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Como implementar o strategic sourcing para reduzir TCO?

Escrito por Luiz Moura | 04/05/26 21:14

 Strategic sourcing está entre as práticas mais eficazes para empresas que querem reduzir custos, ganhar previsibilidade e tomar decisões com base em dados.

Com o avanço da digitalização e da inteligência artificial, essa metodologia de compras que vai além do preço, focando no Custo Total de Propriedade, vem se fortalecendo. Um artigo da McKinsey indicam que a adoção de agentes de IA no setor de compras pode tornar a função de 25% a 40% mais eficiente, ao automatizar tarefas e abrir espaço para decisões mais estratégicas.

Esse movimento acontece porque o foco deixa de ser apenas transacional e passa a considerar dados e valor total, que é exatamente o intuito o strategic sourcing. 

É esse caminho que vamos explorar ao longo deste artigo, mostrando:

  • O que é strategic sourcing;

  • Como funciona o strategic sourcing;

  • Diferenças entre strategic sourcing e sourcing tradicional;

  • Benefícios do sourcing estratégico;

  • Quando aplicar o strategic sourcing;

  • 11 passos práticos para aplicar o strategic sourcing;

  • O papel da tecnologia no strategic sourcing.

O que é strategic sourcing?

O strategic sourcing é uma abordagem estruturada de compras que utiliza dados, análise de mercado e gestão estratégica de fornecedores para otimizar custos e gerar valor no longo prazo.

O sourcing tradicionalmente se refere ao processo de identificar, avaliar e escolher parceiros. O strategic sourcing é uma evolução, que amplia esse olhar ao incorporar dados, análise de mercado e uma gestão mais estratégica para otimizar custos e gerar valor ao longo do tempo.

Nesse contexto, avaliação e negociação passam a ser orientadas por dados, o que contribui para acordos mais equilibrados e eficientes. Isso envolve desde a análise da saúde financeira dos fornecedores até a capacidade de entregar inovação para o negócio.

Outro ponto central é a perspectiva de longo prazo. Em vez de negociações pontuais, a abordagem prioriza a construção de relações estratégicas com fornecedores, criando condições mais vantajosas, além de promover inovação e maior previsibilidade nas operações.

Essa frente tem ganhado cada vez mais relevância. A pesquisa EY Global CPO Survey, feita com CPOs (Chief Procurement Officer) globais, mostra que 86% deles estão priorizando o desenvolvimento de capacidades em sourcing estratégico e parcerias de negócio.

Além disso, 59% classificam o sourcing estratégico como uma das principais áreas de investimento.

Como funciona o strategic sourcing?

O strategic sourcing funciona a partir de um processo estruturado que integra análise de dados, inteligência de mercado e gestão contínua de fornecedores, com o objetivo de aumentar a eficiência e reduzir custos.

De forma geral, esse processo se organiza em algumas frentes principais:

Análise de gastos

Para garantir efetividade, todas as compras da empresa devem ser organizadas e detalhadas.

O gestor consolida informações de diferentes áreas para identificar quais categorias têm maior impacto financeiro.

A partir daí, fica mais fácil detectar desperdícios e compras fora de padrão, além de mapear oportunidades de redução de custos.

Segmentação estratégica

A segmentação permite priorizar esforços e definir estratégias específicas para cada tipo de compra. Afinal, nem todos os fornecedores têm o mesmo impacto, e tratá-los da mesma forma é um erro comum.

A Matriz de Kraljic resolve isso ao classificar categorias de compras com base em dois critérios: impacto financeiro e risco de fornecimento.

Inteligência e benchmarking de mercado

O uso de benchmarking ajuda a evitar decisões baseadas apenas em percepção e fortalece o poder de negociação.

Com essa análise, é possível comparar preços, prazos e condições, além de identificar novos fornecedores e acompanhar tendências da cadeia de suprimentos.

Estruturação de processos

A organização dos processos de compras traz mais consistência às decisões. Nesse contexto, o uso de RFP (Request for Proposal) é bastante comum, pois permite padronizar a comparação entre fornecedores e reduzir riscos na contratação.

Negociação baseada em dados

Com informações bem estruturadas, a negociação ganha mais consistência e direcionamento. O uso do histórico de compras como base, aliado ao trabalho com volumes e previsibilidade, contribui para reduzir o TCO (Total Cost of Ownership).

Gestão de riscos

A gestão de riscos é essencial para garantir a estabilidade da cadeia de suprimentos.

Ela envolve a análise de possíveis vulnerabilidades, como dependência excessiva de fornecedores, variações de preço, riscos logísticos, questões financeiras e irregularidades fiscais.

Com esse mapeamento, a empresa consegue antecipar problemas, diversificar fornecedores quando necessário e criar planos de contingência que reduzem impactos operacionais.

Quais são as diferenças entre strategic sourcing e sourcing tradicional?

O sourcing tradicional resolve demandas imediatas, enquanto o strategic sourcing constrói uma operação eficiente, previsível e orientada a valor.

O sourcing tradicional é mais reativo e focado no preço, geralmente voltado para resolver demandas imediatas. Nesse modelo, a prioridade costuma ser fechar negociações rápidas e garantir o menor custo possível no curto prazo.

Já o strategic sourcing adota uma abordagem mais proativa e orientada ao valor total. Em vez de olhar apenas para o preço, ele busca construir eficiência de forma sustentável, reduzir custos reais ao longo do tempo e aumentar o controle sobre toda a operação de compras.

Critério

Sourcing tradicional

Sourcing estratégico

Foco da decisão

Menor preço imediato

TCO (Total Cost of Ownership) e valor no longo prazo

Abordagem

Compras pontuais e emergenciais

Planejamento estruturado e contínuo

Uso de dados

Baixa análise de dados

Decisões baseadas em análise de gastos

Relação com fornecedores

Transacional

Estratégica, com uso de SRM (Supplier Relationship Management)

Processos

Informais e descentralizados

Estruturados, com uso de RFP

Gestão de riscos

Reativa

Preventiva, com mitigação de riscos operacionais

Papel do procurement

Operacional

Estratégico

Impacto na cadeia de suprimentos

Instabilidade e baixa previsibilidade

Maior controle, previsibilidade e eficiência

Quais são os benefícios do sourcing estratégico?

O strategic sourcing gera ganhos diretos em custo, eficiência, controle e qualidade, ao mesmo tempo em que transforma a área de compras em uma função mais estratégica dentro da empresa.

Os principais benefícios são:

1. Redução de custos reais (TCO)

O strategic sourcing reduz o custo total da compra. Isso acontece porque considera o TCO (Total Cost of Ownership), incluindo custos operacionais, logística, manutenção e riscos associados ao fornecedor.

Essa visão mais ampla ajuda a evitar decisões que parecem vantajosas no curto prazo, mas que acabam gerando despesas maiores no futuro.

2. Maior previsibilidade financeira

Com processos mais organizados e dados centralizados, a empresa ganha mais controle sobre seus gastos.

Isso permite um planejamento orçamentário mais preciso, reduz variações inesperadas e melhora a gestão de contratos.

O resultado é uma rotina financeira mais estável, com menos surpresas e mais segurança na tomada de decisão.

Segundo pesquisa divulgada pela Zipdo, empresas que usam compras estratégicas para renegociar contratos anualmente economizam, em média, US$ 4,2 milhões a cada US$ 1 bilhão em gastos anuais.

3. Qualidade na base de fornecedores

O processo de strategic sourcing também aprimora a seleção e o acompanhamento de fornecedores.

Isso acontece por meio de critérios mais claros de avaliação, processos de homologação mais rigorosos e monitoramento contínuo de desempenho. Com isso, a empresa constrói uma base mais confiável e alinhada às suas necessidades.

4. Mitigação de riscos operacionais

Ao reduzir a dependência de fornecedores críticos e monitorar de forma mais rigorosa aspectos como prazos e qualidade, o strategic sourcing contribui para a prevenção de falhas que poderiam impactar diretamente a operação.

Ainda segundo a Zipdo, 94% dos líderes afirmam que o strategic sourcing aumentou a capacidade das empresas de se adaptarem à volatilidade do mercado, o que é essencial para reduzir riscos na cadeia de suprimentos, proporcionando mais estabilidade e previsibilidade aos negócios.

5. Aumento de eficiência no procurement

Com processos mais estruturados pelo strategic sourcing, o time de compras passa a operar com mais agilidade e menos retrabalho.

As atividades ficam mais padronizadas, as decisões são tomadas com mais rapidez e o fluxo de trabalho se torna mais organizado.

Isso libera o time para atuar de forma menos operacional e mais estratégica.

6. Fortalecimento do compliance em compras

O strategic sourcing contribui para aumentar a transparência e o controle nos processos de aquisição.

Isso garante maior aderência às políticas internas, melhora a rastreabilidade das decisões e reduz riscos relacionados a falhas de governança, fraudes ou desvios.

Em empresas e setores regulados, esse ponto se torna ainda mais relevante: segundo a pesquisa Future of Procurement, conduzida pela KPMG com 400 profissionais da área, 66% dos entrevistados afirmam que o aumento das exigências regulatórias e de critérios ESG deverá exercer forte influência sobre o sourcing estratégico nos próximos 3 a 5 anos.

7. Decisões mais estratégicas e baseadas em dados

Com acesso a dados estruturados e análises mais consistentes, as escolhas deixam de ser baseadas apenas em percepção e passam a ser orientadas por informação.

Isso fortalece negociações, melhora a priorização de categorias e ajuda a identificar oportunidades reais de economia e melhoria.

Quando aplicar o strategic sourcing?

O strategic sourcing deve ser aplicado quando a empresa precisa reduzir custos de forma consistente, ganhar previsibilidade e aumentar o controle sobre fornecedores e processos de compras.

Na prática, ele faz mais sentido em cenários em que o modelo atual já não acompanha o crescimento ou a complexidade da operação.

Alguns exemplos ajudam a entender melhor:

  • Falta de visibilidade sobre os gastos: quando a empresa não consegue responder com clareza quanto gasta, com quem gasta e em quais categorias, isso já indica um problema estrutural na gestão de compras;

  • Aumento de custos sem explicação clara: quando os custos sobem sem uma justificativa evidente, é um sinal comum de ineficiência e falta de controle sobre o procurement;

  • Baixa padronização no procurement: processos diferentes entre áreas ou sem critérios bem definidos tendem a gerar desperdícios e aumentar riscos operacionais;

  • Problemas recorrentes com fornecedores: a ausência de uma gestão ativa da base de fornecedores impacta diretamente a operação, podendo gerar atrasos, inconsistência na entrega e queda de qualidade;

  • Crescimento da empresa e aumento da complexidade: quando a operação cresce sem uma estratégia estruturada, o volume maior pode levar ao descontrole financeiro e à perda de eficiência na cadeia de suprimentos;

  • Categorias estratégicas com alto impacto: algumas categorias têm impacto relevante no resultado da empresa e exigem uma gestão mais sofisticada, com maior nível de análise e acompanhamento contínuo.

11 passos práticos para aplicar o strategic sourcing

Implementar o strategic sourcing exige método, visão analítica e consistência na execução.

Veja o passo a passo completo, do diagnóstico à melhoria contínua, com foco em aplicação real dentro da empresa.

1. Análise de gastos e demanda (Spend & Demand Analysis)

Tudo começa pela visibilidade. Antes de qualquer decisão estratégica, é necessário entender exatamente onde e como a empresa está gastando.

Essa etapa envolve consolidar dados provenientes de diferentes fontes, como sistemas de ERP, contratos e pedidos de compra, para construir uma visão clara do perfil de gastos.

O objetivo é compreender padrões de consumo, concentração por categorias e comportamento ao longo do tempo.

Um ponto crítico aqui é ir além do histórico. A análise de demanda deve considerar previsões futuras, sazonalidades e possíveis mudanças no negócio.

Sem isso, corre-se o risco de tomar decisões baseadas em um cenário que já não existe mais.

2. Análise da cadeia de suprimentos atual

Com os dados de gastos organizados, o próximo passo é entender como a operação funciona hoje.

Isso significa mapear os fornecedores ativos, analisar contratos vigentes e avaliar o nível de dependência em cada categoria.

Em muitos casos, surgem riscos importantes, como a concentração excessiva em poucos fornecedores ou a dependência de regiões geograficamente instáveis.

Essa etapa também ajuda a revelar ineficiências menos óbvias, como redundâncias na base de fornecedores ou desalinhamento entre áreas internas.

O objetivo é construir um diagnóstico realista da situação atual antes de propor qualquer mudança.

Exemplo: uma empresa pode descobrir que 70% de uma categoria crítica depende de um único fornecedor, o que é um risco significativo.

3. Classificação de categorias e fornecedores

Nem todas as categorias têm o mesmo impacto ou exigem o mesmo nível de atenção.

A matriz de Kraljic é uma ferramenta clássica para priorizar esforços. Ela cruza o impacto financeiro de uma categoria com o risco de fornecimento, permitindo segmentar as compras em quatro grupos distintos:

  • Estratégicos: alto impacto + alto risco → foco em parceria e colaboração;

  • Alavancagem: alto impacto + baixo risco → foco em negociação e competitividade;

  • Gargalo: baixo impacto + alto risco → foco em segurança de fornecimento;

  • Não críticos: baixo impacto + baixo risco → foco em eficiência operacional.

Categorias estratégicas, por exemplo, exigem relacionamento próximo e colaboração com fornecedores, enquanto categorias de alavancagem abrem espaço para negociações mais agressivas e competitivas.

Essa classificação orienta diretamente as decisões de sourcing, negociação e gestão de fornecedores ao longo de todo o processo.

4. Análise do mercado

É hora de analisar o mercado externo e conhecer as opções para tomar decisões informadas e evitar dependência excessiva ou condições desfavoráveis.

Essa análise envolve identificar os principais players, avaliar o nível de concorrência e compreender tendências que possam impactar a categoria, como avanços tecnológicos, mudanças regulatórias ou pressões relacionadas a ESG.

Também é importante observar a dinâmica de preços e fatores macroeconômicos. Em mercados mais concentrados, por exemplo, o poder de negociação tende a ser menor, o que exige abordagens mais colaborativas.

5. Desenvolvimento da estratégia de sourcing

As decisões tomadas nessa etapa do strategic sourcing variam conforme a categoria, mas geralmente envolvem escolhas como trabalhar com um único fornecedor ou múltiplos, buscar soluções locais ou globais e definir o tipo de relacionamento desejado.

Além disso, é fundamental estabelecer critérios claros de decisão. Custo continua sendo relevante, mas dificilmente é o único fator. Qualidade, risco, capacidade de inovação e sustentabilidade ganham cada vez mais peso.

Uma boa estratégia equilibra todos esses elementos e está alinhada aos objetivos do negócio.

6. Preparação e envio de RFIs/RFPs

A execução do sourcing começa com a estruturação do processo competitivo. É aqui que entram documentos como RFI, RFP e RFQ, cada um com um nível diferente de profundidade e objetivo:

  • RFI (Request for Information): coleta informações iniciais do mercado;

  • RFP (Request for Proposal): solicita propostas detalhadas;

  • RFQ (Request for Quotation): foco em preço.

Esses documentos são a base da interação com o mercado, e um escopo mal definido ou critérios pouco claros podem comprometer toda a qualidade das propostas recebidas.

Por isso, essa etapa exige rigor. É necessário detalhar requisitos técnicos, alinhar expectativas e estabelecer critérios transparentes de avaliação.

Quanto mais estruturado o processo, maior a probabilidade de obter propostas comparáveis e de alto nível.

7. Avaliação e revisão de propostas

Após o recebimento das propostas, inicia-se a análise comparativa. No sourcing estratégico, essa avaliação precisa ir além do preço.

Aspectos técnicos, capacidade de entrega, riscos envolvidos e aderência ao escopo devem ser considerados de forma estruturada. Modelos de scoring ajudam a trazer objetividade e reduzir vieses.

Também é comum que essa fase inclua interações adicionais com fornecedores, seja para esclarecimentos, ajustes de proposta ou aprofundamento técnico.

Ao final, forma-se uma lista reduzida de candidatos mais aderentes.

8. Negociação com fornecedores

Negociar bem com fornecedores não significa apenas obter o menor preço possível. O objetivo é construir um acordo equilibrado, que considere custo, qualidade, nível de serviço e sustentabilidade da relação no longo prazo.

Fornecedores pressionados de forma excessiva podem comprometer a entrega ou buscar compensações indiretas.

Por isso, negociações bem-sucedidas costumam ser baseadas em dados, estratégia clara e entendimento mútuo.

9. Homologação e onboarding de fornecedores

O processo de homologação envolve validações legais, fiscais e financeiras, além de aspectos de compliance.

Já o onboarding trata da integração prática, incluindo cadastro em sistemas, alinhamento de processos e formalização contratual.

Essa etapa é muitas vezes subestimada, mas tem impacto direto na qualidade da execução futura.

10. Gestão de performance

A contratação marca o início de uma nova fase: a gestão do relacionamento.

O Supplier Relationship Management (SRM) busca garantir que os fornecedores entreguem o valor esperado ao longo do tempo. Isso envolve monitorar indicadores de desempenho, realizar reuniões periódicas e tratar desvios de forma estruturada.

Em categorias mais estratégicas, o relacionamento pode evoluir para uma parceria mais próxima, com iniciativas conjuntas de inovação e melhoria contínua.

11. Otimização contínua e evolução

O strategic sourcing não é um processo estático. Mercados mudam, demandas evoluem e novas oportunidades surgem constantemente.

Por isso, empresas mais maduras tratam o sourcing como um ciclo contínuo. Revisitam categorias, reavaliam estratégias e buscam novas formas de gerar valor, seja por meio de inovação, digitalização ou redesenho da cadeia de suprimentos.

Essa capacidade de adaptação é o que diferencia organizações reativas daquelas que realmente utilizam compras como alavanca estratégica.

O papel da tecnologia no strategic sourcing

A tecnologia é o principal acelerador do strategic sourcing, permitindo decisões mais rápidas, precisas e orientadas por dados em toda a cadeia de suprimentos.

Na prática, ela transforma processos manuais e descentralizados em uma operação integrada, inteligente e escalável.

Digitalização do processo de sourcing

Plataformas modernas centralizam todas as etapas do sourcing em um único ambiente, incluindo análise de gastos, gestão de contratos e base de fornecedores.

Essa integração cria visibilidade de ponta a ponta no ciclo do fornecedor, reduzindo falhas e aumentando o controle.

Além disso, elimina retrabalho e dependência de planilhas dispersas.

Uso de dados para decisões

Com ferramentas analíticas, o gestor consegue identificar padrões de consumo, detectar oportunidades de saving de compras e acompanhar a performance de fornecedores com mais facilidade.

Isso aumenta a qualidade das decisões e reduz o risco de erros.

Inteligência artificial

Hoje, a IA permite recomendar fornecedores com base em dados históricos e em tempo real, identificar riscos na cadeia de suprimentos e automatizar análises complexas, estruturando pipelines de sourcing com mais eficiência.

Além disso, segundo a McKinsey & Company, o procurement orientado por IA pode reduzir perdas de valor entre 3% e 12% e aumentar o saving de compras em até 20%.

VOLL: o parceiro certo para a sua gestão de viagens corporativas

Aplicar strategic sourcing em categorias complexas, como viagens corporativas, exige tecnologia, dados e controle em tempo real.

A gestão de viagens é uma das áreas com maior potencial de saving de compras, mas também uma das mais difíceis de controlar sem uma estrutura adequada.

Passagens, hospedagens, mobilidade, reembolsos e políticas dispersas tornam o processo fragmentado e pouco eficiente.

A VOLL, maior agência de viagens corporativas digital da América Latina, conecta todos os pilares do sourcing estratégico em uma única plataforma.

Na prática, isso significa:

  • Centralização de dados e análises em tempo real: permite entender padrões de consumo, identificar oportunidades de economia e tomar decisões baseadas em dados;

  • Gestão integrada de viagens, mobilidade e despesas: elimina sistemas paralelos e aumenta o controle sobre toda a operação;

  • Políticas automatizadas e compliance em compras: as regras são aplicadas no momento da reserva, reduzindo desvios e garantindo governança;

  • Comparação inteligente de tarifas e fornecedores: a plataforma utiliza IA para cruzar acordos corporativos com tarifas públicas para garantir o menor custo possível;

  • Gestão de contratos de viagens com total visibilidade: acompanhamento contínuo das condições negociadas e performance dos fornecedores.

Com agentes de IA exclusivos, a VOLL garante uma redução de custos inteligente sem comprometer a qualidade dos serviços.

Com o ExpenseHelper, sua empresa identifica automaticamente anomalias em comprovantes e pagamentos, conversa com o colaborador e solicita reembolsos de valores não aprovados.

Já com o RatesAudit, o diretório de hotéis é auditado continuamente e, se necessário, o agente interage com os fornecedores para garantir o carregamento das tarifas negociadas.

Se a sua empresa busca reduzir custos, aumentar o controle e evoluir a maturidade do procurement, a VOLL é o parceiro ideal para levar o strategic sourcing para a prática. Entre em contato com um especialista da VOLL e saiba mais!

Principais dúvidas sobre strategic sourcing

Confira mais detalhes sobre o sourcing estratégico.

O que é strategic sourcing?

Strategic sourcing é uma abordagem estratégica de compras que utiliza dados, análise de mercado e gestão de fornecedores para reduzir custos e gerar valor no longo prazo.

Qual a diferença entre strategic sourcing e procurement?

Procurement é o processo de compras como um todo. Strategic sourcing é uma estratégia dentro do procurement focada em otimizar decisões, fornecedores e custos de forma estruturada.

Qual a diferença entre strategic sourcing e sourcing tradicional?

O sourcing tradicional foca no menor preço e decisões pontuais. O strategic sourcing considera o TCO, usa dados e busca eficiência sustentável no longo prazo.

O que é TCO (Total Cost of Ownership)?

TCO é o custo total de uma compra ao longo do tempo. Inclui não apenas o preço, mas também custos operacionais, manutenção, logística e riscos.

O que é a Matriz de Kraljic?

É uma ferramenta que classifica categorias de compras com base em impacto financeiro e risco de fornecimento. Ela ajuda a definir a melhor estratégia para cada tipo de compra.

Quais são os principais benefícios do strategic sourcing?

Os principais benefícios são:

  • Redução de custos reais;

  • Maior previsibilidade financeira;

  • Melhor gestão de fornecedores;

  • Mitigação de riscos operacionais;

  • Aumento de eficiência no procurement;

  • Fortalecimento do compliance.