Gestão de viagens corporativas

Due diligence: principais tipos, erros para evitar e conexão com a gestão de viagens corporativas

Due diligence é o processo de investigação e análise detalhada de empresas, contratos e fornecedores para identificar riscos e garantir compliance.






Gestores de viagens corporativas lidam diariamente com decisões que envolvem orçamentos relevantes, dados sensíveis, compliance, experiência do colaborador e exposição reputacional.

Em um cenário de maior pressão regulatória, governança corporativa mais rigorosa e exigências crescentes de transparência, a due diligence deixa de ser opcional e torna-se um instrumento essencial de proteção e tomada de decisão.

Neste guia completo, você vai entender:

  • O que é due diligence e qual é sua finalidade;

  • Quais são os principais tipos de análise envolvidos;

  • Como estruturar o processo passo a passo;

  • As diferenças entre due diligence e auditoria;

  • Por que gestores de viagens corporativas devem ter conhecimento sobre práticas e processos de diligência.

Ao final da leitura, você terá clareza para estruturar um processo de due diligence robusto e tomar decisões mais seguras, previsíveis e alinhadas às melhores práticas de governança corporativa, especialmente na escolha de fornecedores estratégicos. Siga a leitura e confira!

O que é due diligence?

Due diligence, que em português significa diligência prévia ou diligência devida, é o processo estruturado de investigação, análise e validação de informações realizado antes de uma decisão estratégica relevante, como a contratação de um fornecedor, a assinatura de um contrato de grande porte, uma fusão ou uma aquisição (M&A).

O termo deriva do princípio jurídico de agir com o cuidado que uma pessoa razoável teria em circunstâncias semelhantes. No contexto corporativo, aplica-se como um diagnóstico aprofundado que permite validar informações declaradas, identificar inconsistências e mapear passivos ocultos.

Em termos práticos, realizar uma due diligence significa:

  • Verificar a veracidade das informações apresentadas pela empresa;

  • Identificar riscos financeiros, jurídicos e operacionais;

  • Avaliar a reputação e o histórico do parceiro;

  • Confirmar conformidade com normas legais e regulatórias;

  • Tomar decisões com base em dados concretos, e não apenas em promessas comerciais.

Para gestores de viagens corporativas, o conceito é especialmente relevante na contratação de fornecedores que terão acesso a orçamentos significativos, dados sensíveis e processos críticos da organização.

Qual é a finalidade da due diligence?

A due diligence tem como objetivo principal reduzir incertezas antes de assumir um compromisso estratégico. Ela cumpre cinco funções centrais:

1. Identificar riscos ocultos

Nem todos os riscos aparecem na proposta comercial. Passivos trabalhistas, processos judiciais, instabilidade financeira ou falhas tecnológicas podem comprometer a operação no médio prazo. A due diligence busca antecipar esses pontos.

2. Validar informações declaradas

Empresas podem apresentar números, cases e certificações, mas o processo de diligência verifica se essas informações são consistentes, auditáveis e comprováveis.

3. Garantir conformidade regulatória

A empresa contratante pode ser responsabilizada por irregularidades de seus parceiros, especialmente em temas como compliance, proteção de dados, anticorrupção e obrigações fiscais.

4. Fundamentar decisões estratégicas

A due diligence não serve apenas para “aprovar ou reprovar” um fornecedor. Ela também orienta ajustes contratuais, cláusulas de mitigação de risco, definição de um SLA mais rígido e exigência de garantias adicionais.

5. Reduzir riscos financeiros

Avaliar a saúde financeira de um fornecedor evita contratar empresas com endividamento, fluxo de caixa instável e histórico de inadimplência.

No contexto de viagens corporativas, isso é essencial. Um fornecedor financeiramente instável (ou que apresente riscos de imagem à sua empresa) pode comprometer a emissão de passagens, aplicação correta de acordos corporativos e processamento de reembolsos, por exemplo.

Quais tipos de análise fazem parte da due diligence?

Uma due diligence robusta combina diferentes frentes de análise. As principais são:

Análise financeira

  • Demonstrações contábeis
  • Endividamento
  • Rentabilidade
  • Fluxo de caixa
  • Sustentabilidade econômica

Análise jurídica

  • Contrato social
  • Estrutura societária
  • Poderes de representação
  • Processos judiciais
  • Passivos contingentes

Análise fiscal

  • Regularidade fiscal
  • Certidões negativas
  • Situação cadastral
  • Cumprimento de obrigações tributárias

Análise trabalhista

  • Reclamações trabalhistas
  • Estrutura de contratação
  • Conformidade com legislação

Análise de compliance

  • Código de ética
  • Canal de denúncias
  • Política anticorrupção
  • Histórico de sanções

Análise reputacional

  • Histórico de mercado
  • Avaliações públicas
  • Notícias negativas
  • Relacionamento com stakeholders

Análise operacional

  • Estrutura tecnológica
  • Segurança da informação (ISO 27001)
  • Proteção de dados (LGPD)
  • Integrações com sistemas corporativos
  • Plano de continuidade de negócio

Quem realiza a due diligence?

A due diligence eficaz é multidisciplinar. Dependendo do porte da empresa, ela pode envolver:

  • Departamento jurídico;

  • Área de compliance;

  • Financeiro e controladoria;

  • Procurement;

  • Gestão de riscos;

  • Tecnologia da informação;

  • Consultorias externas especializadas.

Para gestores de viagens corporativas, é importante entender que a decisão não deve ser isolada, mas sim alinhada à governança da empresa.

Qual é a importância da due diligence?

Em um ambiente empresarial cada vez mais regulado, digital e interconectado, a escolha de um fornecedor pode gerar impactos financeiros, jurídicos e estratégicos relevantes.

Segundo um estudo da TransUnion, uma agência global de informações e relatórios de crédito, publicado na revista Forbes, as empresas estão perdendo até 10% da receita anual devido a fraudes corporativas.

Assim, a due diligence se torna indispensável ao garantir:

  • Prevenção de passivos ocultos;

  • Fortalecimento da governança corporativa;

  • Redução de riscos financeiros e reputacionais

  • Conformidade regulatória e compliance;

  • Previsibilidade orçamentária e operacional;

  • Melhoria na tomada de decisão.

Quais são os principais tipos de due diligence?

A due diligence não é um processo único e padronizado. Ela se adapta ao objetivo da contratação, ao nível de risco envolvido e ao impacto estratégico da decisão.

Quanto mais crítico for o fornecedor ou o projeto, mais abrangente tende a ser a análise. Os principais tipos de due diligence utilizados são:

1. Due diligence financeira

A due diligence financeira avalia a saúde econômica da empresa analisada.

Ela examina:

  • Demonstrações contábeis;

  • Fluxo de caixa;

  • Endividamento;

  • Estrutura de capital;

  • Rentabilidade;

  • Sustentabilidade do modelo de negócio.

O objetivo é responder a uma pergunta central: o fornecedor tem capacidade financeira para sustentar o contrato no médio e longo prazo?

2. Due diligence jurídica

A due diligence jurídica analisa a regularidade legal da empresa e verifica:

  • Contrato social e alterações;

  • Estrutura societária;

  • Poderes de representação;

  • Processos judiciais ativos;

  • Contingências relevantes;

  • Validade de licenças e autorizações.

Para gestores de viagens corporativas, essa análise garante que o parceiro está juridicamente apto a assumir obrigações contratuais robustas.

Agências de viagens corporativas que têm em sua estrutura societária grandes instituições globais, com histórico de sucesso, altos padrões de governança e, inclusive, alto prestígio internacional, são potenciais parceiros ideais para suportar seu programa de viagens.

3. Due diligence fiscal e tributária

Essa análise verifica se a empresa está em conformidade com suas obrigações fiscais e inclui:

  • Certidões negativas de débito;

  • Situação cadastral;

  • Regularidade tributária;

  • Histórico de autuações.

A contratação de fornecedores com irregularidades fiscais pode gerar riscos indiretos e problemas em auditorias.

No setor de viagens, é recomendada a escolha por uma agência de viagens corporativas que esteja integrada a um grande grupo econômico.

Portanto, ao se tratar de um parceiro estratégico e de alto impacto para o seu negócio, escolher uma/ TMC que faz parte de uma organização de capital aberto (e que reporta resultados de forma pública) é mais do que uma validação neste quesito.

4. Due diligence trabalhista

A análise trabalhista avalia:

  • Reclamações trabalhistas recorrentes;

  • Histórico de condenações;

  • Estrutura de contratação de funcionários;

  • Terceirizações.

O objetivo é reduzir risco de responsabilidade subsidiária e avaliar estabilidade operacional. Um fornecedor com alta rotatividade e litígios trabalhistas frequentes, por exemplo, pode ter impacto direto na qualidade do atendimento.

5. Due diligence de compliance

A due diligence de compliance examina a estrutura de integridade da empresa, verificando:

  • Código de ética;

  • Canal de denúncias;

  • Política anticorrupção;

  • Treinamentos internos;

  • Histórico de sanções.

Empresas com governança madura exigem que seus parceiros tenham padrões compatíveis de integridade. No setor de viagens corporativas, isso é relevante quando há negociação de tarifas, intermediação de pagamentos e gestão de contratos com terceiros.

Assim, é recomendado que gestores de viagens busquem referências de auditorias realizadas por outros clientes, para garantir que a escolha da agência de viagens corporativas seja uma decisão segura.

Há exemplos no mercado de auditorias realizadas por consultorias globais e internacionais, além de grandes bancos e líderes do segmento financeiro, que compartilham suas rotinas de auditoria em TMCs. Esse tipo de validação é importante, para garantir que sua empresa esteja se associando à agência de viagens corporativas ideal.

6. Due diligence reputacional

Essa análise avalia a imagem pública e o histórico de mercado do fornecedor, incluindo:

  • Pesquisas em mídia;

  • Avaliações de clientes;

  • Reclamações públicas;

  • Envolvimento em escândalos;

  • Relacionamento com stakeholders.

7. Due diligence operacional

A due diligence operacional examina a capacidade de execução do fornecedor, a partir de critérios como:

  • Estrutura de equipe;

  • SLA (Acordo de Nível de Serviço);

  • Capacidade de atendimento;

  • Processos internos;

  • Gestão de qualidade.

8. Due diligence tecnológica

Com a digitalização dos serviços, essa análise se tornou essencial. Afinal, dados de colaboradores, valores financeiros e relatórios estratégicos não podem estar expostos a vulnerabilidades.

Ela examina:

9. Due diligence ambiental

A due diligence ambiental ganhou relevância significativa nos últimos anos, especialmente com o fortalecimento das agendas ESG (Environmental, Social and Governance).

Essa análise avalia:

  • Conformidade com legislação ambiental;

  • Existência de passivos ambientais;

  • Processos administrativos ou multas ambientais;

  • Política de sustentabilidade da empresa;

  • Gestão de resíduos e impacto ambiental;

  • Compromissos com redução de emissões.

Como definir quais tipos de due diligence aplicar?

A due diligence não precisa ser excessiva: ela precisa ser proporcional. Contratos de baixo impacto podem demandar análise simplificada, enquanto parcerias estratégicas exigem diligência aprofundada.

Em contratações estratégicas de viagens corporativas, especialmente quando envolvem gestão de despesas, meios de pagamento e tecnologia integrada, a recomendação é realizar análise financeira, jurídica, compliance, reputacional, operacional e tecnológica.

Para definir, use os seguintes critérios:

  • Impacto financeiro do contrato;

  • Grau de exposição reputacional;

  • Nível de dependência operacional.

Qual é a diferença entre due diligence e auditoria?

Due diligence e auditoria são processos distintos, com objetivos, momentos e abordagens diferentes. Due diligence é preventiva e ocorre antes da tomada de decisão, enquanto a auditoria é verificatória e ocorre durante ou após a execução de um contrato ou operação.

Veja as principais diferenças:

 

Auditoria

Due Diligence

Objetivo

Verificar a conformidade de processos passados ou em andamento.

Avaliar riscos futuros e viabilidade do negócio antes de uma decisão.

Frequência

Geralmente periódica (anual).

Pontual (antes de uma transação ou contrato).

Escopo

Geralmente padronizado, sendo contábil e normativo.

Variável, definido conforme o risco.

Resultado

Aponta falhas, ajustes e recomendações.

Base para tomada de decisão estratégica.

Como fazer due diligence? Passo a passo para estruturar o processo

Um processo de due diligence eficiente precisa ser estruturado, documentado, multidisciplinar e orientado à decisão.

A seguir, você verá um modelo prático em 8 etapas que pode ser aplicado, inclusive na contratação de fornecedores de viagens corporativas. Confira:

1. Definir o objetivo da análise

Antes de solicitar qualquer documento, é fundamental responder:

  • Qual decisão está sendo tomada?

  • Qual o impacto financeiro do contrato?

  • Qual o nível de dependência operacional?

  • Qual o grau de exposição reputacional?

Quanto maior o escopo, mais robusta deve ser a análise.

2. Mapear os riscos prioritários

A due diligence deve ser orientada por risco, então mapeie se:

  • Existe risco financeiro relevante?

  • Há exposição regulatória (LGPD, compliance)?

  • O fornecedor terá acesso a dados estratégicos?

  • Há dependência tecnológica?

3. Definir o escopo e os critérios de avaliação

Nem toda contratação exige todos os tipos de due diligence, por isso, é preciso definir:

  • Quais análises serão feitas (financeira, jurídica, compliance, tecnológica, ambiental);

  • Quais documentos serão solicitados;

  • Quais critérios determinarão aprovação ou reprovação;

  • Quem participará da análise.

4. Solicitar documentação formal

Com escopo definido, inicia-se a coleta de informações. Documentos comuns incluem:

  • Demonstrações financeiras;

  • Certidões negativas;

  • Contrato social;

  • Política de compliance;

  • Certificações tecnológicas;

  • Política de segurança da informação;

  • Estrutura de SLA.

No setor de viagens corporativas, também é relevante solicitar a comprovação de acordos com fornecedores, políticas de proteção de dados e cases de clientes.

Toda documentação deve ser arquivada para rastreabilidade.

5. Realizar análise técnica multidisciplinar

Essa é a etapa crítica, na qual cada área analisa o que lhe compete:

  • Jurídico avalia riscos contratuais;

  • Financeiro analisa saúde econômica;

  • Compliance examina integridade;

  • TI avalia segurança da informação;

  • Gestão de viagens analisa aderência operacional.

Essa visão integrada é o que transforma a due diligence em instrumento estratégico.

6. Validar informações com fontes externas

A pesquisa externa é muito importante para validar as informações. Ela pode incluir consulta a tribunais e verificação de certidões públicas, pesquisa reputacional, consulta a bases regulatórias e análise de mídia especializada.

Essa etapa reduz risco de informações incompletas ou inconsistentes.

7. Elaborar relatório consolidado de riscos

A due diligence precisa gerar um resultado estruturado, com um relatório que deve conter:

  • Escopo da análise;

  • Documentos avaliados;

  • Riscos identificados;

  • Classificação de criticidade;

  • Recomendações;

  • Conclusão fundamentada.

O objetivo não é apenas listar problemas, mas contextualizar riscos e sugerir caminhos adequados.

8. Tomar decisão estratégica fundamentada

Com base no relatório, a empresa pode aprovar a contratação, aprovar com ajustes contratuais, exigir garantias adicionais, solicitar plano de mitigação ou rejeitar a contratação. A decisão deve ser registrada formalmente.

Quais são os erros mais comuns em processos de due diligence?

Os principais erros no processo de due diligence são focar apenas no preço e limitar a análise ao aspecto financeiro, não focar nos aspectos de segurança da informação (como ISO 27001)e não incluir o time de tecnologia no processo.

Até porque, mesmo empresas que reconhecem a importância da due diligence podem cometer falhas que comprometem a qualidade e a efetividade do processo. Conheça mais detalhes:

1. Focar apenas no preço

Avaliar exclusivamente o valor contratado é uma abordagem limitada. É fundamental considerar o custo total da operação, incluindo controle, eficiência, qualidade do serviço e mitigação de riscos.

2. Limitar a análise ao aspecto financeiro

Ignorar dimensões como compliance, tecnologia e reputação pode gerar riscos mais graves do que uma eventual instabilidade econômica. A due diligence deve ser multidisciplinar, envolvendo jurídico, TI, compliance e a área usuária.

3. Negligenciar segurança da informação, LGPD e certificação ISO 27001

Fornecedores que lidam com dados sensíveis exigem avaliação específica. É essencial solicitar documentação técnica, políticas de proteção de dados e evidências de conformidade com a LGPD.

Para parceiros que lidam com alto volume de dados (como uma agência de viagens corporativas) a certificação ISO 27001 de segurança da informação é altamente recomendada pelos líderes de mercado.

Essa validação garante tranquilidade, quando falamos de informações sobre viagens aéreas, locais de hospedagem, nomes de colaboradores e demais dados necessários para a operação do programa de viagens corporativas da sua empresa.

4. Não envolver a área de tecnologia

Em contratações digitais, a avaliação técnica é indispensável. A área de TI deve analisar arquitetura, integrações, segurança, escalabilidade e riscos sistêmicos.

5. Não documentar o processo

A ausência de registro fragiliza a governança. O ideal é elaborar um relatório estruturado contendo escopo da análise, critérios utilizados, riscos identificados, recomendações e decisão final.

6. Aplicar um modelo genérico sem considerar o risco específico

Utilizar um checklist padronizado, sem ajustar o escopo ao nível de criticidade do fornecedor, torna o processo superficial. A profundidade da análise deve ser proporcional ao risco envolvido.

7. Concentrar a análise em apenas uma área

Decisões isoladas aumentam a chance de vieses e lacunas técnicas. A estruturação de um comitê ou a participação de diferentes áreas estratégicas fortalece a qualidade da decisão.

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Perguntas frequentes sobre due diligence

Confira mais respostas sobre o tema.

O que é due diligence?

Due diligence é um processo estruturado de investigação e análise realizado antes de uma decisão estratégica relevante, como a contratação de um fornecedor, fusão, aquisição ou parceria.

Seu objetivo é identificar riscos, validar informações e garantir que a decisão seja tomada com base em dados concretos.

No contexto empresarial, a due diligence protege a empresa contra riscos financeiros, jurídicos, operacionais, tecnológicos e reputacionais.

Qual é a importância da due diligence?

A due diligence é importante porque reduz incertezas e aumenta a previsibilidade na tomada de decisão.

Ela permite:

  • Identificar riscos ocultos;

  • Avaliar a saúde financeira de parceiros.;

  • Garantir conformidade regulatória;

  • Proteger a reputação corporativa;

  • Fortalecer governança.

Quais são as principais análises de due diligence?

As principais análises incluem:

  1. Due diligence financeira;

  2. Due diligence jurídica;

  3. Due diligence fiscal e tributária;

  4. Due diligence trabalhista;

  5. Due diligence de compliance;

  6. Due diligence reputacional;

  7. Due diligence operacional;

  8. Due diligence tecnológica;

  9. Due diligence ambiental;

A escolha das análises depende do nível de risco e do impacto estratégico da contratação.

Quando a due diligence deve ser aplicada?

Ela deve ser aplicada sempre que houver decisão estratégica relevante, especialmente em contratação de fornecedores críticos, parcerias de longo prazo, implementação de plataformas tecnológicas e gestão de serviços com impacto financeiro significativo.

Qual é a diferença entre due diligence e auditoria?

A due diligence é preventiva e ocorre antes da contratação, enquanto a auditoria é verificatória e ocorre durante ou após a execução do contrato. Os dois processos se complementam dentro de uma estrutura madura de governança corporativa.

 

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