Expense Management

Redução de custos nas empresas: 10 estratégias e como medir a eficiência delas

Empresas que adotam tecnologia e automação podem reduzir custos operacionais em até 60%, segundo a McKinsey. Entenda como aumentar eficiência sem comprometer crescimento.






Seja no setor de gestão de viagens corporativas, RH, compras, financeiro ou qualquer outra, a redução de custos é um tema que provavelmente já veio à tona como uma necessidade estratégica da empresa.

Isso porque, ao adotar uma estratégia de redução de custos nos negócios, não basta simplesmente eliminar despesas. O objetivo é identificar ineficiência, que em muitos casos, pode passar despercebida no dia a dia.

Assim, ao ajustar o que realmente está trazendo prejuízo à operação, é possível operar com maior previsibilidade financeira, melhor controle sobre seus recursos e mais espaço para investir em inovação, crescimento e desenvolvimento das equipes.

Neste guia completo sobre redução de custos nas empresas, você encontrará estratégias práticas que podem ser aplicadas no cotidiano das organizações para melhorar o controle financeiro e aumentar a eficiência operacional, inclusive, em áreas que podem não ter.

Ao longo do artigo, você vai entender:

  • O que significa redução de custos no contexto empresarial;

  • Por que essa prática é essencial para a sustentabilidade financeira;

  • Quais são os principais benefícios de uma gestão eficiente de despesas;

  • 10 estratégias práticas para reduzir custos;

  • 7 indicadores para medir os resultados das iniciativas de economia;

  • Como a tecnologia pode ajudar a transformar a gestão de despesas corporativas.

No final da leitura, você saberá identificar oportunidades de economia, melhorar processos internos e implementar uma cultura de eficiência financeira em sua empresa.

O que é redução de custos nas empresas?

A redução de custos nas empresas consiste em identificar, analisar e ajustar despesas para tornar a gestão financeira (expense management) mais eficiente, sem prejudicar a qualidade das operações nem o potencial de crescimento do negócio.

Na prática, trata-se de usar os recursos da empresa de forma mais inteligente, encontrar falhas em processos que podem estar causando custos desnecessários, fazer outsourcing estratégico de fornecedores e outras práticas que ajudam a gerar mais valor com o mesmo orçamento, ou até com menos.

E essa é uma preocupação de cada vez mais empresas.

Uma pesquisa global da BCG com líderes empresariais: 35% deles apontam os custos como a principal prioridade organizacional, à frente do aumento de produtividade (21%), crescimento de receita (20%) e adoção de novas tecnologias, incluindo GenAI (16%).

Isso acontece em um momento muito oportuno: em que a tecnologia, em especial impulsionada pela IA, ajuda a encontrar oportunidades de melhoria com muito mais facilidade, o que também colabora para acender essa necessidade no mercado.

Assim, a tecnologia expôs custos que antes ficavam diluídos na operação, como retrabalho, desperdícios e decisões pouco orientadas por dados, o que tem pressionado as empresas a reverem suas estruturas.

Isso demonstra que controlar e otimizar os gastos deixou de ser apenas uma medida pontual e se tornou um foco central para a sustentabilidade e competitividade das empresas.

Por que a redução de custos é importante para as empresas?

A redução de custos é importante para as empresas porque é uma forma eficiente de gerar mais resultados sem necessariamente empregar mais esforço nas tarefas, muito pelo contrário.

Quando uma organização busca reduzir seus gastos, ela ganha mais que retorno financeiro. Até porque, para que esse resultado seja alcançado, os processos ficam melhores, a produtividade aumenta e, em geral, também se descobrem soluções para desafios que comprometiam o orçamento.

Por isso, otimizar custos nas organizações está ligada a uma metodologia chamada Lean Thinking: que fazer mais com os mesmos recursos. Ainda, é possível aumentar essa eficiência sem comprometer qualidade, produtividade ou experiência dos colaboradores.

Portanto, esse é um grande ponto de atenção de CEOs e diretores financeiros: uma pesquisa com com executivos C-level mostrou que a redução de custos foram a principal prioridade para 33% das lideranças globais em 2025, um aumento de oito pontos percentuais em relação a 2024.

Esse movimento é impulsionado pela preocupação com a rentabilidade dos negócios, pelo aumento das taxas de juros, pela inflação e pelas recentes mudanças nas tarifas de importação.

Além desses, outros motivos que tornam a redução de custos uma prioridade estratégica para as empresas são:

  1. Aumento da margem de lucro;

  2. Maior previsibilidade financeira;

  3. Liberação de recursos para investimento;

  4. Aumento da competitividade no mercado;

  5. Fortalecimento da governança corporativa;

  6. Maior eficiência operacional.

1. Aumento da margem de lucro

Quando a empresa consegue diminuir despesas operacionais sem afetar a qualidade de seus produtos ou serviços, o resultado aparece diretamente na margem de lucro. Isso ocorre porque cada economia gerada passa a contribuir para melhorar o resultado financeiro da organização.

Em muitos casos, reduzir custos pode ser mais rápido e eficiente do que aumentar receitas, especialmente em mercados altamente competitivos ou com crescimento limitado.

2. Maior previsibilidade financeira

A falta de controle sobre as despesas é um dos principais fatores que geram instabilidade financeira nas empresas.

Custos que variam excessivamente ou que não são monitorados adequadamente podem provocar surpresas no planejamento orçamentário e dificultar o planejamento de médio e longo prazo.

Ao implementar processos estruturados de gestão de custos, a empresa passa a ter maior visibilidade sobre seus gastos.

3. Liberação de recursos para investimento

Cada economia obtida por meio de iniciativas de redução de custos pode ser direcionada para áreas que geram mais valor para a empresa.

Isso inclui investimentos em áreas como inovação aberta e tecnologia, expansão de mercado, capacitação de equipes e melhoria de produtos e serviços.

Quando a organização administra seus recursos de forma eficiente, ela ganha mais flexibilidade para investir em iniciativas que fortalecem sua posição competitiva.

4. Aumento da competitividade no mercado

Empresas que operam com uma estrutura de custos mais eficiente tendem a ter mais força para competir em seus mercados. Isso pode trazer várias vantagens estratégicas, como:

  • Oferecer preços mais competitivos;

  • Ampliar as margens de negociação;

  • Reagir com mais agilidade a mudanças econômicas;

  • Manter operações sustentáveis mesmo em cenários mais desafiadores.

Em setores com alta concorrência, esse nível de eficiência operacional pode fazer toda a diferença para preservar a participação de mercado e sustentar o crescimento no longo prazo.

5. Fortalecimento da governança corporativa

Uma gestão de custos bem estruturada também contribui para fortalecer a governança dentro das organizações.

Quando os processos financeiros são claros e acompanhados por indicadores objetivos, fica mais fácil garantir transparência no uso dos recursos, conformidade com as políticas internas e redução de riscos de inconsistências ou fraudes.

Nesse cenário, plataformas de gestão e ferramentas de monitoramento financeiro têm ganhado cada vez mais importância. Elas permitem acompanhar os gastos em tempo real e gerar relatórios mais detalhados, o que facilita a análise e apoia a tomada de decisões.

6. Maior eficiência operacional

Por fim, iniciativas de redução de custos frequentemente resultam em melhorias importantes nos processos internos.

Ao analisar onde estão os maiores gastos da organização, muitas empresas acabam identificando tarefas redundantes, fluxos de trabalho ineficientes, processos burocráticos desnecessários e oportunidades de automação.

Ao eliminar essas ineficiências, a empresa não apenas reduz custos, mas também melhora a produtividade das equipes e a qualidade das operações.

Onde normalmente estão as maiores oportunidades de redução de custos?

Em geral, a forma mais eficiente de economizar nas empresas está em questionar processos e fornecedores que não agregam inovação há algum tempo. Principalmente quanto mais operacional for a tarefa ou área, é lá que costumam estar as maiores oportunidades de melhoria.

Assim, algumas das áreas que mais oferecem oportunidades incluem:

Processos administrativos

Fluxos de aprovação muito longos, retrabalho e tarefas manuais podem consumir tempo e recursos desnecessariamente.

Compras e contratos com fornecedores

Negociações pouco frequentes ou falta de comparação entre fornecedores podem levar a custos mais altos do que o necessário.

Gestão de estoque

Excesso de estoque representa capital parado, enquanto estoques mal planejados podem gerar perdas e urgências logísticas mais caras.

Despesas corporativas

Despesas corporativas como gastos com viagens, transporte, alimentação e reembolsos frequentemente são descentralizados e difíceis de acompanhar sem ferramentas adequadas.

Uso de tecnologia

Sistemas fragmentados ou processos manuais dificultam a visibilidade sobre custos e impedem decisões baseadas em dados.

Quando essas áreas passam a ser monitoradas de forma estruturada, gestores conseguem identificar rapidamente padrões de desperdício, gargalos operacionais e oportunidades de economia.

Quais são os principais benefícios da redução de custos nas empresas?

Adotar uma estratégia estruturada de redução de custos vai além de gerar economia imediata. Quando bem aplicada, essa prática melhora a eficiência operacional, fortalece a gestão financeira e contribui para decisões mais estratégicas.

Veja os principais benefícios:

  1. Melhor controle financeiro

  2. Processos internos mais eficientes

  3. Redução de desperdícios operacionais

  4. Aumento da produtividade das equipes

  5. Tomada de decisão mais estratégica

1. Melhor controle financeiro

Um dos primeiros efeitos da redução de custos é o aumento da visibilidade sobre as despesas da empresa.

Ao revisar processos, contratos e pagamentos, os gestores passam a entender melhor onde o dinheiro está sendo gasto, quais despesas são essenciais e quais custos podem ser reduzidos ou otimizados.

Com esse controle, fica mais fácil identificar desvios no orçamento e agir antes que eles impactem o planejamento financeiro.

2. Processos internos mais eficientes

A análise de custos frequentemente revela problemas nos processos operacionais. Entre os mais comuns estão:

  • Tarefas repetitivas que poderiam ser automatizadas;

  • Excesso de etapas em aprovações;

  • Retrabalho causado por falhas de comunicação.

Ao corrigir essas falhas, a empresa reduz custos e melhora a produtividade das equipes.

3. Redução de desperdícios operacionais

Desperdícios muitas vezes passam despercebidos no dia a dia das empresas. Exemplos comuns incluem compras duplicadas ou mal planejadas, uso ineficiente de tecnologia, gastos excessivos com transporte ou mobilidade, e despesas corporativas sem controle claro.

Quando esses pontos são monitorados, é possível eliminar gastos que, ao longo do tempo, representam valores altos.

4. Aumento da produtividade das equipes

Processos mais simples e bem organizados ajudam as equipes a trabalhar com mais eficiência.

Quando colaboradores deixam de lidar com tarefas burocráticas desnecessárias ou sistemas complexos, eles podem concentrar esforços em atividades que realmente agregam valor ao negócio.

Isso significa que a empresa passa a produzir mais resultados com o mesmo volume de recursos humanos, aumentando a eficiência geral da operação.

5. Tomada de decisão mais estratégica

Empresas que monitoram seus custos de forma estruturada e com consistência passam a tomar decisões com base em dados mais confiáveis.

Com acesso a relatórios detalhados e indicadores financeiros claros, gestores conseguem avaliar, por exemplo:

  • Quais áreas concentram os maiores gastos;

  • Quais investimentos geram melhor retorno;

  • Onde existem oportunidades de otimização.

Esse nível de informação permite que decisões deixem de ser baseadas apenas em percepção ou urgência e passem a considerar análises concretas sobre impacto financeiro.

Como reduzir custos dentro da empresa? 10 estratégias práticas

Muitas organizações sabem que precisam melhorar o controle sobre despesas, mas encontram dificuldade em identificar por onde começar ou quais iniciativas geram maior impacto financeiro.

Segundo a pesquisa da BCG, que comentamos anteriormente, 65% das empresas admitem que sua abordagem de otimização de custos é reativa e pontual, enquanto apenas 35% dizem ter uma gestão de custos estratégica e planejada, o que ajuda a explicar a dificuldade em sustentar ganhos ao longo do tempo.

A boa notícia é que existem diversas estratégias que podem ser implementadas gradualmente, muitas delas com impacto significativo no orçamento operacional. São elas:

  1. Renegociar contratos com fornecedores;

  2. Automatizar processos operacionais;

  3. Implementar uma gestão estratégica de compras;

  4. Melhorar a gestão de estoque;

  5. Reduzir desperdícios operacionais;

  6. Revisar processos internos e fluxos de trabalho;

  7. Investir em tecnologia de gestão;

  8. Melhorar o controle de despesas corporativas;

  9. Monitorar métricas e indicadores de custos;

  10. Desenvolver uma cultura organizacional de eficiência.

1. Renegociar contratos com fornecedores

Fornecedores representam uma parcela relevante das despesas, mas muitas organizações mantêm contratos por anos sem revisar condições comerciais ou buscar alternativas no mercado.

Uma estratégia simples, mas extremamente eficaz, é realizar revisões periódicas de contratos com fornecedores para avaliar preços praticados, condições de pagamento, prazos de entrega e SLAs.

Esse processo pode revelar oportunidades importantes de economia, principalmente quando a empresa compara diferentes fornecedores, consolida compras para ganhar escala e renegocia volumes e prazos.

Além de reduzir custos, renegociações bem conduzidas também ajudam a fortalecer parcerias estratégicas e melhorar a qualidade dos serviços.

2. Automatizar processos operacionais

Processos manuais costumam gerar custos invisíveis dentro das empresas. Eles demandam tempo das equipes, aumentam a probabilidade de erros e frequentemente exigem retrabalho.

A automação de tarefas administrativas pode reduzir custos nas empresas de maneira simples e com pouco esforço.

Alguns exemplos de processos que podem ser automatizados incluem:

  • Aprovação de despesas;

  • Gestão de reembolsos;

  • Controle financeiro;

  • Processamento de documentos;

  • Fluxos de compras e pagamentos;

Ao digitalizar esses processos, a empresa ganha agilidade, reduz erros e libera tempo das equipes para atividades mais estratégicas.

3. Implementar uma gestão estratégica de compras

A gestão de compras é uma das áreas com maior potencial de economia dentro das organizações.

Quando aquisições são realizadas de forma descentralizada ou sem planejamento adequado, é comum ocorrer compra de itens duplicados, negociações menos vantajosas e, principalmente, falta de padronização de fornecedores.

Uma abordagem mais estratégica envolve estruturar um processo de compras que inclua:

  • Planejamento de aquisições;

  • Centralização de negociações;

  • Padronização de fornecedores;

  • Acompanhamento de indicadores de custo.

Esse modelo permite aumentar o poder de negociação da empresa e garantir maior consistência nas decisões de compra.

4. Melhorar a gestão de estoque

Estoque mal administrado pode gerar dois problemas financeiros relevantes: excesso de capital imobilizado ou falta de produtos que levam a compras emergenciais mais caras.

Por isso, revisar a gestão de estoque pode trazer ganhos significativos de eficiência.

Para isso, é possível:

  • Utilizar ferramentas de previsão de demanda;

  • Definir níveis mínimos e máximos de estoque;

  • Monitorar giro de produtos;

  • Revisar periodicamente itens com baixa rotatividade.

Com esses cuidados, a empresa consegue equilibrar disponibilidade de recursos e eficiência financeira.

5. Reduzir desperdícios operacionais

Desperdícios podem estar presentes em diversas atividades do dia a dia da empresa, muitas vezes de forma quase imperceptível.

Alguns exemplos são o consumo excessivo de energia ou recursos físicos, processos duplicados entre departamentos, retrabalho causado por falhas de comunicação e tempo improdutivo em tarefas administrativas são situações comuns que drenam o orçamento.

Identificar esses pontos exige uma análise detalhada de processos internos. Ferramentas de mapeamento de processos e indicadores operacionais ajudam a revelar onde estão os maiores gargalos.

Uma vez identificados, estes desperdícios podem ser eliminados ou reduzidos por meio de ajustes simples na rotina das equipes.

6. Revisar processos internos e fluxos de trabalho

Processos corporativos costumam se tornar mais complexos ao longo do tempo, especialmente em empresas em crescimento.

Novas etapas, aprovações e ferramentas são adicionadas gradualmente, criando fluxos de trabalho cada vez mais burocráticos.

Revisar periodicamente esses processos é essencial para identificar etapas desnecessárias, duplicação de atividades e gargalos que atrasam decisões.

Ao simplificar fluxos e eliminar tarefas que não agregam valor, a empresa reduz custos operacionais e melhora a agilidade das operações.

7. Investir em tecnologia de gestão

A tecnologia desempenha um papel central na eficiência financeira das empresas modernas.

Sistemas de gestão empresarial (ERPs), plataformas de controle de despesas corporativas, ferramentas de análise de dados e soluções de automação financeira ajudam as empresas a acompanhar gastos em tempo real, gerar relatórios automaticamente e identificar com mais rapidez oportunidades de redução ou otimização de custos.

8. Melhorar o controle de despesas corporativas

Despesas com viagens corporativas, transporte, alimentação e mobilidade, representam uma enorme parcela do orçamento de muitas empresas.

Quando essas despesas são gerenciadas de forma descentralizada, sem políticas claras ou ferramentas de controle, torna-se difícil acompanhar os gastos e identificar oportunidades de economia.

Uma gestão eficiente dessas despesas envolve:

Com maior visibilidade sobre essas informações, gestores conseguem identificar padrões de gastos, reduzir desperdícios e garantir maior conformidade com as políticas da empresa.

Inclusive, a VOLL atua na redução de custos de viagens e despesas corporativas transformando a gestão tradicional em um processo automatizado, centralizado e guiado por Inteligência Artificial.

9. Monitorar métricas e indicadores de custos

Reduzir custos de forma consistente exige acompanhamento constante de indicadores financeiros.

Sem métricas claras, a empresa não consegue avaliar se suas iniciativas estão realmente gerando resultados. Alguns indicadores importantes incluem:

  • Custo operacional total;

  • Custo por colaborador;

  • Custo por projeto ou área;

  • Despesas administrativas;

  • Despesas com viagens corporativas.

Ao acompanhar esses indicadores regularmente, gestores podem identificar rapidamente variações e implementar ajustes quando necessário.

10. Desenvolver uma cultura organizacional de melhoria contínua

Por fim, uma estratégia de redução de custos só se torna sustentável quando faz parte da cultura da empresa, que deve estar alinhada à melhoria contínua.

Isso significa que todos os colaboradores devem compreender a importância de utilizar recursos de forma responsável, ter rotinas para identificar oportunidades de reduzir custos e contribuir para a eficiência das operações.

Transparência sobre metas financeiras, treinamentos sobre gestão de recursos e incentivos à inovação são iniciativas que ajudam a construir essa cultura.

Como medir o impacto das estratégias de redução de custos? 7 indicadores para acompanhar

Medir o impacto da redução de custos envolve comparar despesas antes e depois das ações, analisar margens de lucro, ROI das iniciativas e indicadores de eficiência. 

Veja alguns exemplos de indicadores:

1. Custo operacional total

O custo operacional total representa a soma de todas as despesas necessárias para manter as atividades da empresa funcionando. Esse indicador geralmente inclui:

  • Despesas administrativas;

  • Custos com fornecedores e serviços;

  • Gastos com tecnologia e infraestrutura;

  • Despesas com logística e transporte;

  • Custos com viagens corporativas;

  • Despesas com equipes e operações.

A fórmula é: Custo operacional total = Soma de todas as despesas operacionais em um período.

O ideal é acompanhar esse indicador mensalmente ou trimestralmente para identificar tendências e avaliar se as iniciativas de redução de custos estão gerando impacto real no orçamento.

2. Custo por colaborador

O custo por colaborador permite entender quanto a empresa gasta, em média, para manter cada profissional em operação.

Esse indicador é útil para avaliar eficiência operacional e comparar custos entre diferentes períodos ou unidades de negócio, e inclui:

  • Benefícios corporativos;

  • Infraestrutura de trabalho;

  • Ferramentas e sistemas utilizados;

  • Despesas administrativas relacionadas às equipes;

  • Custos com viagens e deslocamentos a trabalho.

Como calcular: Custo por colaborador = Custo operacional total/número de colaboradores

3. Custo por projeto ou área

O custo por projeto ou área ajuda a identificar quais setores consomem mais recursos e quais estão operando de forma mais eficiente, sendo essencial para comparar desempenho entre departamentos e identificar oportunidades de otimização.

Até porque, empresas que trabalham com diferentes departamentos, unidades de negócio ou projetos podem se beneficiar de análises mais detalhadas de custos. 

Como calcular: Custo por área/projeto = Total de despesas da área/projeto ÷ período analisado

Saiba também: Como dividir custos de viagens que atendem múltiplos projetos?

4. Despesas administrativas

Despesas administrativas incluem todos os custos necessários para manter a estrutura organizacional funcionando, mesmo que não estejam diretamente ligados à produção ou à geração de receita.

Entre os exemplos mais comuns estão aluguel e infraestrutura de escritório, serviços de tecnologia e software, materiais e suporte operacional.

Como calcular: Despesas administrativas = Soma de todas as despesas administrativas no período

Uma forma eficiente de acompanhar esse indicador é observar sua relação com o faturamento da empresa.

Despesas administrativas (%) = Despesas administrativas/Receita total × 100

Isso permite avaliar se a estrutura administrativa está crescendo de forma proporcional ao crescimento da empresa.

5. Percentual de redução de despesas

Outro indicador importante é o percentual de redução de despesas. Ele mostra quanto a empresa conseguiu economizar em comparação com um período anterior.

Como calcular: Redução de despesas (%) = (Custo anterior − Custo atual)/Custo anterior × 100

Esse indicador ajuda a avaliar se as iniciativas de redução de custos estão funcionando e permite acompanhar, ao longo do tempo, o impacto das medidas adotadas.

6. Economia obtida em contratos renegociados

Renegociações com fornecedores e revisão de contratos podem gerar economias relevantes para a empresa. Por isso, acompanhar o impacto financeiro dessas negociações é uma forma eficiente de medir resultados.

Valor economizado por contrato renegociado, percentual de redução de custo por fornecedor e economia anual estimada após renegociação são dados que ajudam a demonstrar o retorno das iniciativas de gestão estratégica de compras.

7. Retorno sobre investimento (ROI) das iniciativas de eficiência

Muitas estratégias de redução de custos exigem investimentos iniciais, como a adoção de novas tecnologias ou mudanças em processos internos. Por isso, é importante calcular o ROI dessas iniciativas.

Como calcular: ROI = (Benefício financeiro gerado − Investimento realizado)/Investimento realizado × 100

Esse indicador mostra se as iniciativas implementadas estão gerando retorno financeiro suficiente para compensar os recursos investidos.

O papel da tecnologia na redução de custos empresariais

A transformação digital tem transformado como empresas controlam despesas e buscam eficiência operacional.

Em muitos casos, a tecnologia não apenas facilita o acompanhamento de custos, mas também permite identificar oportunidades de economia que seriam difíceis de perceber em processos manuais.

Quando informações financeiras estão distribuídas em diferentes planilhas, sistemas ou departamentos, gestores acabam tendo uma visão fragmentada dos gastos da empresa. Isso dificulta a identificação de padrões, o acompanhamento de indicadores e a tomada de decisões estratégicas.

Plataformas digitais, como a da VOLL, que oferece mais de 150 indicadores sobre gestão de viagens, resolvem esse problema ao centralizar dados financeiros, automatizar processos e gerar insights a partir das informações disponíveis.

Com isso, a empresa passa a ter maior controle sobre seus recursos e consegue implementar iniciativas de redução de custos de forma mais estruturada.

Além disso, a tecnologia também contribui para reduzir erros operacionais, aumentar a transparência e melhorar a governança sobre despesas corporativas.

VOLL: reduza custos com viagens, transporte e despesas corporativas com tecnologia própria e atendimento personalizado

Viagens corporativas e despesas relacionadas à mobilidade representam uma parcela relevante do orçamento de muitas empresas. Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), o turismo corporativo iniciou 2026 em alta e faturou mais de R$ 1 bilhão logo no primeiro mês do ano.

Entretanto, sem processos estruturados de controle, os gastos com viagens corporativas podem crescer rapidamente e representar oportunidades perdidas de redução de custos nas empresas.

Por isso, a VOLL, a maior agência de viagens corporativas digital da América Latina, oferece uma plataforma que integra gestão de viagens, mobilidade e despesas corporativas, proporcionando às empresas mais visibilidade sobre seus gastos e maior controle sobre suas políticas internas.

No vídeo a seguir, o CEO da VOLL, Luciano Brandão, explica como a nossa TMC aplica a redução de custos de maneira personalizada e individual para cada cliente:

 

"Nós usamos dados para identificar que, por exemplo, em uma determinada empresa, na mesma região de São Paulo, tem utilizado 30 hotéis diferentes. A partir disso, entra um trabalho de consultoria: vamos tentar reduzir a quantidade de fornecedores, utilizar as tarifas melhores que a VOLL tem, etc. Assim, vamos acompanhar isso através de dados para entender se o indicador de diária média de São Paulo daquela empresa está reduzindo e se os acordos estão sendo aplicados."

Além desse trabalho personalizado para a redução de custos nas empresas, a VOLL disponibiliza relatórios e dashboards com mais de 150 indicadores que permitem acompanhar despesas corporativas em tempo real.

Essas análises ajudam gestores a identificar padrões de gasto, variações de custo entre áreas ou equipes e aderência às políticas de despesas, possibilitando encontrar oportunidades de economia.

Outro diferencial importante é o uso de agentes de inteligência artificial exclusivos, desenvolvidos para identificar oportunidades de economia automaticamente:

  • ExpenseHelper: analisa comprovantes e pagamentos de despesas corporativas para identificar anomalias ou gastos fora da política da empresa. Quando necessário, interage diretamente com o colaborador para solicitar ajustes ou reembolsos de valores não aprovados;

  • RatesAudit: simula reservas nos sistemas dos hotéis parceiros e verifica se a tarifa negociada está realmente carregada e disponível. Quando encontra divergências, interage automaticamente com o fornecedor, solicita correção e só encerra o processo quando a tarifa correta estiver visível no sistema.

  • AirSave: monitora reservas aéreas e realiza retarifações automáticas sempre que identifica opções mais econômicas para o mesmo voo, e garante economia antes da aprovação da reserva, em conformidade com a sua política de viagens.

Com esse conjunto de automação, inteligência de dados e gestão centralizada, as empresas conseguem reduzir custos operacionais, aumentar a conformidade com suas políticas de despesas e melhorar o controle financeiro sobre viagens corporativas.

Enquanto os colaboradores ganham mais autonomia e praticidade, a empresa mantém controle total sobre os gastos e consegue implementar estratégias mais eficazes de redução de custos.

Os resultados são expressivos. Com a VOLL, o Itaú economizou mais de R$ 157 milhões em passagens aéreas e hotéis em um ano, com 98% de adesão orgânica à plataforma, 100% de conformidade em auditorias internas, 97% das solicitações via autosserviço e NPS 83.

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