Despesas corporativas

Prestação de contas de viagens corporativas: como evitar erros, automatizar o processo e garantir conformidade?

Quanto maior o volume de deslocamentos, maior a complexidade para validar a prestação de contas de viagens e garantir aderência à política da empresa. Veja como simplificar.



Prestação de contas de viagens corporativas: como evitar erros, automatizar o processo e garantir conformidade?
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A prestação de contas de viagens corporativas ainda é um dos pontos mais sensíveis na gestão de despesas. Em muitas empresas, o fechamento de um relatório de despesas de viagem (RDV) depende de planilhas, trocas de e-mails e conferências repetitivas que tendem a se tornar um problema.

Isso porque empresas que ainda operam processos manuais de despesas enfrentam maior tempo de processamento e menor visibilidade sobre os gastos, o que dificulta o controle e a tomada de decisão,

Isso significa que, por exemplo, o custo médio para processar um relatório de despesas manualmente para uma única noite de hotel é de $58 e leva 20 minutos para ser concluído. Ainda, um em cada cinco (19%) relatórios de despesas contém erros ou informações ausentes, custando mais $52 e 18 minutos para corrigir cada relatório de despesas, conforme aponta Global Business Travel Association (GBTA).

Com isso, o que deveria ser um processo estruturado acaba representando perdas financeiras e impactando o compliance de política de viagens. Por isso, em 2026, mais e mais empresas têm automatizado e utilizado principalmente IA na prestação de contas de viagens, mas como? Explicaremos tudo a seguir.

Neste conteúdo, você vai entender:

  • O que é a prestação de contas de viagens corporativas e como funciona o RDV;

  • Por que esse processo é essencial para controle financeiro e compliance;

  • Quais são os principais erros e como evitá-los;

  • Como otimizar o fluxo com tecnologia e automação;

  • Como estruturar o controle de despesas e garantir mais eficiência.

O que é prestação de contas de viagem?

A prestação de contas de viagem é o processo de registro, comprovação e validação dos gastos realizados por colaboradores durante deslocamentos a trabalho, e as etapas geralmente são consolidadas em um relatório de despesas de viagem (RDV), que reúne todas as informações financeiras relacionadas à viagem.

Por isso, o processo envolve a apresentação e auditoria de recibos, notas fiscais, bilhetes de embarque (passagens aéreas, ônibus) e relatórios de atividades. O objetivo é comprovar gastos, evitar fraudes e controlar o orçamento de viagens corporativas.

Além de organizar os custos, a prestação de contas também viabiliza a conciliação financeira e a rastreabilidade dos lançamentos, garantindo mais controle sobre reembolsos de despesas corporativas, uso de cartão corporativo e gestão de adiantamentos. Entretanto, em muitas organizações, esse processo ainda é manual, o que representa uma grande perda de oportunidades de savings.

Isso porque, segundo o relatório Expense Reports Drain Company Resources, da GBTA, as empresas processam uma média de 51.000 relatórios de despesas por ano, o que significa que negócios em todo o mundo gastam, em média, aproximadamente meio milhão de dólares e quase 3.000 horas corrigindo erros em relatórios de despesas anualmente.

Somado ao dado que apresentamos anteriormente, sobre os típicos erros na prestação de contas, em especial em viagens, fica clara a importância de automatizar esse processo.

Por que a prestação de contas de viagem é importante?

A prestação de contas permite que a empresa tenha visão detalhada e em tempo real dos custos de viagem, incluindo passagens, hospedagem, alimentação e despesas extras. Sem esse controle, gastos “invisíveis” se acumulam e impactam diretamente o orçamento.

Segundo a Serasa Experian, a falta de organização e controle financeiro está entre os principais fatores que dificultam a tomada de decisão nas empresas, especialmente quando os dados não estão consolidados ou não são totalmente confiáveis.

Assim, a importância da prestação de contas está relacionada a alguns pontos-chave:

  • Garante o controle financeiro, ao registrar e validar todos os gastos realizados durante a viagem;

  • Fortalece o compliance de política de viagens, assegurando que as despesas sigam regras e limites definidos;

  • Reduz erros e inconsistências, especialmente em processos que envolvem múltiplos comprovantes e centros de custo;

  • Facilita a auditoria de comprovantes fiscais, o que permite verificar a legitimidade e a conformidade das despesas;

  • Acelera o fechamento mensal, com informações organizadas e prontas para conciliação financeira;

  • Melhora a visibilidade dos gastos, apoiando análises mais precisas dentro de estratégias de spend management;

  • Aumenta a eficiência operacional, ao reduzir retrabalho e etapas manuais no fluxo de aprovação.

Como funciona a prestação de contas de viagens corporativas?

A prestação de contas de viagens corporativas organiza, documenta e justifica os gastos feitos a trabalho, coletando comprovantes (notas fiscais/recibos) para aprovação conforme a política da empresa. Geralmente ocorre após a viagem, via sistema ou planilha, permitindo reembolso ou acerto de adiantamentos.

Portanto, esse fluxo envolve diferentes áreas — colaborador, gestor, financeiro e controladoria — e precisa equilibrar agilidade para quem presta contas com rigor para quem valida e aprova.

Confira abaixo as etapas do processo de prestação de contas de viagens corporativas.

1. Registro das despesas no momento em que ocorrem

O processo começa durante a viagem, com o próprio colaborador responsável por registrar os gastos conforme eles acontecem. Esse cuidado evita esquecimentos e reduz divergências no momento da prestação de contas.

Em operações mais estruturadas, esse registro já acontece com digitalização de recibos e notas no momento do pagamento, garantindo maior precisão das informações e evitando perda de comprovantes.

2. Organização dos comprovantes e validação inicial

Cada despesa precisa estar vinculada a um comprovante fiscal válido. Notas fiscais, recibos e comprovantes de pagamento são exigidos para garantir a legitimidade do gasto e permitir auditoria financeira posterior.

Além da existência do documento, é importante verificar se ele contém informações essenciais, como data, valor, descrição do serviço e identificação do fornecedor. Falhas nessa etapa costumam ser uma das principais causas de retrabalho.

3. Consolidação no relatório de despesas de viagem (RDV)

Após o término da viagem, o colaborador deve consolidar todas as despesas no RDV. Esse relatório organiza os gastos por categoria, como transporte, alimentação e hospedagem, e permite associar cada lançamento a centros de custo, projetos ou áreas da empresa.

Esse ponto é crítico para a qualidade da informação financeira. Erros na categorização ou na conferência de centros de custo impactam diretamente a análise posterior e o fechamento contábil.

4. Definição de responsabilidade e prazo de entrega

A responsabilidade pela prestação de contas é do colaborador que realizou a viagem, mas o processo depende de regras claras definidas pela empresa.

O prazo de entrega costuma variar entre 3 e 10 dias após o retorno, e esse limite tem impacto direto na eficiência do fechamento mensal. Quanto maior o atraso, maior o risco de acúmulo de pendências e distorção nos relatórios financeiros.

5. Auditoria de comprovantes fiscais e conferência de política

Após o envio do RDV, a equipe financeira ou de controladoria realiza a auditoria de comprovantes fiscais. Nessa etapa, são avaliados pontos como: aderência à política de viagens; respeito aos limites de gastos por categoria; consistência entre valores declarados e comprovantes; identificação de possíveis erros ou inconsistências.

Esse processo é fundamental para evitar pagamentos indevidos e garantir o compliance da operação.

6. Fluxo de aprovação e validação hierárquica

Depois da auditoria, o relatório segue para aprovação do gestor responsável. Esse fluxo pode variar conforme a estrutura da empresa, mas normalmente envolve validação da necessidade da despesa e do contexto da viagem.

Empresas com maior maturidade adotam fluxo de aprovação digital, com regras automatizadas para aprovar despesas dentro do padrão e sinalizar exceções.

7. Conciliação financeira e integração com sistemas

Com o RDV aprovado, as informações seguem para a conciliação financeira automática. Esse processo integra os dados ao sistema contábil ou ERP da empresa, permitindo o correto lançamento das despesas.

Aqui entram diferentes cenários: despesas pagas com cartão corporativo, reembolso de despesas corporativas ou abatimento de valores relacionados à gestão de adiantamentos.

8. Pagamento, reembolso ou baixa de valores

A etapa final envolve o pagamento ao colaborador ou a baixa das despesas já quitadas. No caso de reembolso, o valor é transferido ao colaborador; quando há cartão corporativo ou adiantamento, ocorre a conciliação dos valores utilizados.

Esse fechamento precisa estar alinhado ao ciclo financeiro da empresa para não gerar distorções no fluxo de caixa ou atrasos na contabilização.

9. Consolidação para análise e fechamento mensal

Após concluído, o RDV passa a compor a base de dados da empresa para análise de despesas. É a partir dessas informações que o gestor consegue identificar padrões de gasto, oportunidades de economia e desvios de política.

Quando o processo é manual ou descentralizado, essa etapa costuma ser limitada. Já com dados estruturados, a prestação de contas apoia decisões estratégicas dentro do spend management.

Quais são os principais erros na prestação de contas de viagens?

Grande parte dos erros em prestação de contas está relacionada à classificação incorreta de despesas e falta de padronização nos registros, mas também estão ligados à falta de padronização, controle e integração de dados.

Isso porque, principalmente em operações com baixo nível de automação, a prestação de contas de viagens corporativas ainda concentra falhas recorrentes que impactam o controle financeiro, aumentam o retrabalho e atrasam o fechamento mensal. 

De forma geral, os erros mais percebidos pelos gestores são:

  • Falta de comprovantes fiscais, fator que impede a validação da despesa e compromete a auditoria;

  • Informações incompletas ou incorretas no RDV, como datas, valores ou descrições inconsistentes;

  • Erros na categorização de despesas, que afetam diretamente a conferência de centros de custo e distorcem análises financeiras;

  • Envio fora do prazo de prestação de contas, gerando acúmulo de relatórios e atrasos no fechamento mensal;

  • Despesas fora da política de viagens, que exigem validações adicionais e aumentam o tempo de aprovação;

  • Duplicidade de lançamentos, especialmente em processos manuais ou descentralizados;

  • Falta de integração com sistemas financeiros, o que dificulta a conciliação financeira automática e aumenta o risco de inconsistências;

  • Uso inadequado de cartão corporativo ou reembolso, sem registro adequado ou vínculo com o contexto da viagem;

  • Baixa rastreabilidade das despesas, que dificulta auditorias e análises posteriores;

  • Dependência de planilhas e controles paralelos, aumentando o risco de erro humano e perda de informação.

Melhores práticas para otimizar a prestação de contas de viagens

Otimizar a prestação de contas de viagens corporativas em 2026 exige a transição de processos manuais para fluxos digitais automatizados. As melhores práticas incluem a adoção de tecnologias de ponta, políticas claras e o monitoramento estratégico dos gastos

O que diferencia uma operação eficiente é a capacidade de reduzir dependência de interpretação individual e transformar a prestação de contas em um fluxo previsível, com regras aplicadas antes do erro acontecer. Organizar esse fluxo é fundamental para garantir consistência, previsibilidade e qualidade das informações financeiras.

Na edição especial do VOLL Talks sobre o futuro da gestão de despesas, Fernão Loureiro, embaixador da VOLL, recebeu Polliana Lima, service management lead da Afya Educacional e Silvana Pareto, product manager da VOLL, para um bate-papo com mais tendências de como eliminar o tempo com prestação de contas. Confira.

 

Veja abaixo quais práticas ajudam a estruturar um processo que funcione bem em escala, com menos retrabalho e mais confiabilidade.

Estruturar um fluxo de aprovação digital

Mapeie quem deve aprovar cada tipo de despesa e configure isso no sistema por regra — por exemplo: valores até X aprovados automaticamente, acima disso enviados ao gestor. Evite depender de validações manuais caso a caso.

Padronizar o preenchimento do RDV

Defina campos obrigatórios no RDV (categoria, centro de custo, finalidade da despesa) e bloqueie o envio quando essas informações não estiverem completas. Utilize listas pré-definidas em vez de campos abertos.

Digitalizar comprovantes no momento da despesa

Oriente o colaborador a registrar o gasto imediatamente após o pagamento, anexando o comprovante na hora. Evite permitir envio posterior sem documento, pois isso aumenta a chance de perda e inconsistência.

Integrar a prestação de contas ao ERP financeiro

Configure a integração para que os dados aprovados no RDV sejam automaticamente enviados ao ERP, já com categoria e centro de custo definidos. Evite qualquer etapa de lançamento manual no financeiro.

Definir prazos claros e acompanhar o cumprimento

Estabeleça um prazo padrão (ex: até 5 dias após a viagem) e configure alertas automáticos para quem não enviou o RDV. Monitore atrasos recorrentes por colaborador ou área.

Estruturar a gestão de adiantamentos

Registre o valor adiantado antes da viagem e vincule esse saldo ao RDV. Ao final, compare automaticamente o valor gasto com o valor recebido, indicando se há devolução ou complemento.

Definir critérios para uso de cartão corporativo vs. reembolso

Determine quais despesas devem obrigatoriamente ser feitas com cartão corporativo (ex: hospedagem) e quais podem ser reembolsadas (ex: pequenas despesas). Evite permitir escolha livre sem regra definida.

Aplicar auditoria automática de despesas

Configure validações automáticas no sistema, como limite de valor por categoria, bloqueio de despesas fora da política e alertas para duplicidade. Direcione a análise manual apenas para exceções.

Consolidar dados para análise de spend management

Centralize todas as despesas em um único ambiente e organize relatórios por tipo de gasto, área e período. Utilize esses dados para revisar políticas e identificar onde há maior impacto financeiro.

Como controlar as despesas corporativas para fazer a prestação de contas?

Controlar as despesas corporativas exige estruturar o uso do dinheiro ao longo da jornada da viagem, e não apenas no momento da prestação de contas. Isso significa definir regras, padronizar registros e garantir que os dados já cheguem organizados ao RDV.

Confira o que fazer para controlar as despesas e fazer a prestação de contas.

Definir limites de gastos por categoria e por diária

Estabeleça valores máximos para alimentação, transporte e hospedagem, considerando cidade e perfil do colaborador. Isso evita variações excessivas e reduz a necessidade de ajustes na prestação de contas.

Padronizar centros de custo e categorias de despesa

Crie uma estrutura fixa de centros de custo e categorias no sistema. Evite que o colaborador escolha livremente como classificar cada gasto, reduzindo erros na alocação financeira.

Centralizar os meios de pagamento utilizados

Defina quais despesas devem ser feitas com cartão corporativo, quais podem ser reembolsadas e quando utilizar adiantamentos. Evite misturar formatos sem regra clara.

Registrar despesas no momento em que ocorrem

Oriente o colaborador a lançar os gastos no sistema durante a viagem, junto com o envio do comprovante. Isso melhora a precisão das informações e reduz esquecimentos.

Vincular cada despesa à viagem correspondente

Garanta que todo gasto esteja associado a uma viagem, projeto ou atividade específica. Isso facilita a rastreabilidade e a análise posterior.

Automatizar a conciliação financeira

Integre os dados de despesas ao ERP financeiro para evitar lançamentos manuais. Isso reduz inconsistências e acelera o fechamento contábil.

Controlar valores adiantados e saldo utilizado

Se houver gestão de adiantamentos, registre o valor concedido e compare com o total gasto na prestação de contas. Defina regras claras para devolução ou complemento.

Criar regras para exceções e desvios de política

Defina o que acontece quando uma despesa ultrapassa o limite ou não segue a política. Isso evita decisões subjetivas e mantém o controle mesmo em situações fora do padrão.

Acompanhar indicadores de despesas por viagem

Monitore métricas como custo médio por viagem, valor por categoria e volume de reembolsos. Use esses dados para ajustar regras e melhorar o controle ao longo do tempo.

Leia também: 15 indicadores na gestão de viagens corporativas para se atentar.

O que não pode faltar em um relatório de despesas corporativas?

Um relatório de despesas corporativas eficiente deve conter: nome do colaborador, data, descrição detalhada do gasto, categoria (alimentação, transporte, etc.), valor total e, obrigatoriamente, o comprovante fiscal válido (nota fiscal ou recibo).

Confira outros detalhes que devem estar presentes:

  • Identificação da viagem, com data, destino e finalidade;

  • Área do colaborador;

  • Valores individuais e total consolidado do RDV;

  • Data de cada gasto realizado;

  • Centro de custo vinculado a cada despesa;

  • Forma de pagamento utilizada, como cartão corporativo, reembolso ou adiantamento;

  • Registro de adiantamentos recebidos, quando aplicável;

  • Justificativa para despesas fora da política, quando houver;

  • Status de aprovação, com histórico de validações;

  • Conciliação financeira associada, pronta para integração com o ERP.

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Centralize sua prestação de contas com a VOLL e potencialize a economia da sua gestão de forma automática

Tradicionalmente, o processo de reembolso e prestação de contas é um dos mais desgastantes da gestão de despesas, pois envolve o acúmulo de notas fiscais de papel que frequentemente desaparecem, o preenchimento manual de planilhas e um longo tempo de espera para a conferência e aprovação dos gastos.

Ao adotar a VOLL, a sua empresa substitui todos esses gargalos operacionais por um ecossistema único e inteligente de gestão de despesas corporativas que centraliza pagamentos, adiantamentos, cartões corporativos e reembolsos na palma da mão, mobilidade e passagens.

O grande diferencial dessa centralização é a automação impulsionada por inteligência artificial e a tecnologia de leitura óptica de comprovantes (OCR), que auditam cada nota fiscal e aplicam as políticas internas da empresa no exato momento da transação.

Utilizando a plataforma, também é possível fazer a gestão de adiantamentos e o controle do saldo por viagem. Com base em dados históricos, o gestor e o colaborador podem definir valores mais assertivos por dia, acompanhar o consumo em tempo real e recuperar automaticamente o que não foi utilizado, evitando excessos e melhorando o uso do caixa.

Essa centralização também elimina a fragmentação entre cartão corporativo, reembolso de despesas corporativas e pagamentos diretos. Com todas as informações integradas, a conciliação financeira automática e a integração com o ERP financeiro acontecem de forma contínua, reduzindo retrabalho e acelerando o fechamento mensal.

Com visibilidade completa das despesas e dados estruturados para análise, a prestação de contas passa a apoiar decisões dentro do spend management, que permite identificar padrões de gasto, corrigir desvios e gerar economia de forma consistente ao longo do tempo.

A solução da VOLL já é utilizada por empresas como XP Investimentos, Stone, Andrade Gutierrez, CPFL, Danone e que alcançaram cases de sucesso em eficiência operacional, controle financeiro e experiência do colaborador.

Tifanny Buzo é gestora de serviços da Afya, maior grupo de tecnologia e educação médica do Brasil, e relata:

“Antes, cada coisa estava em um sistema: um para política, outro para prestação de contas e adiantamento, outro para mobilidade e outro para viagens. Agora, a gente tem tudo na palma da mão. A VOLL Wallet hoje representa praticidade e segurança para o colaborador e para mim”.

A empresa também teve uma redução de mais de 2.500 chamados e 1.800 horas de trabalho, além de diversos outros ganhos como nos prazos para reembolsos e processos de auditorias mais fluidos e eficientes. 

 

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