Gestão de viagens corporativas

Como economizar com passagens aéreas corporativas? Estratégias, comparadores e ferramentas

As passagens aéreas subiram 17% entre fevereiro e março de 2026, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, o que exige maior estratégia das empresas.



Como economizar com passagens aéreas corporativas? Estratégias, comparadores e ferramentas
11:22



Controlar os custos com passagens aéreas corporativas nunca foi tão desafiador. Nos últimos anos, a combinação de alta nos combustíveis, variação cambial e instabilidade global tem pressionado os preços e aumentado a responsabilidade dos gestores de viagens.

Ao mesmo tempo, a gestão dessas despesas passou a ter um papel mais estratégico dentro das empresas. Além de encontrar tarifas mais baixas, é preciso garantir previsibilidade orçamentária, aderência à política de viagens e mais eficiência no processo como um todo.

Nesse contexto, economizar com viagens corporativas exige uma abordagem estruturada que combine o uso de tecnologia, análise de dados e tomadas de decisão mais conscientes ao longo de toda a jornada de compra.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que são passagens aéreas corporativas;

  • Alta nos preços de passagens aéreas;

  • Como comparar preços de passagens aéreas para viagens corporativas;

  • Como funciona o comparador de passagens da VOLL;

  • Melhores plataformas para comprar passagens aéreas corporativas;

  • Como otimizar a compra de passagens aéreas para empresas;

  • Como gerenciar bilhetes não voados e usá-los como estratégia de economia;

  • Cases de sucesso de saving em passagens corporativas;

  • Como ter sempre os melhores preços para a gestão de viagens corporativas.

O que são passagens aéreas corporativas?

As passagens aéreas corporativas são aquelas emitidas para deslocamentos profissionais, geralmente adquiridas por meio de um CNPJ.

Esses bilhetes fazem parte de programas de viagens empresariais e seguem regras definidas pela política de viagens de cada empresa.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), o setor de viagens corporativas no Brasil atingiu, em 2025, um faturamento recorde de R$ 13,7 bilhões. Desse total, 57,51% foram movimentados pelo transporte aéreo, evidenciando a relevância estratégica das passagens aéreas no ambiente corporativo.

Diferentemente das compras feitas por pessoas físicas, esse tipo de passagem está inserido em processos estruturados, envolve fornecedores homologados e, em muitos casos, é negociado por meio de acordos corporativos com companhias aéreas.

Essa distinção é o pilar para um spend management (gestão de gastos) eficiente e estratégico.

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Passagem comum x passagem corporativa: principais diferenças

Na prática, o que muda para o travel manager é principalmente o nível de controle sobre a operação.

Ao trabalhar com passagens aéreas corporativas, é possível aplicar regras de compliance da política de viagens, acompanhar indicadores de desempenho e implementar estratégias mais consistentes de gestão de gastos em viagens.

Além disso, a centralização em uma TMC, agência de viagens corporativas ou em uma plataforma integrada ajuda a reduzir erros, evita compras fora da política e contribui para uma experiência mais fluida para o colaborador.

O resultado é uma operação mais previsível, eficiente e alinhada aos objetivos financeiros da empresa.

 

Passagem comum

Passagem corporativa

Preço

Dinâmico e individual

Pode incluir tarifas negociadas e condições específicas

Flexibilidade

Limitada ao tipo de tarifa

Maior flexibilidade para remarcação e reembolso de acordo com o acordo negociado

Faturamento

Pagamento via CPF ou cartão pessoal

Faturamento centralizado para CNPJ

Centralização

Compras descentralizadas

Gestão centralizada

Está mais caro comprar passagens aéreas?

Sim, e os dados recentes confirmam essa percepção: as passagens aéreas subiram 17% entre fevereiro e março de 2026, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE.

Esse aumento pressiona diretamente os orçamentos de viagens corporativas.

A alta é explicada principalmente pelo aumento do querosene de aviação (QAV), impulsionado pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que levou o barril de petróleo a patamares acima de US$ 100.

O combustível de aviação é o principal componente de custo das companhias aéreas e, após esse reajuste, passou a representar cerca de 45% das despesas totais do setor.

Gráfico da evolução do preço do combustível na aviação, o que tem dificultado economizar com passagens aéreas corporativas

Para o gestor de viagens, esse cenário torna o controle de tarifas ainda mais crítico, já que a volatilidade do mercado afeta diretamente a previsibilidade do orçamento anual da empresa.

A variação cambial em rotas internacionais também encarece deslocamentos globais, especialmente para empresas com operação fora do Brasil. Mas, mesmo em voos domésticos, parte relevante da estrutura de custos do setor é dolarizada.

A dinâmica de oferta e demanda também exerce influência direta: em períodos de alta procura, como eventos corporativos ou sazonalidades específicas, os preços tendem a subir rapidamente.

Outro fator importante é a redução da capacidade em algumas rotas. Com menos voos disponíveis, a oferta diminui e as tarifas acabam ficando mais elevadas.

Compreender esses fatores externos é o primeiro passo para embasar decisões mais estratégicas e justificar investimentos em tecnologias de controle, que ajudam a buscar melhor custo-benefício em cada emissão.

Diante desse contexto, estratégias de benchmarking de tarifas e o acompanhamento rigoroso da variação cambial em viagens internacionais passam a ser essenciais para reduzir impactos financeiros.

Não basta mais olhar apenas para o momento da compra. O cenário exige uma gestão contínua de tarifas aéreas, apoiada em dados, previsibilidade e tecnologia.

Empresas que não estruturam esse controle tendem a lidar com aumentos imprevisíveis, compras fora da política de viagens e desperdícios que muitas vezes passam despercebidos ao longo do tempo.

Por outro lado, organizações que investem em inteligência de compra conseguem identificar oportunidades reais de economia, mesmo em um cenário de preços pressionados.

Como comparar preços de passagens aéreas para viagens corporativas?

Para reduzir custos com viagens corporativas, o gestor de viagens precisa contar com ferramentas capazes de consolidar acordos corporativos com companhias aéreas e tarifas públicas em uma única interface.

Esse processo vai além de simplesmente buscar a menor tarifa em um buscador. No contexto empresarial, a análise precisa levar em conta o cenário da viagem, as regras internas e o impacto financeiro ao longo de todo o deslocamento.

A seguir, estão alguns critérios essenciais que o travel manager deve considerar para uma comparação mais estratégica.

VOLL Flights

O VOLL Flights cruza tarifas públicas, acordos corporativos com companhias aéreas e conteúdos de diferentes fornecedores, incluindo consolidadoras.

Com apoio de inteligência artificial, a plataforma sugere opções considerando preço, política de viagens e o histórico de comportamento da empresa.

Benchmarking de tarifas

O benchmarking de tarifas é um dos principais pilares dessa análise.

Ele consiste em verificar se os valores pagos estão alinhados com o histórico da empresa e com o comportamento do mercado.

Sem esse tipo de referência, o gestor perde capacidade de avaliação. Fica mais difícil entender se houve, de fato, economia ou apenas uma compra inserida em um cenário de preços elevados.

Com dados estruturados, é possível analisar variações por rota, antecedência de compra e sazonalidade, o que ajuda a construir uma base mais consistente para a tomada de decisão.

Consolidadoras de passagens

As consolidadoras ampliam o acesso a tarifas e conteúdos que nem sempre estão disponíveis em canais diretos das companhias aéreas.

Elas podem oferecer condições mais competitivas, principalmente em rotas internacionais ou mais complexas.

Quando esse tipo de fornecedor não entra na comparação, o gestor acaba reduzindo as opções disponíveis e, consequentemente, o potencial de economia.

Por isso, uma análise eficiente precisa considerar diferentes fontes de inventário.

Como funciona o buscador de passagens da VOLL?

O VOLL Flights, funcionalidade pioneira no Brasil, é a ferramenta mais eficiente para economia em passagens aéreas corporativas, com foco em inteligência de busca e eficiência na comparação de tarifas.

 

A tecnologia realiza uma varredura ampla e inteligente em todas as opções disponíveis, chegando a oferecer até 3x mais alternativas de voos e tarifas para encontrar o menor preço.

A inteligência de busca também automatiza a combinação de trechos, seja entre companhias aéreas diferentes ou não, no formato de ida e volta ou em itinerários combinados, sempre com o objetivo de identificar o menor custo total para a viagem.

O uso é simples e intuitivo:

  1. Ao iniciar a pesquisa, basta inserir informações básicas como origem, destino e datas;

  2. Em segundos, o sistema faz uma varredura completa em bases de companhias aéreas e tarifas disponíveis;

  3. As opções de voo são apresentadas já ordenadas pelas alternativas mais econômicas, incluindo combinações inteligentes entre diferentes companhias;

  4. Ao lado de cada opção, o usuário encontra o Farol de Compliance, que indica se aquela escolha está de acordo com a política de viagens da empresa;

  5. Com todas as informações organizadas e a validação de conformidade, o viajante consegue selecionar a opção mais adequada com mais segurança e clareza.

VOLL FLIGHTS, BUSCADOR QUE AJUDA A ECONOMIZAR COM PASSAGENS AÉREAS

Enquanto alguns buscadores podem apresentar limitações na forma como exibem tarifas, a nossa tecnologia realiza uma varredura completa das opções disponíveis e prioriza sempre o menor preço, independentemente da forma como a pesquisa é feita pelo viajante.

Ao identificar o menor custo total da viagem e combinar trechos de forma inteligente, a ferramenta amplia o potencial de economia para as empresas, que pode chegar a 30% a 40%, dependendo do perfil de uso.

De um lado, as companhias aéreas estão evoluindo muito a sua dinâmica de precificação, seus sistemas internos, hiperconectividade, APIs e muito mais. Por outro lado, os OBTs ainda estão em um ritmo bem mais lento de evolução. O mercado está procurando por ferramentas que deem mais autonomia e que empoderem mais as empresas na figura do gestor de viagens.

Há muitos desafios econômicos envolvidos na precificação de passagens agora, então, quanto mais controle a gente tem e pode oferecer para um cliente, o próprio viajante, de escolher opções melhores, entendemos que estamos cumprindo o nosso papel.” Luiz Moura - Cofundador e Diretor de Negócios da VOLL, para a Panrotas

Conheça o VOLL Flights

Quais são as melhores plataformas para comprar passagens aéreas corporativas?

A melhor escolha depende do nível de maturidade da gestão de viagens, do volume de compras e da complexidade da operação.

Veja os principais tipos de plataformas:

1. Online Booking Tools (OBTs)

Os OBTs, ou ferramentas de self-booking corporativo, permitem que os próprios colaboradores realizem a busca e a compra de passagens dentro de um ambiente controlado.

Essas soluções já integram a política de viagens da empresa, garantindo que as opções apresentadas estejam alinhadas às regras internas. Isso reduz desvios e aumenta o compliance da política aérea.

Além disso, os OBTs agilizam o processo de compra, eliminam trocas manuais com agências e aumentam a produtividade das equipes.

Por outro lado, quando usados de forma isolada, podem limitar o acesso a negociações mais estratégicas ou a um suporte mais consultivo.

2. TMCs (Travel Management Companies)

As TMCs são empresas especializadas na gestão de viagens corporativas.

Elas atuam como parceiras do travel manager, apoiando na negociação de acordos com companhias aéreas, na definição de políticas de viagem e no acompanhamento de indicadores de desempenho.

Outro ponto importante é o suporte ao viajante, especialmente em casos de remarcação, cancelamento ou situações emergenciais.

No entanto, quando não estão integradas a uma tecnologia robusta, podem gerar maior dependência operacional e menor agilidade em alguns processos.

3. Consolidadoras de passagens

As consolidadoras funcionam como intermediárias que reúnem tarifas de diferentes companhias aéreas.

Elas ampliam o acesso a conteúdos que nem sempre estão disponíveis nos canais diretos e podem oferecer condições mais competitivas, principalmente em rotas internacionais ou mais complexas.

Para o travel manager, isso significa mais alternativas na comparação e maior potencial de otimização de custos.

Por outro lado, quando utilizadas sem integração com sistemas de gestão, podem dificultar o controle e a visibilidade dos gastos.

4. Plataformas integradas: o modelo mais eficiente

As plataformas integradas reúnem OBT, TMC, consolidadora e gestão de despesas em um único ambiente.

Esse modelo, adotado pela VOLL, ajuda a resolver um dos principais desafios das empresas: a fragmentação da gestão de viagens.

Ao centralizar tudo em um só lugar, o travel manager passa a ter visibilidade completa, controle em tempo real e mais base para decisões orientadas por dados.

Além disso, essas plataformas permitem:

  • Aplicação automática da política de viagens;

  • Integração entre passagens e gestão de despesas;

  • Monitoramento de indicadores de gestão de viagens e gastos;

  • Automação de processos como aprovação, reembolso e auditoria.

Quando tecnologia, processos e fornecedores estão integrados, a empresa reduz desperdícios, melhora a governança e aumenta a previsibilidade financeira.

Na prática, isso permite evoluir de uma gestão operacional para uma gestão mais estratégica de viagens corporativas.

Como otimizar a compra de passagens aéreas para empresas?

A economia consistente acontece quando a empresa estrutura um sistema de gestão que combina política de viagens, tecnologia, dados e disciplina operacional.

Nesse contexto, o gestor de viagens precisa atuar de forma estratégica, com foco em previsibilidade, controle e redução contínua de desperdícios.

A seguir, algumas boas práticas que ajudam a melhorar a gestão de tarifas aéreas:

1. Estruture acordos corporativos com base em volume e rotas estratégicas

A negociação de acordos com companhias aéreas só gera resultados consistentes quando há concentração de demanda.

Antes de negociar, analise os dados de viagens da empresa para identificar rotas mais frequentes, volume mensal e companhias mais utilizadas.

Com essas informações, a negociação se torna mais direcionada, o que aumenta o poder de barganha.

Depois da implementação, o acompanhamento contínuo é essencial. Compare tarifas negociadas com tarifas públicas para garantir que o acordo segue competitivo ao longo do tempo.

2. Defina uma política de viagens clara, objetiva e aplicável

Uma política de viagens eficiente precisa ser simples de entender e fácil de aplicar no dia a dia.

Regras como antecedência mínima de compra, classes permitidas e critérios de escolha de voos devem ser bem definidas.

Quanto mais objetiva for a política, maior tende a ser a adesão.

Além disso, é importante revisá-la periodicamente com base em dados reais de consumo, já que regras desatualizadas perdem efetividade com o tempo.

3. Automatize o compliance no momento da compra

Evite depender de controles manuais para garantir o cumprimento da política.

Quando a política de viagens está integrada às ferramentas de compra, ela passa a ser aplicada automaticamente.

Na prática, o colaborador visualiza apenas opções dentro das regras ou recebe alertas quando tenta selecionar algo fora da política.

Isso reduz desvios, diminui retrabalho e melhora a experiência do usuário.

4. Incentive e monitore a antecedência de compra

A antecedência de compra é uma das variáveis que mais impacta o custo das passagens aéreas corporativas.

Por isso, é importante definir regras claras e acompanhar esse indicador com frequência.

Quando há padrões de compras muito próximas da data do voo, vale investigar as causas e ajustar processos, comunicação ou fluxos de aprovação.

Ferramentas tecnológicas também ajudam a sinalizar compras urgentes, evitando decisões mais caras.

5. Utilize benchmarking de tarifas como base para decisões

Evite analisar preços de forma isolada. O ideal é comparar tarifas pagas com dados históricos e padrões de mercado para entender se os valores estão realmente competitivos.

Indicadores por rota, companhia e antecedência ajudam a identificar desvios com mais precisão.

Esse tipo de análise também fortalece negociações e orienta ajustes na estratégia de compra.

6. Centralize as compras em um único sistema ou parceiro

Quando as compras são descentralizadas, a visibilidade diminui e o controle da política de viagens fica mais frágil.

A centralização ajuda a garantir consistência nos processos, melhora a governança e fortalece a capacidade de negociação da empresa.

Além disso, cria uma base de dados mais confiável para análise.

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7. Adote tecnologia com inteligência artificial

A gestão de tarifas envolve muitas variáveis para ser feita manualmente com eficiência.

Plataformas com inteligência artificial ajudam a integrar dados, automatizar processos e sugerir opções mais adequadas.

Essas soluções também identificam padrões e apoiam decisões mais rápidas e consistentes.

A VOLL possui um agente de IA para viagens exclusivo chamado AirSave, no qual as reservas aéreas são retarifadas automaticamente por opções mais econômicas antes de seguir para aprovação.

8. Integre viagens e gestão de despesas

A compra de passagens não deve ser tratada de forma isolada.

Integre viagens com gestão de despesas para ter uma visão completa do custo total, do início ao fim do processo.

Isso reduz inconsistências, melhora o controle financeiro e elimina retrabalhos com reembolsos e justificativas.

9. Monitore o impacto da variação cambial

Em viagens internacionais, o câmbio influencia diretamente o custo final.

Por isso, acompanhar a variação cambial e analisar seu histórico em conjunto com os dados de viagens ajuda a identificar oportunidades e reduzir riscos.

Esse acompanhamento contribui para maior previsibilidade financeira, especialmente em empresas com operação global.

Como gerenciar bilhetes não voados e usá-los como estratégia de economia?

Bilhetes não voados são passagens aéreas já emitidas, mas que não foram utilizadas pelo colaborador.

Isso pode acontecer por diversos motivos, como cancelamentos de última hora, mudanças de agenda ou alterações em compromissos.

Na prática, esses bilhetes representam créditos junto às companhias aéreas. O problema é que, sem uma gestão adequada, eles acabam esquecidos, expiram ou deixam de ser reaproveitados.

Quando não há controle, a empresa pode acabar pagando duas vezes: primeiro pela passagem original não utilizada e depois por uma nova emissão.

Sempre que uma viagem for cancelada, é essencial verificar se o bilhete pode ser reutilizado.

Em muitos casos, as companhias aéreas permitem remarcação ou reaproveitamento do crédito, seguindo regras específicas da tarifa.

Esse valor pode ser utilizado pelo mesmo colaborador ou por outra pessoa, dependendo das condições do bilhete.

Fazer esse controle manualmente, no entanto, é pouco viável, especialmente em empresas com alto volume de viagens.

Isso exige acompanhamento de regras tarifárias, prazos de validade, possibilidades de remarcação e necessidades futuras da empresa, tudo ao mesmo tempo.

Sem tecnologia, o processo tende a ser lento, sujeito a erros e com baixa taxa de aproveitamento.

Além disso, a falta de visibilidade dificulta a gestão. Sem clareza sobre os créditos disponíveis, onde podem ser aplicados e quando expiram, o gestor perde oportunidades reais de economia.

Como a VOLL otimiza a gestão de bilhetes não voados com inteligência artificial

A VOLL automatiza a gestão de bilhetes não voados, transformando um processo manual em uma rotina estruturada de controle e economia.

Monitoramento contínuo

A plataforma acompanha continuamente todas as reservas e emissões da empresa.

Com o uso de inteligência artificial e algoritmos, identifica automaticamente bilhetes não utilizados e com potencial de reaproveitamento.

Com o tempo, o sistema aprende com os padrões de cancelamento e remarcação, o que aumenta a precisão das análises.

Sugestões inteligentes de uso

Quando identifica um bilhete não voado, a plataforma sugere automaticamente oportunidades de reaproveitamento.

Por exemplo, ao detectar uma nova viagem com rota compatível, o sistema pode indicar o uso do crédito existente, evitando uma nova compra.

Isso ajuda a maximizar o valor já investido em passagens.

Automação de remarcação

Em alguns casos, a plataforma também pode automatizar o processo de remarcação, respeitando as regras da companhia aérea e a política de viagens da empresa.

Isso reduz burocracias, diminui o esforço operacional e evita perdas por falta de ação.

Acompanhamento completo e relatórios

A solução oferece total visibilidade sobre os bilhetes não voados e os créditos disponíveis.

Com integrações com companhias aéreas, validação de regras tarifárias e controle de prazos, o gestor tem um panorama claro dos valores que podem ser reaproveitados.

No fim, uma gestão eficiente de bilhetes não voados transforma um dos principais pontos de desperdício em uma fonte relevante de economia nas viagens corporativas.

Como o McDonald’s economizou mais de R$ 2,9 milhões em passagens aéreas com a VOLL?

A economia de mais de R$ 2,9 milhões em passagens aéreas foi resultado de uma transformação estruturada na forma como o McDonald’s passou a gerenciar suas viagens com a VOLL, por meio de um modelo que pode ser adaptado por outras empresas.

A seguir, você vai entender quais decisões levaram a esse resultado e como aplicar esses aprendizados na sua operação.

1. Identificação dos gargalos reais da operação

Antes de qualquer mudança, o McDonald’s realizou um diagnóstico claro dos principais problemas.

Havia insatisfação com a agência anterior, principalmente em dois pontos: baixa qualidade de atendimento e limitações tecnológicas.

Além disso, processos manuais e uma experiência pouco eficiente, especialmente em dispositivos móveis, geravam fricção para os usuários e ineficiência na gestão.

Sem entender onde estão os gargalos, qualquer iniciativa de economia em viagens corporativas tende a ser superficial.

2. Adoção de tecnologia simples e intuitiva

Um dos diferenciais da mudança foi a adoção de uma plataforma mais integrada e fácil de usar: a VOLL.

A simplicidade teve impacto direto na operação. Os colaboradores passaram a reservar suas próprias viagens com mais autonomia, sem depender de intermediários ou processos burocráticos.

Na prática, isso reduziu o tempo operacional e aumentou a eficiência das equipes.

3. Redução de barreiras de acesso para aumentar a adesão

A implementação de login simplificado (single sign-on) eliminou etapas desnecessárias de acesso e aumentou a adesão à plataforma.

Quanto mais simples é o uso da ferramenta, maior tende a ser o nível de compliance com a política de viagens. E maior compliance significa menos desvios e mais controle de custos.

4. Autonomia com controle

Um dos sinais mais claros de evolução com a VOLL foi o comportamento dos próprios usuários.

Em situações práticas, executivos conseguiram gerenciar suas viagens diretamente, mesmo sem apoio de assistentes, sem impacto na operação.

Isso só é possível quando há equilíbrio entre autonomia e controle.

Para o travel manager, isso significa menos carga operacional e mais eficiência no processo de compra.

5. Uso contínuo de dados e tecnologia para evolução

A gestão de viagens do McDonald’s passou a ser feita em parceria com a tecnologia, com ajustes e melhorias constantes conforme as necessidades do negócio.

Isso torna a operação mais adaptável e reduz a perda de eficiência ao longo do tempo. Sem esse ciclo contínuo, é comum que processos fiquem defasados.

6. Foco na experiência para reduzir custos indiretos

Com a VOLL, o McDonald’s viu o NPS saltar de 30% para 73% e, então, para 86%, um número recorde para a operação.

Essa evolução não representa apenas satisfação do usuário: também está relacionado à eficiência operacional.

Quando a experiência melhora, há menos erros, menos retrabalho e menos necessidade de suporte.

7. Centralização e padronização da operação

O McDonald’s consolidou 100% da operação no Brasil em um único sistema.

Isso trouxe mais padronização, visibilidade e controle sobre todas as viagens, nacionais e internacionais.

Para empresas com alto volume de viagens, essa centralização é essencial para ganhar escala e eficiência.

O que esse case ensina na prática?

A principal lição não está em uma ferramenta específica, mas no modelo de gestão.

A economia foi resultado da combinação de:

  • Centralização da operação;

  • Uso de tecnologia intuitiva;

  • Redução de processos manuais;

  • Aumento do compliance com a política de viagens;

  • Melhoria da experiência do usuário.

Esses fatores se somam ao longo do tempo e geram um efeito acumulativo. Cada melhoria contribui para reduzir desperdícios, e o impacto financeiro aparece no conjunto.

Para o travel manager, a lição que fica é simples e direta: economizar em passagens aéreas corporativas não depende apenas de negociar tarifas, mas de estruturar um sistema eficiente de gestão de viagens.

Como ter sempre os melhores preços para a gestão de viagens corporativas?

Garantir os melhores preços em passagens aéreas corporativas está menos ligado a uma ação pontual e mais à capacidade da empresa de estruturar um sistema de gestão eficiente, que une estratégia, tecnologia e controle contínuo.

A VOLL é a solução ideal para colocar tudo isso em prática.

Como a maior agência de viagens corporativas digital da América Latina, a VOLL conecta toda a jornada do viajante em um único ambiente, integrando passagens, hospedagem, mobilidade e gestão de despesas com inteligência e redução de custos comprovada.

No dia a dia, isso dá ao gestor de viagens uma visão completa da operação, com acesso a dados em tempo real e ferramentas que automatizam etapas críticas.

Com soluções como o VOLL Flights e o uso de agentes de IA, a plataforma combina inteligência artificial, políticas automatizadas e comparação de tarifas para apoiar decisões de compra mais alinhadas aos objetivos da empresa.

Mais do que tecnologia, a VOLL também atua como uma parceira na evolução do programa de viagens, ajudando a identificar novas oportunidades de economia por meio de suporte especializado para viajantes e gestores, 24 horas por dia.

Quer transformar a gestão de passagens aéreas corporativas em uma alavanca real de eficiência e economia? Entre em contato com um especialista da VOLL.

Preencha o formulário abaixo e nossa equipe entrará em contato em alguns minutos. 

Perguntas frequentes sobre passagens aéreas corporativas

Veja dúvidas frequentes sobre o tema.

Como negociar tarifas corporativas diretamente com companhias aéreas?

Para negociar tarifas corporativas de forma eficiente, o primeiro passo é analisar o volume de viagens da empresa. Companhias aéreas priorizam negociações com empresas que concentram demanda em rotas específicas.

Com esses dados em mãos, o gestor de viagens deve estruturar uma proposta baseada em frequência de voos, destinos mais utilizados e potencial de crescimento.

Além disso, é fundamental acompanhar continuamente o desempenho dessas tarifas. Nem sempre um acordo corporativo será mais vantajoso do que tarifas públicas, especialmente em cenários promocionais.

Por isso, a negociação deve ser combinada com benchmarking de tarifas e revisão periódica dos contratos.

Vale a pena contratar agência para viagens corporativas?

Sim, especialmente para empresas com volume relevante ou operações mais complexas.

Uma agência de viagens corporativas não atua apenas na emissão de passagens. Ela apoia na definição de política de viagens, negociação com fornecedores, gestão de crises e suporte ao viajante.

Além disso, oferece mais controle, visibilidade e padronização dos processos.

Quando integrada a uma plataforma tecnológica robusta, a agência deixa de ser operacional e passa a ser estratégica para a gestão de viagens.

O que são passagens ocultas?

Passagens ocultas, ou “hidden city ticketing”, são uma prática em que o passageiro compra um voo com conexão, mas desembarca antes do destino final porque o trecho intermediário é mais barato.

Apesar de parecer vantajosa, essa prática não é recomendada no contexto corporativo.

Ela viola regras das companhias aéreas, pode gerar penalidades e compromete o compliance da política de viagens.

Para empresas, o risco supera qualquer possível economia.

É possível comprar passagem aérea com CNPJ?

Sim, e essa é a prática padrão em viagens corporativas. A compra com CNPJ permite emissão de nota fiscal adequada, melhor controle financeiro e integração com a gestão de despesas.

Além disso, facilita auditorias, relatórios e acompanhamento de indicadores. Para o travel manager, isso é essencial para garantir governança e visibilidade sobre os custos.

Quais empresas oferecem soluções completas de gestão de passagens aéreas para negócios?

A VOLL oferece uma solução completa de gestão de passagens aéreas e viagens corporativas que é global, combinando tecnologia (softwares de self-booking) com serviços de agência para redução de custos, conformidade com políticas de viagem e automação de despesas.

Como comparar preços de passagens aéreas para empresas?

A comparação eficiente deve considerar mais do que o preço exibido.

É importante incluir acordos corporativos com companhias aéreas, regras da política de viagens, benchmarking de tarifas e custos indiretos, como remarcações.

Para isso, o uso de tecnologia é fundamental. Plataformas corporativas permitem consolidar essas informações em tempo real, garantindo decisões mais estratégicas e alinhadas ao controle de custos.


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