunidades de economia e criar iniciativas internas para incentivar comportamentos mais eficientes.
Além disso, ajuda a compreender se os processos de solicitação e aprovação estão funcionando adequadamente.
Saving rate
O saving rate representa a economia obtida por meio de negociações, acordos corporativos e ações de gestão.
Esse indicador é particularmente importante porque demonstra o valor gerado pela área de viagens.
Ao acompanhar o saving rate, a empresa consegue quantificar o impacto financeiro de iniciativas como renegociação de contratos, revisão de políticas e implementação de novas tecnologias.
Essa métrica também costuma ser utilizada para justificar investimentos em ferramentas e fornecedores especializados.
Taxa de adoção da política de viagens
Aqui, o objetivo é medir quantas reservas foram realizadas dentro dos canais e processos oficiais definidos pela empresa.
Quando colaboradores realizam compras fora das ferramentas homologadas, a organização perde visibilidade, capacidade de negociação e controle financeiro.
Por isso, aumentar a adoção da política costuma ser uma prioridade para travel managers que buscam maior governança.
Tempo médio de aprovação
A velocidade das aprovações impacta diretamente a experiência dos viajantes e os custos das reservas.
Fluxos excessivamente lentos podem levar à perda de tarifas mais vantajosas e gerar insatisfação entre os colaboradores.
Ao acompanhar esse indicador, o gestor consegue identificar gargalos e promover ajustes nos processos internos.
Empresas que automatizam aprovações normalmente apresentam resultados significativamente melhores nesse aspecto.
Satisfação dos viajantes (NPS)
O NPS (Net Promoter Score) é a principal métrica global utilizada para medir a lealdade e satisfação de clientes. Aplicado aos viajantes, ele avalia a probabilidade de um passageiro indicar uma empresa (companhia aérea, hotel ou agência) a um amigo ou colega, indicando sua fidelidad
Pesquisas periódicas de NPS permitem identificar dificuldades enfrentadas pelos viajantes e oportunidades de melhoria no programa.
Além disso, ajudam a equilibrar objetivos financeiros com as necessidades das pessoas que efetivamente utilizam os serviços.
Uma experiência positiva contribui para maior adesão à política e melhor percepção sobre a área de viagens.
Relatório de viagens: como transformar dados em decisões?
Os melhores programas de viagens não se limitam à coleta de informações. Eles transformam dados em inteligência de negócio.
Um relatório de viagens eficiente deve consolidar indicadores financeiros, métricas operacionais, desempenho de fornecedores e comportamento dos viajantes em uma única visão estratégica.
Esse tipo de análise permite identificar tendências, antecipar riscos e direcionar investimentos com maior precisão.
Mais importante do que gerar relatórios extensos é garantir que as informações sejam acionáveis e contribuam efetivamente para a tomada de decisão.
Quando utilizado corretamente, o relatório de viagens deixa de ser apenas um documento de acompanhamento e passa a ser uma ferramenta estratégica para a evolução contínua do programa corporativo.
A VOLL, por exemplo, entrega mais de 150 indicadores e dashboards dinâmicos construídos com inteligência artificial e análise avançada de dados.
Os dashboards permitem análises por período, centro de custo, destino e colaborador, oferecendo uma visão completa da operação de viagens corporativas.
“Eu, sinceramente, não consigo imaginar um gestor de viagens chegando a uma reunião de diretoria sem essas informações. Como ele vai explicar o comportamento de compra de viagens da empresa? É complexo e consome muito tempo e energia montar um gráfico simples sem ferramentas adequadas, sendo que tudo isso já está pronto dentro da VOLL. Minha experiência de mercado mostra o quanto esse dashboard faz diferença. ” Ana Betim - Key Account Manager da VOLL
Quais organizações o travel manager precisa acompanhar?
O travel manager que quer evoluir profissionalmente precisa estar conectado ao ecossistema do setor, e isso começa por conhecer as principais associações e organismos de referência. São elas:
ALAGEV - Associação Latino-Americana de Gestores de Viagens Corporativas e Eventos
A principal associação voltada especificamente para o profissional de travel management na América Latina. A ALAGEV publica pesquisas, guias práticos e realiza o LACTE (Latin American Corporate Travel Event), considerado o maior evento da região para gestores de viagens.
Acompanhar suas publicações é uma das formas mais eficazes de se atualizar sobre benchmarks, boas práticas e tendências do mercado brasileiro e latino-americano.
GBTA - Global Business Travel Association
A maior organização global de business travel, com sede nos Estados Unidos e presença em mais de 100 países. A GBTA publica relatórios de mercado, dados sobre o volume global de viagens corporativas e oferece certificações internacionais para gestores, como o GBTA Foundation.
Para travel managers que atuam em programas globais ou buscam reconhecimento profissional internacional, a GBTA é uma referência praticamente obrigatória.
ABRACORP - Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas
Referência no mercado brasileiro de viagens corporativas, a ABRACORP reúne as principais agências do setor e publica dados relevantes sobre o mercado nacional.
Acompanhar suas publicações ajuda o gestor a entender melhor o comportamento das TMCs e identificar tendências de precificação, operação e tecnologia.
IATA - International Air Transport Association
A associação internacional das companhias aéreas é especialmente relevante para gestores que lidam com alto volume de passagens aéreas e precisam entender normas, regulamentações tarifárias e políticas do transporte aéreo.
O portal da IATA também é uma fonte importante para consulta de documentação e regras de viagens internacionais.
Panrotas e veículos especializados
Além das associações formais, é essencial acompanhar veículos especializados que cobrem diariamente o mercado de viagens e turismo, como a Panrotas.
Essas publicações ajudam o gestor a monitorar lançamentos, fusões, novas regulamentações, movimentações de fornecedores e tendências emergentes do setor.
Eventos para travel managers em 2026: onde se atualizar?
Participar de eventos é uma das formas mais eficazes de atualização profissional e benchmarking para o gestor de viagens.
O contato com outros profissionais, fornecedores e especialistas do setor acelera o aprendizado e abre portas para parcerias estratégicas.
Conheça os principais:
Travel Connect - VOLL
O Travel Connect é o maior evento de inovação em viagens, mobilidade e despesas corporativas do Brasil
Com um formato que combina palestras, painéis temáticos e espaços de networking com especialistas do setor, o evento se tornou um encontro de referência para quem busca uma visão estratégica sobre gestão de viagens corporativas.
As edições anteriores reuniram gestores de grandes empresas brasileiras para discussões sobre tecnologia, compliance de viagens, expense management e tendências do mercado.
Acompanhe as novidades sobre a edição de 2026 nas redes da VOLL.
LACTE - Latin American Corporate Travel Event (ALAGEV)
Maior evento da América Latina voltado exclusivamente para gestores de viagens e eventos corporativos, o LACTE reúne compradores, fornecedores e especialistas em três dias de conteúdo, cases e networking.
A edição de 2026 está prevista para o segundo semestre. O calendário oficial pode ser acompanhado no site da ALAGEV.
GBTA Convention
O maior evento global de business travel, realizado anualmente nos Estados Unidos.
A GBTA Convention é referência para travel managers que buscam perspectiva internacional, acesso a pesquisas recentes e contato com fornecedores e tecnologias ainda não disponíveis no Brasil.
É especialmente indicado para gestores de programas globais ou com forte componente de viagens internacionais.
Fórum ABRACORP
Evento brasileiro que reúne agências corporativas, fornecedores e compradores para discussões sobre o mercado nacional de viagens corporativas.
É uma boa oportunidade de networking com TMCs e fornecedores, além de atualização sobre tendências de precificação, operação e regulamentação do setor.
Quais tendências estão transformando o trabalho dos gestores de viagem?
A gestão de viagens corporativas passou por uma transformação significativa nos últimos anos. O que antes era uma atividade predominantemente operacional tornou-se uma disciplina estratégica, conectada diretamente aos objetivos financeiros, operacionais e de governança das organizações.
Esse movimento deve continuar se intensificando nos próximos anos. Novas tecnologias, mudanças no comportamento dos colaboradores e a crescente busca por eficiência estão redefinindo o papel do travel manager.
Para os profissionais da área, compreender essas tendências é fundamental para manter programas competitivos, sustentáveis e preparados para o futuro.
Inteligência artificial aplicada à gestão de viagens
Hoje, soluções baseadas em IA conseguem analisar padrões de compra, identificar oportunidades de economia, detectar desvios de comportamento e recomendar alternativas mais vantajosas durante a reserva.
Além disso, algoritmos avançados ajudam empresas a prever gastos futuros, antecipar riscos e automatizar atividades que antes dependiam de intervenção humana.
“IA e novas tecnologias são fundamentais para melhorar a experiência do viajante e aumentar a eficiência operacional. O Brasil está avançando nessa adoção e isso pode se tornar um diferencial importante.” - Luiz Moura, cofundador e diretor de negócios da VOLL, para a Brasilturis
Gestão baseada em dados em tempo real
Com dashboards em tempo real, é possível acompanhar gastos, reservas, aprovações e indicadores no momento em que acontecem.
Esse acesso imediato à informação permite respostas mais rápidas, decisões mais precisas e maior capacidade de controle operacional.
Também facilita a identificação de tendências e reduz o tempo de reação para correções e melhorias.
Integração entre viagens e despesas
Historicamente, viagens corporativas e gestão de despesas operavam como processos separados, o que gerava fragmentação, retrabalho e baixa visibilidade dos custos totais.
Hoje, cresce a adoção de plataformas que integram toda a jornada do colaborador, da reserva à prestação de contas.
Automação de processos e aprovações
Processos que antes exigiam e-mails, formulários e validações manuais agora podem ser executados automaticamente por sistemas inteligentes.
Atividades como solicitações, aprovações, auditorias e reembolsos estão entre as mais impactadas.
Além de reduzir o esforço operacional, a automação aumenta a velocidade dos processos e melhora a experiência dos usuários.
Experiência do viajante como prioridade estratégica
As empresas estão reconhecendo que a experiência do colaborador impacta diretamente a adesão às políticas e a produtividade durante as viagens.
Por isso, a gestão moderna busca equilibrar controle financeiro, conveniência e satisfação do usuário.
Programas excessivamente restritivos tendem a gerar resistência e aumentar compras fora dos canais oficiais.
Já políticas bem estruturadas fortalecem o compliance e melhoram a percepção dos colaboradores.
Essa mudança de mentalidade faz com que indicadores como usabilidade, velocidade dos processos e qualidade do atendimento ganhem o mesmo peso dos indicadores financeiros.
Duty of care e gestão de riscos
A responsabilidade das empresas com a segurança dos colaboradores em viagens ganhou ainda mais relevância nos últimos anos.
Eventos climáticos extremos, crises sanitárias e instabilidades políticas reforçaram a importância de monitoramento e proteção dos viajantes em tempo real.
Nesse contexto, o conceito de duty of care se tornou um dos pilares da gestão moderna de viagens.
Mais do que uma obrigação legal, trata-se de garantir mecanismos eficazes para localizar viajantes, oferecer suporte emergencial e responder rapidamente a situações de risco.
Essa tendência continuará influenciando decisões de tecnologia, fornecedores e processos internos.
VOLL: a parceira certa para a sua estratégia de gestão de viagens corporativas
Gerenciar viagens corporativas de forma eficiente exige mais do que controlar reservas e aprovações. É necessário integrar pessoas, processos, despesas, fornecedores e dados em uma única estratégia.
É nesse cenário que a VOLL se posiciona como parceira estratégica para travel managers que buscam mais controle, eficiência e inteligência na gestão de viagens corporativas.
Como a maior agência de viagens corporativas digital da América Latina, a VOLL oferece uma plataforma completa de gestão de viagens, mobilidade e despesas corporativas, permitindo visibilidade total e decisões orientadas por dados.
Gestão integrada de viagens, mobilidade e despesas
Muitas organizações utilizam sistemas diferentes para reservas, mobilidade, reembolsos e prestação de contas, o que gera complexidade e falta de visibilidade.
A VOLL resolve esse problema ao integrar toda a jornada do viajante em uma única plataforma.
Solicitações, aprovações, reservas, despesas e reembolsos passam a ser gerenciados em um ambiente centralizado.
Isso simplifica a operação e oferece uma visão mais completa dos gastos corporativos e indicadores estratégicos.
Mais compliance e governança para o programa de viagens
Garantir o cumprimento da política de viagens é uma das principais responsabilidades do travel manager.
A VOLL permite configurar regras por área, cargo ou perfil de colaborador, aplicando essas diretrizes diretamente no processo de reserva.
Além disso, o Farol de Compliance sinaliza solicitações fora da política, aumentando a visibilidade e fortalecendo a governança.
Esse modelo reduz desvios, aumenta a adesão à política e melhora a segurança na tomada de decisão.
Inteligência artificial para decisões mais estratégicas
A plataforma da VOLL utiliza inteligência artificial e análise avançada de dados para gerar dashboards em tempo real e relatórios personalizados.
Isso permite acompanhar tendências, identificar economias e monitorar KPIs de forma muito mais eficiente.
Além disso, a tecnologia auxilia na identificação de melhores tarifas, apoiando decisões de compra mais inteligentes.
Atendimento especializado para apoiar o travel manager
Mesmo com a evolução tecnológica, a gestão de viagens ainda depende de suporte humano especializado.
Por isso, a VOLL combina tecnologia com atendimento 24/7, disponível em múltiplos canais e idiomas.
Além do suporte ao viajante, os gestores contam com acompanhamento consultivo para aprimorar continuamente seus programas, reduzir custos e aumentar eficiência.
Essa combinação entre tecnologia e consultoria permite que o travel manager foque na estratégia enquanto a execução é suportada por especialistas.
Transforme a gestão de viagens em uma vantagem competitiva
Com tecnologia integrada, inteligência de dados e suporte especializado, a VOLL ajuda organizações e gestores de viagens corporativas a transformar seus programas de viagens em uma fonte contínua de eficiência, economia e governança.
Se você quer estruturar ou evoluir o programa de viagens da sua empresa, entre em contato com a VOLL.
Perguntas frequentes sobre o cargo de travel manager
Entenda mais sobre a carreira do gestor de viagens corporativas.
O que é um travel manager?
O travel manager, ou gestor de viagens, é o profissional responsável por planejar, controlar e otimizar o programa de viagens corporativas de uma empresa.
Suas atribuições incluem a criação da política de viagens, negociação com fornecedores, gestão de despesas, acompanhamento de indicadores, garantia de compliance e implementação de tecnologias que aumentem a eficiência do programa.
Seu papel é equilibrar custos, governança e experiência dos viajantes para que as viagens contribuam para os objetivos estratégicos da organização.
Qual é a formação necessária para ser travel manager?
Não existe uma graduação obrigatória para atuar na área. As formações mais comuns incluem Administração, Turismo, Relações Internacionais, Logística e Economia.
Na prática, o que mais pesa é a experiência com gestão de fornecedores, procurement, análise de dados e compliance, além da familiaridade com plataformas de gestão de viagens.
Cursos e certificações oferecidos por associações como ALAGEV e GBTA também são diferenciais importantes para a evolução profissional.
Quanto ganha um travel manager no Brasil?
A remuneração varia conforme porte da empresa, senioridade e região.
De forma geral, os salários ficam entre:
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R$ 4.000 a R$ 7.000 para posições mais júnior ou coordenação
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R$ 8.000 a R$ 20.000 para posições de gestão
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Em grandes empresas e multinacionais, valores podem ser ainda mais altos, com bônus e benefícios adicionais
O crescimento da área tem ampliado a valorização do profissional de forma consistente no mercado.
Recomenda-se consultar pesquisas atualizadas da ALAGEV e plataformas como LinkedIn Salary e Glassdoor para referências mais precisas.
Qual a diferença entre travel manager e procurement?
O procurement manager atua de forma ampla na aquisição de bens e serviços da empresa como um todo.
Já o travel manager é um especialista focado exclusivamente na gestão de viagens corporativas.
As funções se conectam em atividades como negociação com fornecedores e contratos de serviços de viagem. Em empresas menores, é comum que os dois papéis sejam acumulados pela mesma pessoa.
O travel manager precisa saber inglês?
Sim, especialmente em empresas com operação internacional.
O inglês é importante para negociar com fornecedores globais e acompanhar conteúdos da GBTA e IATA, além de lidar com viagens corporativas internacionais
É uma habilidade cada vez mais valorizada em processos seletivos da área.
O que é uma TMC e por que o travel manager precisa dela?
A TMC (Travel Management Company) é uma empresa especializada em gestão de viagens corporativas.
Na maioria dos casos, contar com uma TMC aumenta a eficiência do programa e permite que o travel manager foque em atividades mais estratégicas.
